sábado, 28 de junho de 2008

The Real Wizard (71) - Wizard



PowerTrio norte-americana na qual não se possue muitas informações. Este é o único e raro registro dessa bandança. Sua sonoridade é aquela pauleira hard característica dos power-trios e com um som que remete a nomes como Trapezze, James Gang, Grand Funk Railroad, Mountain e Led Zeppelin. Musicalmente, The Original Wizard é difícil de condução, power-trio rock informado por bits tanto do blues e psychedelia que fazem das suas música inusitadas, músicas como Freedom, Goin Away, Killing Time, Séance, Talkin To God mostram que esse grupo não é brincadeira fazendo um Hard Rock pesado de muita qualidade.
Faixas do Disco:
01 - Freedom
02 - Come and See the Bride
03 - What do You Know About Mary
04 - Opus Ate
05 - Goin' Away
06 - Killing Time
07 - Got to See my Way
08 - Ride
09 - Seance
10 - Talkin' to God
11 - Evergreen
12 - Got Love
13 - Freedom (Bonus)
Ficha Tecnica:
Ben Schultz (guitarra e vocais) ; Paul Forney (baixo e vocais) ; Chris Luhn (bateria)

Patto (70) - Patto



Patto é uma banda de Jazz Rock londrina da mais alta classe. Banda com uma qualidade absurda mas nunca conseguiram emplacar um Hit e por isso sua fama vinha restrita de clubes e seus fãs se perguntavam como aquele som tão inovador não havia chegado ainda as grandes massas. Mas isso não diminui a qualidade da banda onde sua sonoridade abrange desde riffs ganchudos, até incursões ousadas pelo Jazz, mudanças bruscas no andamento, solos de guitarras memoráveis, vocais cheios de feeling faziam o Patto uma banda da mais alta classe e a maior prova disso é seu disco Patto de 1970, que com uma capa bizarra mostra várias músicas que poderiam ter virado clássicos com a misteriosa Man, a empolgante Hold Me Back que junto com Red Glow mostra a cozinha de Clive Griffiths e John Halsey, a linda Time To Die, a orgia musical de Money Bag com seus 10 minutos de duração entre todas as outras que com um toque garageiro faz desse disco imperdivel.
Faixas do disco:
"Man" - 6:21
"Hold Me Back" - 4:46
"Time To Die" - 3:01
"Red Glow" - 5:20
"San Antone" - 3:14
"Government Man" - 4:25
"Money Bag" - 10:11
"Sittin Back Easy" - 3:44
Ficha Tecnica:
Mike Patto - Vocais
Ollie Halsall - Guitarra e Teclados
John Halsey - Bateria
Clive Griffiths - Baixo

Guitar Boogie (71) - Eric Clapton, Jeff Beck & Jimmy Page



Guitar Boogie é uma coletânea de blues com Eric Clapton, Jeff Beck e Jimmy Page (todos ex- Yardbirds), com crédito adicional a The Allstars.A maior parte de canções neste álbum foram escritas por Eric Clapton, Jeff Beck ou Jimmy Page.Guitar Boogie é um lançamento raro de 1971 da British Archives series...blues instrumental de primeira!
Faixas:
1 - Choker (Eric Clapton & Jimmy Page)
2 - Snake Drive (Eric Clapton)
3 - Draggin' My Tail (Eric Clapton & Jimmy Page)
4 - Steelin' (The All Stars & Jeff Beck)
5 - Freight Loader (Eric Clapton & Jimmy Page)
6 - West Coast Idea (Eric Clapton)
7 - L.A. Breakdown (The All Stars & Jimmy Page)
8 - Down In The Boots (The All Stars & Jimmy Page)
9 - Chuckles (The All Stars & Jeff Beck)
10- Tribute To Elmore (Eric Clapton)
http://www.badongo.com/pt/cfile/10046892
senha:noquarteer
Post retirado do nosso Blog parceiro Let's Rock http://let-srock.blogspot.com/.

Fregile (71) - Yes



Após uma turnê com o Iron Butterfly Jon Anderson e Chris Squire quiseram desenvolver um som a partir de novos sintetizadores e Tony Kaye não gostava nada da ideia o que faz ele largar o grupo e nessa mesmo época Rick Wakeman estava saindo do Strawbs. A entrada de Wakeman no grupo trouxe ao Yes um novo conceito de virtuosismo e exibicionismo. As sessões foram muito produtivas. Embora não seja creditado Wakeman participouc da primeira sessão dom grupo quando foram gravados os movimentos doces e sinuosos no teclado, a guitarra extasiante e o baixo matador de "Roundabout" além dos vocais intensos de "Heart Of The Sunrise". O álbum contem outros clássicos como "South Side Of The Sky" e "We Have". Segundo Jon o Yes era a banda do povo, do povo que gostava de música mais complexas.
Faixas do Disco:
"Roundabout" (Jon Anderson/Steve Howe) – 8:30
"Cans and Brahms" (Johannes Brahms, Arr. Rick Wakeman) – 1:38
"We Have Heaven" (Jon Anderson) – 1:40
"South Side of the Sky" (Jon Anderson/Chris Squire) – 8:02
"Five Per Cent for Nothing" (Bill Bruford) – 0:35
"Long Distance Runaround" (Jon Anderson) – 3:30
"The Fish (Schindleria Praematurus)" (Chris Squire) – 2:39
"Mood for a Day" (Steve Howe) – 3:00
"Heart of the Sunrise" (Jon Anderson/Chris Squire/Bill Bruford) – 10:34
Ficha Tecnica:
Jon Anderson: Vocals
Chris Squire: Bass guitars, vocals
Steve Howe: Electric and acoustic guitars, vocals
Rick Wakeman: Hammond Organ, Grand piano, RMI Electra-piano and Harpsichord, Mellotron, Moog Synthesizer
Bill Bruford: Drums, Percussion
http://rapidshare.com/files/62956442/YES-Fragile.rar

The Yes Album (71) - Yes



O terceiro álbum do Yes nasceu em março de 1971 e é uma obra prima. O Yes recentemente havia perdido seu guitarrista Peter Banks que foi substituido pelo grande Steve Howe. Pra alcançar a fama solicitada pela Atlantic o grupo passou dois meses em uma fazenda para trabalhar um som novo e revolucionário. Isso pode ser demonstrado na força da guitarra e do órgão em "Yours Is No Disgrace", a fantasia a capela de "I've Seen All Good People", a monumental "Starship Trooper", na guitarra leve de Howe em "Clap". O disco possui uma mudança de ritmos e estilos , com vocais fabulosos de Anderson, a guitarra leve e pesada de Howe, a percussão precisa de Bruford, a força no baixo de Squire e o orgão devastador de Kaye fazem desse álbum uma pérola.
Faixas do Disco:
"Yours Is No Disgrace" (Jon Anderson/Chris Squire/Steve Howe/Tony Kaye/Bill Bruford) – 9:41
"Clap" (Steve Howe) – 3:17
"Starship Trooper" – 9:34
"I've Seen All Good People" – 6:56
"A Venture" (Jon Anderson) – 3:18
"Perpetual Change" (Jon Anderson/Chris Squire) – 8:54
Ficha Tecnica:
Jon Anderson: Vocals, percussion
Chris Squire: Bass guitar, vocals
Steve Howe: Electric and acoustic guitars, vachalia, vocal
Tony Kaye: Piano, organ, Moog synthesiser
Bill Bruford: Drums, percussion

sexta-feira, 27 de junho de 2008

Live Album (70) - Grand Funk Railroad



Imagine uma banda que é uma verdadeira porrada em estúdio ao vivo. O Grand Funk já dominava as paradass com seus 4 discos até que decidiram lançar um álbum ao vivo, e o resultado foi excelente. Eles mostram tudo de si em faixas bombasticas como Are You Ready, Paranoid, Inside Looking Out, T.N.U.C entre outras abalados pelo poderoso vocal e a guitarra de Mark faner, a bateria de Don Brewer e o baixo de Mel Schacher. Não se destaca nenhum dos intrumentos todos fazem um show a parte isos também as músicas, só ouvindo pra saber o que é uma verdadeira porrada.
Faixas do Disco:
"Introduction"
"Are You Ready" (Mark Farner)
"Paranoid" (Mark Farner)
"In Need" (Mark Farner)
"Heartbreaker" (Mark Farner)
"Inside Looking Out" (J. Lomax/A. Lomax/E. Burdon/B. Chandler)
"Words Of Wisdom"
"Mean Mistreater" (Mark Farner)
"Mark Says Alright" (Mark Farner/Don Brewer/Mel Schacher)
"T.N.U.C." (Mark Farner)
"Into The Sun" (Mark Farner)

quinta-feira, 26 de junho de 2008

Live! (71) - Fela Kuti And The Africa '70 With Ginger Baker


Música africana é algo impressionante, as batidas, o ritmo, os vocais é uma música que é pouco prestigiada mas de uma qualidade absurda. Esse álbum é uma prova, Fela Kuti, um dos maiores cantores africanos de todos os tempos, com Ginger Baker, rockeiro ex-Cream que era apaixonado por música africana, um encontro inusitado. Fela Kuti e sua banda Africa '70 já haviam lançado um álbum mas estavam em baixa. Ele tiveram sorte quando James Brown fez a primeira turnê pelo Oeste da África. Após James Brown Fela emplacou o primeito hit "Jeun K'oku" então eles foram pra Londera gravar na Abbey Road. Ginger Baker sempre foi declarado fã de música africana e já havia trabalho com Fela co-produzindo algumas das primeiras gravações da banda e portante era um nome óbvio para se fazer uma parceria. Let's Start é uma ordem clara de se fazer sexo ali mesmo, Blacks Man's Cry é uma música absurda com um ritmo envolvente mas a faixa principal é Ye Ye De Smell onde os 2 bateristas (Ginger Baker e Tony Allen) dominam a música em 13 minutos de puro extase.
Faixas do Disco:
Let's Start (Kuti) - 7:48
Black Man's Cry (Kuti) - 11:36
Ye Ye De Smell (Kuti) - 13:17
Egbe Mi O (Carry Me I Want To Die)

terça-feira, 24 de junho de 2008

Town and Country (69) - Humble Pie




1969 foi um ano extremamente prolixo para o Pie, banda formada da junção de membros do Small Faces, the Herd e Spooky Tooth, lançaram 2 álbuns em 4 meses, ambos com propostas diferentes mas nem tão distantes em termos estéticos. “Town and Country” normalmente é a escolha mais óbvia para esta banda, mas este disco acertou em mostrar que a banda poderia ir além do boogie rock sound de tantas outras da época, apostando firme em melodias e canções acústicas, mesmo que esta direção, depois da saída de Peter Frampton, fosse deixada de lado em prol do blues boogie rock novamente.
Se o primeiro disco (As Safe as Yesterday) pegou a estética Mod e deu uma renovada colocando elementos do Folk, “Town and Coutry”, como o próprio título transparece, se propôs a elevar essa dicotomia como proposta do álbum. Da capa às faixas, tudo gira em torno de metades opostas que se complementam, e realmente assim seria o som do Humble Pie para o Humble Pie. O lado rock não sobreviveria sem o lado acústico, mais folk e vice versa. Essa ambivalência dá o toque a mais nesse disco. Essa escolha também é um sinal mais forte da presença de Peter Frampton no som da banda, já que Steve Marriot fica quase sempre com o lado mais rock, mas, aqui, mesmo ele se entrega às experimentações acústicas como em “Every Mother Son”, bem como o imaginário far West que se repetiria no álbum “Rock On” de 1971, assim temos “The Sad Bag of Shaky Jake”. E assim os dois lados se equilibram, do rock de “Shaky Jake”, “Down Home Again” e “Heartbeat”, esta última, uma maravilhosa versão para uma canção de Buddy Holly, com ótimo arranjo vocal e um lick de guitarra simples mas pegajoso, no melhor sentido da palavra. Há também o lado psicodélico bem da época “The Light of Love”, com direito a citara de Marriott, e as baladas “Take me Back”, a ótima “Home and Away” e, como não poderia faltar, a Ray Charleana “Cold Lady”.
Sem grandes acrobacias, O Humble Pie fez um disco bonito, como uma proposta cabível nas suas possibilidades e, com isso, deixou um clássico para a posteridade.

Line-up:
Steve Marriott - lead guitar
Peter Frampton - guitar
Greg Ridley - bass
Jerry Shirley - drums
Track List:
1 Take Me Back 4:52
2 The Sad Bag of Shaky Jake 2:59
3 The Light of Love 3:00
4 Cold Lady 3:22
5 Down Home Again 2:56
6 Ollie Ollie 0:50
7 Every Mother's Sun 5:43
8 Heartbeat 2:33
9 Only You Can See 3:38
10 Silver Tongue 3:20
11 Home and Away 5:55

domingo, 22 de junho de 2008

Maggot Brain (71) - Funkadelic



Os discos dessa banda levavam o Funk como um estilo de vida, uma religião. Este álbum mostra o grupo em seu auge de poderes criativos. Mas que diabos é o Funkadelic? É um grupo de pessoas fantasiadas fazendo um som do cacete é a melhor definição pro que é o Funkadelic. Ele criou um novo estilo, George Clinton que é o lider da banda amava Funk mas depois de ver um shwo dos Stooges disse que queria fazer um som daquele jeito então eles criaram o estilo Funk Rock que é uma mistura da sensualidade do Funk com a atitude do Rock. George Clinton ultrapassou as barreiras com suas letras arrepiantes e seu ritmo pulsante do Funk Rock. E isso pode ser demonstrado em músicas como Can You Get To That e Super Stupid mas o destaque do álbum é sua faixa titulo onde Clinton chegou seu guitarrista Eddie Hazal no estúdio e disse pra ele tocar como se a mãe dele tivesse morriso e nisso deu em uma das melhores execuções de guitarra d ahistória nessa música com seus 10 minutos de duração. Reza a lenda que Clinton encontrou o seu irmão largado morte em um apertamente em Chigado e seu corpo estava em decomposição por isso o termo Maggot Brain (Cabeça em Decomposição). Disco obrigatório pra quem gosta de atitude e sensualidade.
Faixas do Disco:
"Maggot Brain" (George Clinton, Eddie Hazel) – 10:20
"Can You Get To That" (Clinton, Ernie Harris) – 2:50
"Hit It And Quit It" (Clinton, Billy Bass Nelson, Garry Shider) – 3:50
"You And Your Folks, Me And My Folks" (Clinton, Judie Jones, Bernie Worrell) – 3:36
"Super Stupid" (Clinton, Hazel, Nelson, Tawl Ross) – 3:57
"Back In Our Minds" (Fuzzy Haskins) – 2:38
"Wars Of Armageddon" (Clinton, Tiki Fulwood, Ross, Worrell) – 9:42
http://www.badongo.com/file/2826952

Cheap Thrills (68) - Big Brother And The Holding Company


A fama desse álbum entre os criticos repousa na imponente voz de Janis Joplin. Essa é a primeira banda de Joplin e foi com ela que lançou seu primeiro disco de estúdio. As perfonmaces de Joplin nesse álbum transcedem qyakqyer discussão da época a respeito de uma texana branca ter ou não condições de cantar um Blues de alta qualidade. Nele possui a música que muitos consideram o marco da vida musical de Janis a imponente Piece of My Heart, ela também possui clássica como Summertime, Ball And Chain (que foi destaque na apresentação da banda no Monterey Pop Festival), Turtle Blues (um Blues elegante) entre diversos outros. Muitos dizem que Janis nunca teve mais anda parecido como quando se encontrava no Big Brother.
Faixas do Disco:
"Combination of the Two" (Sam Andrew) – 5:47
"I Need a Man to Love" (Andrew, Joplin) – 4:54
"Summertime" (George Gershwin, Ira Gershwin, DuBose Heyward) – 4:00
"Piece of My Heart" (Bert Berns, Jerry Ragovoy) – 4:15
"Turtle Blues" (Joplin) – 4:22
"Oh, Sweet Mary" (Peter Albin, Andrew, David Getz, James Gurley, Joplin) – 4:16
"Ball and Chain" (Big Mama Thornton) – 9:37

Pearl (71) - Janis Joplin



Janis Joplin teve uma carreira curta mais de muita sucesso e provou ter uma voz surpreendente e ser uma das melhores cantoras de Blues da época. E eu acho que uma das maiores ou uma das maiores provas disso é esse disco Pearl de 1971 onde Joplin simplismente se superou. A capa mostra Janis deitada em um sofá com seus 2 amigos mais intimos: a bebida e o cigarro. Ela desmanchara com o Big Brother e e reuniu uma banda mais versátil chamada Full Tilt Boogie Band que faz um trabalho excepecional nesse disco como na música que abre o álbum com sua hipnotizante linha de baixo Move Over, ela segue pelo lamente Cry Baby mas a melhor faixa do disco não possui uma palavra de Joplin pois antes do disco ser terminado Janis é encontrada morta, de overdose de heroína, num quarto de hotal em Hollywood antes que pudesse por os vocais em Buried Alive In The Blues. Ele foi lançado após sua morte a solidou a lenda da cantora no mundo todo. Mais uma que afundou no barco das drogas.
Faixas do Disco:
"Move Over" (Janis Joplin) - 3:43
"Cry Baby" (Jerry Ragovoy, Sam Bell) - 3:58
"A Woman Left Lonely" (Dan Penn, Spooner Oldham) - 3:29
"Half Moon" (John Hall, Johanna Hall) - 3:53
"Buried Alive In The Blues" (Nick Gravenites) - 2:29
"My Baby" (Jerry Ragovoy, Mort Shuman) - 3:26
"Me and Bobby McGee" (Kris Kristofferson, Fred Foster) - 4:33
"Mercedes Benz" (Janis Joplin, Bob Neuwirth) - 1:48
"Trust Me" (Bobby Womack, Michael MClure) - 3:17
"Get It While You Can" (Jerry Ragovoy, Mort Shuman) - 3:27

sábado, 21 de junho de 2008

One More Car, One More Rider (01) - Eric Clapton



Eric Clapton além de ser excelente em estúdio ele também é muito mas muito bom ao vivo desde a época de Cream Clapton faz solos fenomenais ao vivos e dá tudo de si mesmo ele passando aquela imagem de fechado. E uma das maiores provas disso é esse disco duplo, que também virou DVD, de 2 shows de Clapton em sua turnê de 2001 no Staples Center onde ele toca música da carreira solo, Cream, Derek & Dominoes entre outros ele executa clássicas como Key to the Highway, Tears in Heaven, Bell Bottom Blues, Badge, Cocaine, Wonderful Tonight, Layla, Sunshine of Your Love entre diversas outras de uma forma magnifica. Obrigatorio pra quem gosta do cara.
Faixas do disco:
"Key to the Highway" (Broonzy, Segar) – 3:41
"Reptile" (Eric Clapton) – 5:59
"Got You On My Mind" (Biggs, Thomas) – 3:51
"Tears in Heaven" (Clapton, Will Jennings) – 4:34
"Bell Bottom Blues" (Clapton) – 5:02
"Change the World" (Gordon Kennedy, Wayne Kirkpatrick, Tommy Sims) – 6:16
"My Father's Eyes" (Clapton) – 8:34
"River of Tears" (Clapton, Simon Climie) – 8:59
"Going Down Slow" (Saint Louis Jimmy) – 5:34
"She's Gone" (Clapton, Climie) – 6:58
http://rapidshare.com/files/113817571/Eric_Clapton_One_More_Car_One_More_Rider_CD1.rar "I Want a Little Girl" (Mencher, Moll) – 4:38
"Badge" (Clapton, George Harrison) – 6:02
"(I'm Your) Hoochie Coochie Man" (Willie Dixon) – 4:30
"Have You Ever Loved a Woman" (Billy Myles) – 7:53
"Cocaine" (J. J. Cale) – 4:20
"Wonderful Tonight" (Clapton) – 6:42
"Layla" (Clapton, Jim Gordon) – 9:16
"Will It Go Round in Circles" (Billy Preston, Bruce Fisher) – 3:41
"Performed by Billy Preston, only in DVD.
"Sunshine of Your Love" (Peter Brown, Jack Bruce, Clapton) – 7:11
"Over the Rainbow" (Harold Arlen, E. Y. Harburg) – 6:33

Riding With The King (00) - Eric Clapton & BB King



Um dos maiores encontres do Blues, eu diria da música. Dois dos maiores blueseros da história de encontram e fazem esse álbum no minimo histórico. Eric Clapton já queria fazer algo do tipo a tempos e não dispensou tocar com um dos seus maiores ídolos o grande BB King. Não vamos negar que os 2 são exímios guitarristas e nesse álbum os 2 se superam em faixas como Three O'Clock Blues, Marry You e Hold On! I'm Comin'. Mas todas as músicas são de qualidades só ouvindo pra constatar. Disco obrigatório pra quem gosta de Blues e boa música.
Faixas do disco:
"Riding with the King" (John Hiatt) – 4:23
"Ten Long Years" (B. B. King/Taub) – 4:40
"Key to the Highway" (Big Bill Broonzy/Charles Segar) – 3:39
"Marry You" (Doyle Bramhall II/Susannah Melvoin/Craig Ross/Charles Segar) – 4:59
"Three O'Clock Blues" (King/Taub) – 8:36
"Help the Poor" (Charles Singleton) – 5:06
"I Wanna Be" (Bramhall, Charlie Sexton) – 4:45
"Worried Life Blues" (Big Maceo Merriweather) – 4:25
"Days of Old" (Jules Bihari, King) – 3:00
"When My Heart Beats Like a Hammer" (King/Taub) – 7:09
"Hold On! I'm Comin'" (Isaac Hayes/David Porter) – 6:20
"Come Rain or Come Shine" (Harold Arlen/Johnny Mercer) – 4:11

From The Cradle (94) - Eric Clapton



Quando você ouve que Eric Clapton é um bluesero de mão cheia não duvide, ele toca bastante Rock mas sua alma é do Blues ao longo de sua carreira ele prova isso como o trabalho com John Mayall, Riding With The King com o BB King, Me And Mrs. Johnson álbum em tributo ao Roberth Johnson mas eu não acho que exista um trabalho mais expressivo de Clapton do que From The Cradle onde ele mostra o Blues de uma forma crua da raiz. Ele mostra do que sabe em clássicas como Blues Before Sunrise, Third Degree, Groaning The Blues entre diversos outros. Pra quem gosta de Clapton e de Blues esse é um disco obrigatorio.
Faixas do Disco:
"Blues Before Sunrise" (Leroy Carr) – 2:58
"Third Degree" (Eddie Boyd/Willi Dixon) – 5:07
"Reconsider Baby" (Lowell Fulson) – 3:20
"Hoochie Coochie Man" (Willie Dixon) – 3:16
"Five Long Years" (Eddie Boyd) – 4:47
"I'm Tore Down" (Sonny Thompson) – 3:02
"How Long Blues" (Leroy Carr) – 3:09
"Goin' Away Baby" (Lane) – 4:00
"Blues Leave Me Alone" (Lane) – 3:36
"Sinner's Prayer" (Lowell Fulson/Glenn) – 3:20
"Motherless Child" (Traditional) – 2:57
"It Hurts Me Too" (Elmore James) – 3:17
"Someday after a While" (Freddie King/Sonny Thompson) – 4:27
"Standin' Round Crying" (McKinley Morganfield) – 3:39
"Driftin'" (Brown/Johnny Moore/Williams) (The Drifters) – 3:10
"Groaning The Blues" (Willie Dixon) – 6:05

Band Of Gypsys (70) - Jimi Hendrix



Band of Gypsys é um álbum ao vivo lançado por ninguem menos que James Marshall Hendrix em que alguns dizem ser sua melhor fase ele já havia desmachando com o Experience e quis formar uma banda nova e chamou esses 2 feras para entregar sua banda, Billy Cox no baixo e o deus da bateria Buddy Miles. Esse é o último registro de Hendrix autorizado pelo mesmo. Nesse disco ele mostra que ele e a guitarra forman um som em faixas como Who Knows, Message To Love (que um ano atrás tocara ela no Woodstock), Power To Love mais a faixa destaque para vai para a longa Machine Gun com seus 12 minutos de duração James mostra diversos efeitos em sua guitarra em um solo de te deixar de queixo caído. Nesse álbum ele larga um pouco o laod psicodelico do Experience e faz um som novo e revolucionario com muita mais pegada, além que ele mostra tudo o que sabe ao vivo.
Faixas do Disco:
All tracks written by Jimi Hendrix except where noted.
"Who Knows" – 9:32
"Machine Gun" – 12:32
"Changes" (Buddy Miles) – 5:10
"Power to Love" – 6:53
"Message of Love" – 5:22
"We Gotta Live Together" (Buddy Miles) – 5:46
Ficha Tecnica:
Jimi Hendrix – electric guitar, vocals
Billy Cox – bass guitar
Buddy Miles – drums, vocals

Senha/pass: Neoskull.com

Higher Ground (07) - Lance Lopez




Quarto album de Lance Lopez, exímio guitarrista,um dos melhores da nova geração. Neste álbum ele toca todos os instrumentos. Blues Rock da melhor qualidade com grandes influências de Jimi Hendrix e Stevie Ray Vaughan. A canção Higher Ground um original de Stevie Wonder, tem aqui uma excepcional versão.
Tracklist
01. Higher Ground
02. That's A Fact
03. Let Me Love You
04. El Paso Sugar
05. Type Of Girl
06. Drinkin' My Blues
07. Every Dog Has His Day
08. Thunderbird South
09. Hard Livin'
10. Every Time I Turn Around
11. Kool Iron Bed
Gentilmente oferecido pela patriocinadora do Blog a grande Giulianella, thanks girl.

sexta-feira, 20 de junho de 2008

Eric Clapton – Rainbow Concert (1973)

Aproveitando o gancho da enquete do Clapton vou postar aqui um a versão remasterizada do disco que registra o show histórico.O“Rainbow Concert”, organizado por Pete Townshend do The Who para ajudar Eric Clapton a largar as drogas. Além de Clapton e Townshend, estão no palco o guitarrista Ron Wood (Jeff Beck Group, Faces e Rolling Stones), o baixista Ric Grech e o tecladista e cantor Steve Windwood (ambos colegas de Clapton no Blind Faith), os bateristas Jim Capaldi e Jimmy Karstein e o percussionista Rebop Kwaku Baah. O repertório compreende o disco solo de Clapton, músicas do Blind Faith e do Derek And The Dominos, além de um toque de Cream. Play de primeira.
Faixas:
1. Layla
2. Badge
3. Blues Power
4. Roll It Over
5. Little Wing
6. Bottle Of Red Wine
7. After Midnight
8. Bell Bottom Blues
9. Presence Of The Lord
10. Tell The Truth
11. Pearly Queen
12. Key To The Highway
13. Let It Rain
14. Crossroads

Strange Days (67) - The Doors




Álbum lançado após o clássico Doors no mesmo ano, Strange Days apresenta músicas que não foram incluidas no disco anterior e músicas novas, ele apresenta uma nova face do Doors enquanto seu disco anterior era cru esse mostrava o Doors mais refinado em faixas como Strange Days onde o teclado psicodelico de Ray Manzarek reforça a voz ecoante de Morrison, You're Lost Little Girl com uma hipnotizante linha de baixo, em estúdio os Doors sempre chamavam baxistas para as músicas sendo que ao vivo quem fazia esse trabalho era Manzarek, Love Me Two Times que mostra uma linha de guitarra já clássicam nas um dos ou senão a música mais bonita do disco é a clássica People Are Strange que mostra o medo do desconhecido exercido pelo homem, esse álbum pra mim é o álbum mais psicodelico do Doors e um grande exemplo disso é a misteriosa Horse Latitudes. Esse disco é uma verdadeira viagem nos intrumentos que fazem um show a parte e a voz de Morrison que reforça seus misteriosos poemas.
Faixas do Disco:
"Strange Days" – 3:11
"You're Lost Little Girl" – 3:03
"Love Me Two Times" – 3:18
"Unhappy Girl" – 2:02
"Horse Latitudes" – 1:37
"Moonlight Drive" – 3:05
"People Are Strange" – 2:13
"My Eyes Have Seen You" – 2:32
"I Can't See Your Face in My Mind" – 3:26
"When the Music's Over" – 10:58
Ficha Tecnica:
Jim Morrison – vocals
Ray Manzarek – keyboards, marimba, bass
Robby Krieger – guitars
John Densmore – drums
Douglas Lubahn – bass guitar on tracks 2,8


sexta-feira, 13 de junho de 2008

The Piper At The Gates Of Dawn (67) - Pink Floyd



Pink Floyd já foi algo muito além do Rock Progressivo com Gilmour que vocês ouvem hoje em dia ele já foi uma banda que tocava Rock Psicodelico liderados por um mestre no assunto que roubara o nome da banda de 2 nomes do Blues, mas diferente do que você está pensando eles não eram um grupo de hippies maltrapilhos se aventurando na música negra mas sim estudantes de arquitetura bem vestidos a procura de um som própio e esse álbum alcançou esse objetivo com resultados fascinantes. A banda foi liderada e criado pelo mestre e grande Syd Barrett que na época era um exemplo aos membros da banda que se afundou no barco furado das drogas e foi expulso da banda. Syd estava claramente lutando para controlar a música e a mente e os outros integrantes queriam simplismente decolar em uma viagem especial e isso deu certo em faixas como Astornomy Domine, Pow R Toc H, Matilda Mother e a música que é a peça central do álbum a viagem Interstellar Overdrive a melhor execução de guitarra no Floyd antes da chegada de Gilmour a banda um verdadeira viagem no fogueteque era a guitarra de Barrett nesse hino de 10 minutos de duração mas não é dauqlees álbuns que existe música especificas pra se ouvir é aquele álbum que se deve ouvir todo cuidadosamente curtir o momento. Esse álbum captou de forma magnifica a psicodelica sessentista.
Faixas do Disco:
All songs written by Syd Barrett, except where noted.
"Astronomy Domine" – 4:12
"Lucifer Sam" – 3:07
"Matilda Mother" – 3:08
"Flaming" – 2:46
"Pow R. Toc ." (Syd Barrett, Roger Waters, Rick Wright, Nick Mason) – 4:26
"Take Up Thy Stethoscope and Walk" (Roger Waters) – 3:05
"Interstellar Overdrive" (Syd Barrett, Roger Waters, Rick Wright, Nick Mason) – 9:41
"The Gnome" – 2:13
"Chapter 24" – 3:42
"The Scarecrow" – 2:11
"Bike" – 3:21

Ficha Tecnica:
Syd Barrett – lead guitar, rhythm guitar, lead vocals, back cover design
Roger Waters – bass guitar, vocals
Rick Wright – Farfisa Compact Duo, Hammond organ, piano, vocals
Nick Mason – drums, percussion
Peter Jenner – intro vocalisations on "Astronomy Domine"

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Truth (68) - Jeff Beck




Jeff Beck sem dúvida é um monstro na guitarra e esse trabalho é um dos que mostra isso, bem não diria que esse é um trabalho somente de Beck pois esse é um album que foi lançado pelo Jeff Beck Group banda de Beck pós saida dos Yardbirds que é um verdadeiro supergrupo de estrelas desconhecidas começando pelo vocalista Rod Stewart e seu vozeirão, Ron Wood no baixo que mais tarde integraria os Stones e um baterista não muito conhecido chamado Aynsley Dunbar que tocou com muita gente famosa como Zappa e Bowie. O álbum abre com a clássica Shpes Of Things a música mais famosa do grupom Mornind Dew é um cover melhor do que a versão popular de Tim Rose, You Shook Me foi gravado logo depois pelo Led Zeppelin destaque para o vocal de Rod em Ol' Men River que o mostra em seu auge, atenção pra super música Beck's Bolero com uma superformação contendo além de Beck, Jimmy Page, John Paul Jones, Keith Moon e Nicky Hopkins, com um formação dessas dificil ser ruim né hehehe. Um disco que se pode falar bme do começo ao fim. Obrigatorio pra quem gosta de guitarra e boa música.

Faixas do Disco:
"Shapes of Things" 3:22 (Chris Dreja, Jim McCarty, Keith Relf and Paul Samwell-Smith)
"Let Me Love You" 4:44 (Jeff Beck and Rod Stewart)
"Morning Dew" 4:40 (Bonnie Dobson and Tim Rose)
"You Shook Me" 2:33 (Willie Dixon and J. B. Lenoir)
"Ol' Man River" 4:01 (Jerome Kern and Oscar Hammerstein)
"Greensleeves" 1:50 (Traditional, arranged by Jeff Beck)
"Rock My Plimsoul" 4:13 (Jeff Beck and Rod Stewart)
"Beck's Bolero" 2:54 (Jimmy Page, and Jeff Beck)
"Blues De Luxe" 7:33 (Jeff Beck and Rod Stewart)
"I Ain't Superstitious" 4:53 (Willie Dixon)
Ficha Tecnica:
Jeff Beck- guitars, vocals, arranger; bass on "Ol' Man River"
Rod Stewart- vocals (except on "Greensleeves" and "Beck's Bolero")
Micky Waller- drums (except on "Greensleeves" and "Beck's Bolero")
Ronnie Wood- bass (except on "Ol' Man River", "Greensleeves" and "Beck's Bolero")
Nicky Hopkins- piano on "Morning Dew", "You Shook Me", "Beck's Bolero" and "Blues Deluxe"
Keith Moon- drums on "Beck's Bolero", tympani on "Ol' Man River" (credited for the latter as "You Know Who")
Jimmy Page- 12-string rhythm guitar on "Beck's Bolero"
John Paul Jones- bass on "Beck's Bolero" and Hammond Organ on "Ol' Man River" and "You Shook Me"


The Doors (67) - The Doors




The Doors tirada da celebre frase Portas da percepção foi uma banda suegida em Los Angeles que mudou o Rock no final dos anos 60 e isso pode ser atribuido ao vocal apaixonante, à poesia sombria e ao carisma do grande Jim Morrison mas também ao teclado certeira de Ray Manzarek que revoluciounou a decidir que banda não haveria baixo e que ele seria substituido por seu teclado que fazia o mesmo trabalho do baixo, a guitarra de Robby Kreiger e a bateria de John Desmore. Mas Morrison era a cara do grupo e a prova é a capa desse álbum onde a foto de seu rosto ocupa mais da metade da capa deixando o resto dos integrantes de lado. Esse álbum é uma junta de vários estilos como Jazz, Blues e Flamenco, Break On Throug que abre um álbum é um Rock And Roll que era um apelo apaixonafo à geração psicodelica, ela vem seguida da hipnotizante Soul Kitchen, e o álbum rola com covers como alabama Song e Back Door Woman que não devem nada as originais, sendo que as 2 faixas mais longas do disco fizeram a fama da banda primeiramente com a gloriosa Light My Fire que chegou a primeiro lugar nas paradas americanas em uma versão editada, ao desejo sexual, depois vem o hino The End um épico sobre luxúria e morte. Um verdadeiro discaço.
Faixas do Disco:
1. Break on through (to the other side) 2:25
2. Soul Kitchen 3:30
3. The Crystal Ship 2:30
4. Twentieth Century Fox 2:30
5. Alabama Song (Whisky Bar) (Kurt Weill/Bertol Brecht) 3:15
6. Light my Fire 6:50
7. Back Door Man (Willie Dixon/C. Burnett) 3:30
8. I Looked at You 2:18
9. End of the Night 2:49
10. Take it as it Comes 2:13
11. The End 11:35
Ficha Técnica:
John Densmore - drums
Robby Krieger - guitar
Ray Manzarek - organ, piano, bass
Jim Morrison - vocals

Wheels Of Fire (68) - Cream




Por muitos o melhor e maior Power Trio de todos os tempos, o Cream foi considerado a primeira superbanda com as linhas de baixo de Jack Bruce, a guitarra de Eric Clapton e as batidas de Ginger Baker. Todo mundo diz que o melhor é o Disraeli Gears mas se você quer realmente ouvir o potencial do Cream baixa e ouça o álbum duplo Wheels Of Fire. Nele eles largam a postura mais psicodelica do Disraeli e aposta num som mais pesado, mais Blues, mais Rock And Roll. O álbum 1 abre com a clássica White Room (que ao lado de Sunshine Of Your Love é a música mais famosa do Cream) que possui uma perfeita execução de guitarra de Clapton e outros clássicos como Sitting On Top Of The World, Policitian e termina com chave de ouro com Anyone for Tennis. O segunda álbum foi gravado em um show do Cream chamado Live At Fillmore, nesse disco eles mostram o poder do Cream ao vivo com música como Crossroad que é um cover do Robert Johnson onde por muitos possui melhor solo de guitarra da carreira de Clapton, Spoonfull que vem muito melhor do que a versão do primeiro álbum, o insando solo de bateria de Baker em Toad, que é um hino da bateria com seus 16 minutos, e também possui a Traintime. O segundo disco só possui quatro faixas mas sem dúvida é uma verdadeira viagem no poder do Cream.

Faixas do Disco:
Disc one: In the Studio
"White Room" (Jack Bruce, Pete Brown) – 4:58
"Sitting on Top of the World" (Howlin' Wolf) – 4:58
"Passing the Time" 1 (Ginger Baker, Mike Taylor) – 4:37
"As You Said" (Bruce, Brown) – 4:20
"Pressed Rat and Warthog" (Baker, Taylor) – 3:13
"Politician" (Bruce, Brown) – 4:12
"Those Were the Days" (Baker, Taylor) – 2:53
"Born Under a Bad Sign" (Booker T. Jones, William Bell) – 3:09
"Deserted Cities of the Heart" (Bruce, Brown) – 3:38
"Anyone for Tennis" 2 (Eric Clapton, Martin Sharp) - 2:39

Disc two: Live at the Fillmore
"Crossroads" (Robert Johnson, arr. Clapton) – 4:14
"Spoonful" (Willie Dixon) – 16:48
"Traintime" (Bruce) – 6:52
"Toad" (Baker) – 16:16
Ficha Tecnica:
Eric Clapton - Guitar
Jack Bruce - Bass
Ginger Baker - Drums
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CD 02-http://rapidshare.com/files/3898094/CR-03b.rar
Senha: Cream

quinta-feira, 12 de junho de 2008

Abbey Road (69) - The Beatles



The Beatles foi a banda mais revolucionaria e influente de todos os tempos, eles já viajaram por vários tipos de sons e várias pessoas dizem que eles tiveram 3 fases: Reis do Ie-Ie-Ie,Psicodelica e Fase Final.Esse álbum faz parte da última fase deles, esse disco tem uma pegada mais forte do que os álbuns anteriores George Harrison contribui com suas lindas letras nas músicas Something e Here Comes The Sun duas que viraram clássicas dos Beatles e eram mais doces do qualquer cançao de Lennon/Mccartney.Ele apresneta um rock sexual em Come Togheter, a psicodelica de I Want You (She's So Heavy, a participação do vocal de Ringo em sua própia música Octopus Garden, entre diversas outras. Um álbum que surgiu do desentendimento dos últimos anos dos Beatles,último álbum a ser feito (Let It Be só foi o último a ser lançado) pelos Beatles. Imperdivel, uma verdadeira viagem.
Faixas do Disco:
"Come Together" — 4:20
"Something" (Harrison) — 3:03
"Maxwell's Silver Hammer" — 3:27
"Oh! Darling" — 3:26
"Octopus's Garden" (Starr) — 2:51
"I Want You (She's So Heavy)" — 7:47
"Here Comes the Sun" (Harrison) — 3:05
"Because" — 2:45
"You Never Give Me Your Money" — 4:02
"Sun King" — 2:26
"Mean Mr. Mustard" — 1:06
"Polythene Pam" — 1:12
"She Came in Through the Bathroom Window" — 1:57
"Golden Slumbers" — 1:31
"Carry That Weight" — 1:36
"The End" — 2:19

"Her Majesty" – 0:23
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Senha: musicsharing4all



Live At Woodstock (69) - The Who




Todo mundo conhece e sabe o poder do The Who sobre os palcos, agora imagine o The Who no seu auge no Woodstock. Esse Bootleg resgata esse momento glorioso na carreira do Who onde eles tocam o recem lançado Tommy inteiro e faixas como My Generation em uma nova versão, Summertime Blues, I Cant Explain resumindo só clássicos do Who. Albúm raro de se achar então aproveitem, showzaço do The Who, como sempre.
Faixas:
01 - Chip Monck Intro - Heaven And Hell
02 - I Can't Explain
03 - It's a Boy
04 - 1921
05 - Amazing Journey
06 - Sparks
07 - Eyesight to the Blind
08 - Christmas
09 - Acid Queen
10 - Pinball Wizard
11 - Abbie Hoffmann Incident
12 - Fiddle About
13 - There's a Doctor I've Found
14 - Go to the Mirror Boy
15 - Smash the Mirror16 - I'm Free
17 - Tommy's Holiday Camp
18 - We're Not Gonna Take it
19 - See Me Feel Me
20 - Summertime Blues
21 - Shakin' All Over -Chip Monck Intro - Pete Townshend Intro
22 - My Generation-Naked Eye - Chip Monck Outro

sábado, 7 de junho de 2008

DVD Remember That Night - 07 - David Gilmour


Dono de um estilo único, que faz com que a audição de uma mera nota já identifique um solo seu, David Gilmour comprova essa constância criativa no DVD "Remember That Night - Live at the Royal Albert Hall", lançado em 2007 e gravado na lendária casa londrina. Acompanhado por uma banda repleta de feras, como o guitarrista Phil Manzanera (Roxy Music), o tecladista Richard Wright (outro ex-Pink Floyd), o saxofonista Dick Parry (outro chapa das antigas, com participações em álbuns clássicos como "The Dark Side Of The Moon" e "Wish You Were Here") e o baixista Guy Pratt (The Transit Kings, Bryan Ferry), Gilmour repassa sua carreira, tanto solo como ao lado do Pink Floyd, em um lançamento absolutamente impecável.
Extremamente bem produzido, entregando imagens belíssimas que valorizam ainda mais o mítico Royal Albert Hall, "Remember That Night - Live at the Royal Albert Hall" traz um repertório que une velhos cavalos de batalha a algumas faixas raramente executadas ao vivo. No primeiro bloco, temos versões irretocáveis de clássicos como "Speak To Me", "Breathe", "Time" e "Wish You Were Here", enquanto o segundo segmento traz músicas como "Smile", "Fat Old Sun", "High Hopes" e "Echoes".
A participação de David Crosby e Graham Nash nos backing vocals de "On an Island", "The Blue", "Shine On You Crazy Diamond" e "Find The Cost Of Freedom" (bela homenagem a capella de Gilmour à dupla, nessa faixa gravada originalmente pelo Crosby, Stills, Nash & Young) confere doses maiores de sensibilidade a canções que já eram originalmente belas. A participação do lendário Robert Wyatt (Soft Machine) tocando trompete em "Then I Close My Eyes" é tocante, com o veterano músico, hoje paraplégico, levando parte do público às lágrimas.

Um dos principais momentos do DVD ficou reservado para o seu final, com David Bowie subindo ao palco para cantar dois dos maiores clássicos do Pink Floyd, "Arnold Laine" e "Comfortably Numb". Bowie dá a sua interpretação característica a essas duas músicas, principalmente para "Comfortably Numb", fazendo-a soar renovada e mostrando o quanto essa canção, lançado originalmente no álbum "The Wall", ainda soa forte e atual.
O disco dois de "Remember That Night " traz inúmeros e interessantíssimos extras, com destaque para a execução de faixas raras ao vivo, como "Wot´s ... Uh The Deal" (do álbum "Obscured by Clouds", de 1972) e "Dominoes", canção de Syd Barret presente no álbum "Barret", lançado pelo "crazy diamond" em 1970. Há também o longo documentário "Breaking Bread, Drinking Wine", mostrando os preparativos para o tour, onde um dos melhores momentos é o encontro entre David Gilmour e Roger Waters nos corredores do estúdio onde as bandas de ambos ensaiavam lado a lado, em uma coincidência divina e que mostra a evidente tensão entre os dois. O disco é completado por um making of de "On an Island", último trabalho de Gimour, e que, aliás, marca presença com várias faixas no set list, mostrando o quão consistentes são suas composições.
Esse é pra colocar pra baixar e ir dormir,amenos que voce tenha uma conexão realmente muito rápida,hehe.

FAIXAS DO DISCO:

1 .Speak To Me
2 .Breathe (In The Air)
3 .Time
4. Breathe (In The Air) (Reprise)
5. Castellorizon
6. On An Island (featuring Crosby & Nash)
7. The Blue (featuring Crosby & Nash)
8. Red Sky At Night
9. This Heaven
10. Then I Close My Eyes (featuring Robert Wyatt)
11. Smile
12. Take A Breath
13. A Pocketful Of Stones
14. Where We Start
15. Shine On You Crazy Diamond (featuring Crosby & Nash)
16. Fat Old Sun
17. Coming Back To Life
18. High Hopes
19. Echoes
20. Wish You Were Here
21. Find The Cost Of Freedom (featuring Crosby & Nash)
22. Arnold Layne (featuring David Bowie)
23. Comfortably Numb (featuring David Bowie)

FICHA TÉCNICA:
Keyboards & Vocals: Richard Wright
Guitar & Vocals: Phil Manzanera
Keyboard, Lap Steel Guitar, Programming & Vocals: Jon Carin
Bass, Guitar & Vocals: Guy Pratt
Drums & Vocals: Steve DiStanislao
Sax & Keyboards Plus: Dick Parry
Special Guests: David Crosby, Graham Nash, David Bowie and Rober Wyatt

LINK:

http://www.adrive.com/public/1a536cf3bec4fc506e0f52ebc95db6d409df1888f46d655a82a52d2e15bb6206.html

sexta-feira, 6 de junho de 2008

Desolation Boulevard (74) The Sweet


Nos anos 70 o bom era ser fã do Led, do Purple, do Yes, do Genesis.. Quando você abria a boca e dizia que era fã do Sweet (ou do Kiss) o mundo caía sobre a sua cabeça. Puro preconceito. No mesmo nível das péssimas críticas que a imprensa inglesa teve a audácia de fazer aos primeiros discos do Queen e do Rush por exemplo. Hoje parece inacreditável mas foi assim que aconteceu. Após mais de três décadas a banda Sweet ainda é mais lembrada pelos erros (um deles o de ter sido popular) do que pelos acertos (ser popular com talento). Basicamente o som do Sweet era uma mistura de grupos adolescentes de fácil assimilação (mas não ruins) como os Monkees com toda uma tradição inglesa que incluía o The Who (daí vinha o peso), os Hollies (as vocalizações) e é claro os Beatles.Nesta fase o movimento glam ainda estava bombando e como havia um programa especial na TV inglesa chamado Glam Rock cada banda tentava superar as concorrentes usando as mais estapafúrdias roupas com lantejoulas, capas, saltos altos e espelhos. Um luxo só. O som muito inspirado no Deep Purple e com muitos toques glam trazia pérolas pesadas do quilate de "Sweet FA" e "Set Me Free" (Mick Tucker lembrava o estilo de bateria de Ian Paice e Andy Scott copiava os solos de Highway Star claramente) e vocais muito agudos que se tornaram uma marca registrada (o Queen também os utilizava).
Depois ainda em 74, o disco "Desolation Boulevard" ,que posto aqui também veio pesado mas mais cru, e trouxe a primeira versão de uma música que se tornaria a cara da banda:"Fox On The Run". Fora a faixa "The Six Teens" que fez muito bonito na parada britânica, alemã e holandesa. A faixa "Turn It Down" não passou do quadragésimo lugar mas em compensação ficou famosa por ter sido banida da rádio por conter a frase "Abaixe o volume pelo amor de Deus" considerada inaceitável para os padrões familiares da época!
FAIXAS DO DISCO:
1.The Six Teens
2. Solid Gold Brass
3. Turn It Down
4 .Medussa
5. Lady Starlight
6.Man With The Golden Arm
7. Fox On The Run
8. Breakdown
9.My Generation
10. I Wanna Be Committed
11. Teenage Rampage
FICHA TÉCNICA:

Brian Connolly - lead vocals
Andy Scott - lead guitar
Steve Priest - bass
Mick Tucker - drums
LINK:

Som na Guitarra (84) Celso Blues Boy

Este é um legítimo representante do bom blues rock tupiniquim,certamente um dos melhores discos brasileiros do estilo,merece ser baixado,pois é som de altíssima qualidade,não fica devendo absolutamente nada aos melhores discos de blues dos anos 80,mesmo se comparado aos astros internacionais do estilo.Celso Blues Boy é um excelente guitarrista brsileiro que conta com o respeito de gênios da raça,como B.B. King e Buddy Guy,e Robert Cray,pra quem já abriu shows no Brasil ,onde chegou a toca a famosa guitarra Lucille,do mestre B.B. King,que também o levou para uma série de shows na Europa e EUA,onde também foi aclamado pela crítica e público.É uma pena que este cara não seja hoje em dia tão conhecido pela galera mais nova,mas com esta postagem pretendo corrigir essa grande injustiça histórica,aproveitando pra dar um bom conselho de rockeiro velho: não percam um show desse cara,se tiverem a oportunidade de ir,pois é garantia de blues e rock'n'nroll da mais alta qualidade.
A primeira música desse disco ,que é também o primeiro album do cara foi hino de qualquer um que se aventurava a ser rockeiro nos velhos tempos, esse disco ae faz parte da minha formação de headbanger, assim como de muitos acredito eu, quem não conhece pode baixar e aprender um pouco da história do rock no Brasil, e pra galera que conhece boa diversão.
Para saber mais visitem o Site Oficial do Celso Blues Boy no link abaixo.http://www.celsobluesboy.com.br/
FAIXAS DO DISCO:
1 - Aumenta que isso é rock and roll
2 - Fumando na escuridão
3 - Tempos difíceis
4 - Brilho da noite
5 - Amor vazio
6 - Rock fora da lei
7 - Filhos da bomba
8 -Blues motel
9 - Sempre Brilhará (Bônus Track)
FICHA TÉCNICA:
ND.
LINK:
http://sharebee.com/8ee8ccb5

Bullet Proof (72) / Bolex Dementia (73) - Hard Stuff


O power trio Hard Stuff foi formado por uma galera que fez escola em bandas de peso, o frontman John Caan já tocou em bandas do quilate do Attack, Atomic Rooster e Andromeda, o baterista Paul Hammond também fez escola no Atomic Rooster, já o baixista John Gustafson emprestou seu talento a nomes como Episode Six, Big Three and Quatermass. O trio em 1971 chegou a gravar um disco hoje bem raro intitulado de "The Entrance To Hell' com o nome de Daemon, tendo como frontman o vocalista Al Shaw, com a saída deste seguiram como trio adotando inicialmente o nome de Bullet e lançaram um single, mais tarde mudam o nome para Deep Purple's, mas diante da ameaça de um processo por ja existir uma banda britânica com o mesmo nome resolvem mudar o nome para Hard Stuff e lançam o primeiro e excelente disco em 1972 com o nome de Bulletproof, que na verdade era um reedição em nova roupagem do disco do Daemon com menos duas músicas. O albúm fez um grande sucesso e a banda excursiona pela Europa ao lado do Deep Purple e Uriah Heep se concentrando basicamente na Itália e Alemanha. Em 1973 a carreira da banda foi brutalmente interrompida por causa de um acidente de carro envolvendo Hammond e Cann que se feriram gravemente, embora tivessem lançado mais um excelente album nesse mesmo ano que, foi o Bolex Dementia .Depois dissoa banda acabou. O vocalista Cann ajudou a reformar o Atomic Rooster e saiu em excursão em 1973 com o Thin Lizzy pela Alemanha. O baixista Gustafson resolveu remontar o Big Three em 1973 com o guitarrista Brian Griffiths e o baterista Nigel Olsson e lançam o albúm Resurrection. O baterista Hammond monta uma banda de nome The Sirens. Mais tarde em 1975 Gustafson excursiona com a Roxy Music e toca com Ian Gillan nos albuns 'Child In Time', 'Clear Air Turbulence' e 'Scarabus'. Em 1997 reformou o Quatermass. Som altamente recomendado, hard rock no talo. Divirtam-se.

FAIXAS DOS DISCOS:
Bulletproof - 72:
1. Jay Time
2. Sinister Minister
3. No Witch At All
4. Taken Alive
5. Time Gambler
6. Millionaire
7. Monster in Paradise
8. Hobo
9. Mr. Longevity - Rip
10. The Provider - Part One

Bolex Dementia - 73:
1. Sick N Tired
2. Mermany
3. Jumpin' Thumpin'
4. Dazzle Dizzy
5. Bolex Dementia
6. Roll A Rocket
7. Libel
8. Ragman
9. Spider's Web
10. Get Lost

FICHA TÉCNICA:
John Caan (vocals / guitar)
John Gustafson (bass)
Paul Hammond (drums)

LINKS:
Bulletproof:
http://sharebee.com/3e4ae91e
Bolex Dementia:
http://sharebee.com/d51f6c0a

Muddy Water Blues -93 Paul Rodgers


Este é para fechar com chave de ouro estes "posts comemorativos",alusivos ao meu retorno ás postagens no blog,depois de um longo periodo sem colaborações, pois o considero um dos melhores discos de blues rock de todos os tempos, e vai desde a escolha do repertório até a escolha dos convidados e arranjos, sem falar do excelente vocal do Paul Rodgers e a cozinha bem arrumada com o Jason Boham (filho de peixe...) e Billy Sherwood,além da constelação do convidados,que vai de David Gilmour a Jeff Beck,Gary Moore,Brian May,Buddy Guy,entre outras feras do rock e blues,e o mais legal desse disco é que dá pra identificar cada um dos guitarristas pelo seu estilo próprio com muita facilidade,pelo menos ns casos de Beck,Gilmour Guy e Moore,eu consegui.Como nem tudo pode ser perfeito,ainda temos participações especiais de Slash e Richie Sambora. O Disco inteiro tem tudo a ver e as palavras iniciais de Paul Rodgers na contracapa foram:
''Muddy Waters,Eu senti que o tempo todo alguém estava sorrindo pra nós enquanto fazíamos este álbum. Eu gostaria de pensar que era você "meu chapa".
FAIXAS DO DISCO:
01- Muddy Water Blues (Acoustic Version) - Buddy Guy - Lead Guitar
02- Louisiana Blues -Trevor Rabin - Lead Guitar
03- I Can't Be Satisfied-Brian Setzer - Lead Guitar
04- Rollin' Stone-Jeff Beck - Lead Guitar
05- Good Morning Little School Girl (Part I) -Jeff Beck - Lead Guitar
06- I'm Your Hoochie Coochie Man -Steve Miller - Lead Guitar
07- She´s AllRight - Trevor Rabin - Lead Guitar
08- Standing Around Crying - David Gilmour - lead guitars
09- The Hunter - Slash - Lead Guitar
10- She Moves Me -Gary Moore - Lead Guitar
11- I'm Ready - Brian May - Lead Guitar
12- I Just Want To Make Love With You - Jeff Beck - Lead Guitar
13- Born Under a Bad Sign - Neal Schon - Lead Guitar
14- Good Morning Little School Girl (part II) - Ritchie Sambora - Lead Guitar
15- Muddy Water Blues (Eletric Verson) - Neal Schon - lead guitar
OUTROS CONVIDADOS:
Mark T. Williams - Baixo on track 1, 5
Jimmie Wood - Harmônica on track 2, 6, 7, 11
Paul Schaffer - Hammond on track 8
David Paich - Piano & Hammond on track 13, 15
FICHA TÉCNICA:
Paul Rodgers - Lead Vocal
Jason Boham - Bateria
Pinno Paladino - Baixo
Ian Hatton - Guitarra Ritmica
Billy Sherwood - Percursão
LINK:

Around the Next Dream -94- BBM

Pela primeira vez desde que colaboro com o blog,vou postar aqui um disco que não conheço,mas acho que saiu coisa boa dessa reunião,estou baixando enquanto posto,portanto não posso fazer nenhum comentário,mas imagino que tenha saido coisa boa dessa bolacha no mínimo,inusitada.
O BBM foi um power trio formado por Ginger Baker, Jack Bruce e Gary Moore, em 1994. Um ano antes, Baker, Bruce e Eric Clapton haviam reunido o legendário Cream para uma apresentação no Rock 'n' Roll Hall of Fame. Bruce e Baker tentaram convercer Clapton para uma volta definitiva mas ele recusou então, convidaram Gary Moore.
FAIXAS DO DISCO:
1 Waiting in the Wings 3:43
2 City of Gold 3:57
3 Where in the World 5:23
4 Can't Fool the Blues 5:15
5 High Cost of Loving 5:40
6 Glory Days 4:23
7 Why Does Love (Have to Go Wrong) ? 8:27
8 Naked Flame 6:06
9 I Wonder Why (Are You So Mean to Me) ? 4:59
10 Wrong Side of Town 3:57
FICHA TÉCNICA:
Ginger Baker - drums
Jack Bruce - vocal, bass guitar
Gary Moore - vocals, lead guitar
LINK:

quinta-feira, 5 de junho de 2008

Exile on Main Street - 72 - Rolling Stones


Exile on Main Street, lançado em 1972, originalmente em álbum duplo, é considerado atualmente como uma das obras definitivas da era do rock.Em 1998 os criticos da Q Magazine elegeram Exile como 42º melhor álbum de todos os tempos, enquanto, em 2000, a mesma revista classificou-o como o 3º na lista "100 Greatest Britsh Albuns Ever". Em 1987 o álbum foi ranqueado como #3 na lista "100 Greatest Albums" do período de 1967-1987, pela Billboard Magazine e , em 2001, como 7º em sua lista "500 Greatest Albums of All Time". Um detalhe curioso em torno do disco é que ele não possui nenhum grande hit da extensa carreira de hits da banda,e encerra uma sequencia de 4 álbuns seguidos que foram extremamente elogiados pela crítica e reconhecidos pelo público como o apogeu criativo da banda.Mick Taylor, pródigo guitarrista, teve seu nome creditado em uma canção, “Ventilator Blues”. Falando de Mick Taylor, esse foi o primeiro CD dos Stones que ele trabalhou do começo ao fim, os anteriores (“Let It Bleed” e “Sticky Fingers”), tiveram músicas tiradas de antigas seções, e ele se sai muito bem, mostrando que podia ser um rolling stone.No final de 1971,Keith Richards se isola no interior da França, no castelo gótico Villa Nellecote, especialmente para tentar se livrar das drogas, pela primeira vez. Percebendo estar em um momento excepcionalmente criativo, chama Mick Jagger para começarem a compor. Os dois se unem por várias semanas e produzem dezenas de novas composições que poderiam facilmente integrar um álbum triplo. Para lá é enviado, então, o estúdio móvel de gravação da Rolling Stones Records, tido como o mais moderno do mundo à época. Após a mixagem lançam, em 1972, o álbum duplo Exile on Main Street, considerado por muitos, e pelo próprio Jagger, como o melhor álbum da banda pela sua consistência, plasticidade e versatilidade dos músicos, o qual produz, entre outras, a música Tumblind Dice, obrigatória em qualquer show dos Stones até os dias de hoje.
FAIXAS DO DISCO:
1. Rocks Off 4:33
2. Rip This Joint 2:22
3. Shake Your Hips 2:59
4. Casino Boogie 3:34
5. Tumbling Dice 3:47
6. Sweet Virginia 4:26
7. Torn and Frayed 4:18
8. Sweet Black Angel 2:58
9. Loving Cup 4:25
10. Happy 3:05
11. Turd on the Run 2:38
12. Ventilator Blues 3:24
13. I Just Want to See His Face 2:53
14. Let It Loose 5:18
15. All Down the Line 3:50
16. Stop Breaking Down 4:34
17. Shine a Light 4:17
18. Soul Survivor 3:49
FICHA TÉCNICA:
Mick Jagger - vocals, harmonica
Keith Richards - lead guitar
Mick Taylor - guitar
Bill Wyman - bass
Charlie Watts - drums
LINK:

Burning Japan Live - 94 -Glenn Hughes


"Burning Japan Live", lançado em 31 de Agosto de 1994, pela Shrapnel Records, foi gravado no Club Chitta, em Kawasaki, Japão, durante shows realizados em 24 e 25 de Maio de 1994, na turnê do álbum "From Now On..." e mostra the voice of rock Glenn Hughes no auge de sua exuberância vocal,onde o veterano cantor e baixista,que aqui se arrisca até nos teclados,fazendo uma revisão de todas as fases de sua carreira,com forte preferência pelo repertório purpleano ,- exigência do público japonês- revisitando obras do Trapeze e,evidentemente do seu disco lançado no mesmo ano,o excelente From Now On.O disco conta com performances muito inspiradas de Hughes,com destaque para as interpretações de Coast to Coast e From Now On,além de sempre ser bom ouvi-lo cantando Stormbringer e no mínimo curioso ouvir Burn sem o vozeirão do Coverdale,mas o cara dá conta direitinho do recado.Disco de rock honesto,com direito a uma bela interpretação de You Keep On Moving.Se a banda não chega a ser compatível com o nível dos músicos com que Glenn e tornou famoso,por outro lado,não deixa a desejar,e cumpre com competência a árdua tarefa de passear pelo enorme repertório de clássicos da carreira de Hughes.
FAIXAS DO DISCO:
1 Burn 6:44
2 The Liar 4:39
3 Muscle and Blood 5:48
4 Lay My Body Down 5:08
5 From Now on... 6:08
6 Into the Void 7:13
7 Still in Love With You 2:10
8 Coast to Coast 6:52
9 This Time Around 3:32
10 Owed to G 2:53
11 Gettin' Tighter 3:59
12 You Keep on Moving 7:25
13 Lady Double Dealer 3:45
14 I Got Your Number 4:17
15 Stormbringer 5:10
FICHA TÉCNICA:
Glenn Hughes - vocals, keyboards
Thomas Larsson - guitar, vocals
Eric Bojfeldt - guitar, vocals
Mic Michaeli - keyboards, vocals
Jon Levén - bass
Ian Haugland - drums
LINK:

Mirage - 74 - Camel


Um dos mais aclamados discos de rock progressivo de todos os tempos,esse disco do Camel é item obrigatório no hd de quem realmente aprecia o estilo.O Camel foi formado em 1971 quando os ex-membros do The Brew, Andrew Latimer (guitarra), Andy Ward (bateria) e Doug Ferguson (baixo) recrutaram Peter Bardens (teclado). Após uma apresentação inicial para cumprir um acordo com o nome On, mudaram sem nome para Camel e realizaram em 4 de dezembro sua primeira apresentação no Waltham Forest Technical College em Londres.Em 1972 o grupo assinou com a MCA records e, seis meses depois, lançou o seu primeiro álbum,auto-intitilado,mas ganhou notoriedade mesmo com o lançamento de Mirage,cuja excursão rendeu várias apresentações memoráveis e o reconhecimento de crítica e público,mas,como eles estavam nos anos 70,vivendo o apogeu da criatividade no rock,não conseguiram se firmar fortemente no cenário,pois,reconheçamos,concorrer com Yes,Genesis,Pink Floyd,ELP,Jethro Tull,entre outros fodões,não devia mesmo ser tarefa das mais faceis,mas isso não tira em nada o alto valor e qualidade musical dessa banda.
FAIXAS DO DISCO:
1. Freefall 5:54
2. Supertwister 3:23
3. Nimrodel / The Procession / The White Rider 9:18
4. Earthrise 6:41
5. Lady Fantasy 12:43
5a. Encounter
5b. Smiles for You Lady Fantasy
FICHA TÉCNICA:
Andrew Latimer - guitar, vocals, flutes, keyboards, penny whistles, piano, bass, drumulator, recorders
Doug Ferguson - bass, duffle coat, vocals
Andy Ward - drums, percussion, vibes
Peter Bardens - keyboards, vocals, organ, Mellotron, synthesizer, piano, electric piano, mini Moog, pipe organ
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Hard Attack - 72 - Dust


O Dust foi uma grande banda americana da década de 70. E ficou mais conhecida aqui no Brasil como a ex-banda do baterista do Ramones, Marky Ramone. O grupo teve uma carreira discográfica curta, mas marcante. Tanto que primeiro disco ainde é bastante procurado. Nos anos 70, o cenário do heavy metal era dominado quase que exclusivamente pelas bandas britânicas como Led Zeppelin, Black Sabbath, Deep Purple, Uriah Heep e Budgie. O Dust era praticamente um oásis no deserto. O grupo foi formado no ano de 1968, com o guitarrista e vocalista Richie Wise, o baixista Kenny Aaronson e o baterista Marc Bell. Ainda contavam com Kenny Kerner como letrista, empresário e produtor da banda. Eles lançaram o primeiro disco em 1971, auto-intitulado, pelo selo Kama Sutra. Em 1972 lançam Hard Attack. Infelizmente, eles gravariam apenas esse dois discos.Aaronson entrou para os Stories em 1973, e Wise e Kerner se tornaram produtores (eles também trabalharam com o Stories). Marc Bell foi parar na cena punk de Nova Iorque, tocando no Richard Hell & The Voidoids, e mais tarde tocando no Ramones, sob o nome de Marky Ramone.
FAIXAS DO DISCO:
1. Pull Away/So Many Times
2. Walk In The Soft Rai
3. Thusly Spoken
4. Learning To Die
5. All In All
6. I Been Thinkin'
7. Ivory
8. How Many Horses
9. Suicide
10. Entranco
FICHA TÉCNICA:
Richie Wise: guitarra e vocais
Kenny Aaronson: baixo
Marc Bell: bateria
LINK:

Live... in the Heart of the City - 80 - Whitesnake


É praticamente inacreditável que este disco ainda não tenha sido postado aqui,pois trata-se de biscoito fino do hard blues,e o melhor: foi gravado no incicio dos anos 80,quando o Coverdale ainda tinha os cabelos escuros e aquele vozeirão grave que o consagrou no Purple,e ainda não fazia musiquinhas melosas e video clipes em carrões conversíveis,nem era considerado apenas um clone de Robert Plant.Não tinha a conta bancária tão gorda,mas em compensação recebia elogios de gente como BB. King,mas isso não vem ao caso agora.O que importa é que este duplo ao vivo capta a serpente branca em uma de suas incendiárias performances e Coverdale em seu maior momento como vocalista,maduro,seguro de sí,absoluto no palco,que ainda contava com Jon Lord e Ian Paice,ou seja, no palco tinha 60% da Mark III de sua antiga banda,e a presença dos supra-citados por sí só já é garantia de um disco de alta qualidade,além do excelente baixista Neil Murray,que por coincidência apresenta um timbre de voz muito parecido com o de Glenn Hughes,como se pode notar em Might Just Take Your Life.
FAIXAS DO DISCO:

1. Come On
2. Sweet Talker
3. Walking In The Shadows Of The Blues
4. Love Hunter
5. Fool For Your Loving
6. Ain't Gonna Cry No More
7. Ready 'An Willing
8. Take Me With You
9. Might Just Take Your Life
10. Lie Down
11. Ain't No Love In Heart Of The City
FICHA TÉCNICA:
David Coverdale – vocals
Micky Moody – guitar
Bernie Marsden – guitar
Jon Lord - keyboards
Neil Murray – bass guitar
Ian Paice – drums
LINKS:
DISCO I:
DISCO II:

Ace of Spades - 80- Motorhead


Mais um dos grandes hinos do rock n' roll leva o nome desse album. Ace Of Spades. Como primeira postagem do Motorhead no nosso blog,nada mehor do que começar com este disco,que inseriu a banda entre as grandes bandas do heavy metal dos anos 80,fase que eu considero a melhor deles.Um clássico de muito peso, de uma das mais pesadas bandas de rock n' roll dos anos 70/80. Formação clássica de Lemmy nos vocais e baixo, o excelente"Fast" Eddie Clark na guitarra e o animal Phil "Phility Animal" Taylor na bateria,um dos melhores bateristas da fase pós 70,na minha opinião.Este disco mostra o Motorhead ainda não tão pesado quanto seria nos anos posteriores,mas registra toda a energia da banda e do quanto ela iria contribuir com os novos caminhod do heavy metal,com sua mistura da crueza do punk misturada à energia do hard rock,caminho que seria seguido por milhares de grupos nos anos seguintes.De certa forma o Motorhead foi precussor dessa revolução. O grupo teve inicio em 1975, lançando assim seu primeiro album Motorhead em 1977. A banda continua na ativa até os dias de hoje, com outra formação. Apenas o Lemmy continua na banda, mantendo sua posição de vocalista/baixista.
FAIXAS DO DISCO:
01. Ace Of Spades
02. Love Me Like A Reptile
03. Shoot You In The Black
04. Live To Win
05. Fast And Loose
06. (We Are) The Road Crew
07. Fire, Fire
08. Jailbait
09. Dance
10. Bite The Bullet
11. The Chase Is Better Than The Catch
12. The Hammer
13. Dirty Love
14. Please Don't Touch
15. Emergency
FICHA TÉCNICA:
Lemmy Kilminster - baixo e vocais
Phill ''Philty'' Animal Taylor -bateria
Fast Eddie Clarck - guitarras
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Live in New Jersey - 75 - Black Sabbath


Durante muitos anos os fãs do Sabbath ficaram à espera de um live do Sabbathão,mas reza a lenda que Tony Iommi nunca se interessou em gravar um ao vivo,pois temia as inevitáveis comparações entres os clássicos ao vivo das bandas rivais do Sabbath,pois achava que Ozzy não tinha as mesmas performances vocais destruidoras de Gillan,no Made in Japan,Plant em the songs remains the same,Coverdale no Made in Europe, e mais tarde,de Dio,com sua performance espetacular no Rainbow On Stage.Há quem diga que essa relutância de Iommi teria sido um dos estopins para a saída de Ozzy,pois Iommi reclamava que ele sempre esquecia as letras nos shows,mas,graças aos deuses do rock,existem os bootlegs,antes conhecidos como os bons e velhos piratões,e este é um dos melhores exemplos dos piratões,que faziam a festa dos roqueiros das antigas,e mostra um Sabbath muito bem ao vivo,com muitos improvisos típicos da época e que não agradavam em nada à Ozzy,mas eram a chance de Iommi,Butler e Ward extravasarem sua veia até mesmo jazzística - e ainda que eu seja obrigado a dar razão à Iommi,mesmo em relação à sua performance,que não consegue se equiparar às apresentações fodásticas de Blackmore e Page,o disco tem,sim,seu valor,e vale como registro de uma época em que o rock'n'nroll era tocado com muito carinho e paixão.Todos os grandes clássicos do Sabbath até então estão ai,e nessa altura a banda já tinha atingido seu auge com o Mad Man cuidando do microfone.
FAIXAS DO DISCO:
1 Killing Yourself To Live 6:10
2 Hole In The Sky 5:13
3 Snowblind 5:59
4 Symptom Of The Universe 5:19
5 War Pigs 7:39
6 Talking 0:44
7 Megalomania 10:06
8 Sabbra Cadabra 20:22
9 Supernaut 2:19
10 Iron Man 6:16
11 Orchid Rock & Roll Doctor Don't Start (Too Late) 8:46
12 Black Sabbath 6:46
13 Spiral Architect 4:33
14 Embryo Children Of The Grave 5:39
15 Paranoid 4:07
FICHA TÉCNICA:
Ozzy Osbourne - vocais
Tony Iommi - guitarras
Geezer Butler - baixo
Bill Ward - bateria
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Stand Up - 69- Jethro Tull


Stand Up é o segundo álbum da banda britânica Jethro Tull. Antes de sua gravação, o guitarrista e co-fundador Mick Abrahams deixou o grupo devido a diferenças musicais com Ian Anderson. Abrahams queria manter o som blues-rock de This Was, enquanto Anderson preferia explorar outros formatos musicais,e marca a estéia de Martin Barre na banda,onde ele continua firme o forte até os dias atuais,um verdadeiro escudeiro do gênio porra-louca Ian Anderson,além de trazer uma interessante releitura jazzistica para Boureé,clássico de Johan Sebastian Bach,com uma performance de baixo de Glenn Cornick de cair o queixo. Stand Up representa o primeiro álbum onde Anderson exerce controle total sobre as músicas e composições e marca a transição do som da banda,do blues-jazz para o rock-folk com algumas pitadas de psicodelia e peso,como na pesada sweet dreams,clássico obrigatório da banda atá os dias de hoje,e da linda balada qe used to know,além da engraçada e rica Fat Man,um som pra lá de folkeado,bem ao estilo do Jathro Tull.Stand Up alcançou a primeira colocação entre os mais vendidos na Grã-Bretanha naquele ano,e marcou o ingresso do Jethro Tull no seleto clube dos grandes.A notícia foi dada a Ian Anderson por ningúem menos que Joe cocker.
Curiosidade:O maestro David Palmer mais tarde fez uma cirurgia para troca de sexo,e hoje é uma feliz senhora de meia-idade.Tudo a ver com e estilo Tulliano,né?
FAIXAS DO DISCO:
(Todas as canções por Ian Anderson, exceto "Bourée")
1. "A New Day Yesterday" - 4:10
2. "Jeffrey Goes To Leicester Square" - 2:12
3. "Bourée" (J. S. Bach arr. Jethro Tull) - 3:46
4. "Back To The Family" - 3:48
5. "Look Into The Sun" - 4:20
6. "Nothing Is Easy" - 4:25
7. "Fat Man" - 2:52
8. "We Used To Know" - 3:59
9. "Reasons For Waiting" - 4:05
10. "For A Thousand Mothers" - 4:13
FICHA TÉCNICA:
* Glenn Cornick: baixo
* Clive Bunker: bateria, percussão
* Martin Lancelot Barre: guitarra, flauta
* Ian Anderson: flauta, órgão Hammond, piano, balalaika, gaita, vocais
* Cordas arranjadas e conduzidas por David Palmer
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Are You Experienced? - 67 -Jimi Hendrix Experienced


Mais um para a seção clássicos...O álbum de estréia desse poderoso power trio, impecável do início ao fim. Considero essa versão inglesa mais interessante que a americana, principalmente por causa das bonus tracks. A capa também acho mais legal. Aqui desfilam os grandes clássicos da banda, como Red House onde Hendrix mostra que também consegue afzer um blues de qualidade, Third Stone from the Sun (que entrou na trilha do filme Os Sonhadores, de Bernardo Bertolucci) e a própria faixa-título que é uma verdadeira viagem. Nos bônus temos as baladas Hey Joe e The Wind Cryes Mary que fizeram a carreira do Experience. Sem falar da Foxy Lady, Manic Depression, Fire entre todas a outras. O disco é um clássico do começo ao fim, tirando o Cream o Experience era o melhor Power Trio de sua época.
FAIXAS DO DISCO:
1. Foxy Lady – 3:19
2. Manic Depression – 3:42
3. Red House – 3:42
4. Can You See Me – 2:33
5. Love or Confusion – 3:11
6. I Don't Live Today – 3:55
7. May This Be Love – 3:11
8. Fire – 2:43
9. Third Stone From the Sun – 6:44
10. Remember – 2:48
11. Are You Experienced? – 4:14
Bonustracks:
12. Hey Joe
13. Stone Free
14. Purple Haze
15. 51st Anniversary
16. The Wind Cries Mary
17. Highway Chile
FICHA TÉCNICA:
Jimi Hendrix – guitar, vocals, piano
Noel Redding – bass, additional vocals
Mitch Mitchell – drums
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Volumes One & Two - 68 - The Soft Machine


O Soft Machine é uma daquelas bandas nada comerciais, que pouca gente ouve falar e de poucos ouvintes. Entretanto, sua música influenciou profundamente toda uma era, a segunda metade dos anos 1960. Grupo inglês de rock psicodélico com fortes influências do progressivo e do jazz rock, o Soft Machine estava no olho do furacão da chamada Canterbury Scene, movimento que inclui também o Caravan, o Gong e outras bandas ainda mais obscuras e undergrounds. Juntamente com o Pink Floyd e o Tomorrow, foi a primeira banda de rock psicodélico em todo o Reino Unido.O Soft Machine foi formado em 1996 por Robert Wyatt (bateria, vocais), Kevin Ayers (baixo, guitarra, vocais), Daevid Allen (guitarra) e Mike Ratledge (órgão). Nos primeiros shows, também houve a participação de um guitarrista americano chamado Larry Nowlin. Allen, Wyatt e o futuro baixista Hugh Hopper tinham tocado juntos no Daevid Allen Trio e ocasionalmente eram acompanhados por Ratledge. Wyatt, Ayers e Hopper foram membros fundadores da Wilde Flowers. Eles tocavam em bares do underground londrino, como o UFO, tocaram na Holanda, Alemanha e na Riviera Francesa. Em 1967, retornando de um show na França, Allen, que é australiano, estava com o visto vencido e não pôde mais entrar no Reino Unido. A banda continuou como um trio e Allen voltou para Paris, onde fundou o Gong.O futuro guitarrista do The Police, Andy Summers, chegou a integrar uma das formações do grupo em 1968, ano em que o Soft Machine excursionou pelos Estados Unidos abrindo os shows do The Jimi Hendrix Experience e gravou o primeiro álbum em Nova York.O primeiro disco mistura com competência rock psicodélico e jazz rock, em boas suítes. São 13 faixas de puro experimentalismo e cheias de efeitos eletrônicos. Destaque para a faixa de abertura, "Hope for Hoppiness" e "Save Yourself", verdadeiras pérolas do talentoso compositor e guitarrista Kevin Ayers. Já o Volume Two traz faixas mais curtas e algumas "seriadas", divididas em duas partes. Elas se comunicam entre si. São "músicas para o corpo e para a mente". Gosto muito de "Pig" e "Dada was here".
FAIXAS DO DISCO:
VOL I:
1.Hope for Happiness (Kevin Ayers, Brian Hopper, Michael Ratledge) – 4:21
2. Joy of a Toy (Ayers, Ratledge) – 2:49
3. Hope for Happiness (reprise) (Ayers, B. Hopper, Ratledge) – 1:38
4. Why Am I So Short? (Ayers, Hugh Hopper, Ratledge) – 1:39
5. So Boot if At All (Ayers, Ratlege, Robert Wyatt) – 7:25
6. Certain Kind (H. Hopper) – 4:11
7. Save Yourself (Wyatt) – 2:26
8. Priscilla (Ayers, Ratledge, Wyatt) – 1:03
9. Lullabye Letter (Ayers) – 4:32
10. We Did It Again (Ayers) – 3:46
11. Plus Belle Qu'une Poubelle (Ayers) – 1:03
12. Why Are We Sleeping? (Ayers, Ratledge, Wyatt) – 5:30
13. Box 25/4 Lid (Ratledge, H. Hopper) – 0:49
VOL II:
14. Pataphysical Introduction - part I (Robert Wyatt) - 1:01
15. A Concise British Alphabet - part I (Hugh Hopper, arr. Wyatt) - 0:10
16. Hibou Anemone and Bear (Mike Ratledge, Wyatt) - 5:59
17. Concise British Alphabet - part II (Hopper, arr. Wyatt) - 0:12
18. Hullo Der (Hopper, arr. Wyatt) - 0:54
19. Dada Was Here (Hopper, arr. Wyatt) - 3:26
20. Thank You Pierrot Lunaire (Hopper, arr. Wyatt) - 0:49
21. Have You Ever Bean Green? (Hopper, arr. Wyatt) - 1:19
22. Pataphysical Introduction - part II (Wyatt) - 0:51
23. Out of Tunes (Ratledge, Hopper, Wyatt) - 2:34
24. As Long as He Lies Perfectly Still (Ratledge, Wyatt) - 2:35
25. Dedicated to You But You Weren't Listening (Hopper) - 2:32
26. Fire Engine Passing with Bells Clanging (Ratledge) - 1:51
27. Pig (Ratledge) - 2:09
28. Orange Skin Food (Ratledge) - 1:47
29. A Door Opens and Closes (Ratledge) - 1:10
30. 10:30 Returns to the Bedroom (Ratledge, Hopper, Wyatt) - 4:13
FICHA TÉCNICA:
Brian Hopper - soprano saxophone, tenor saxophone
Hugh Hopper - bass guitar, alto saxophone
Mike Ratledge - keyboards, flute
Robert Wyatt - drums, vocals
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Freak Out -66- The Mothers of Invention


Freak Out!, mais um disco do Zappa no nosso blog,mas este merece estar aqui,pois era um diso difícil de achar nos anos do vinil. No Brasil, só importado. comprei ha mais de 15 anos este que o All Music classifica como "uma das mais ambiciosas estréias da história do rock". Zappa é uma figura mítica, ainda mais quando incorpora uma das mães da invenção. Álbum conceitual, profundamente psicodélico, cheio de referências ao rock, ao punk e às artes. Foi lançado como um LP duplo, para destruir todas convenções vanguardistas da época. Desde a abertura, com Hungry Freaks, Daddy, Freak Out! faz uma verdadeira sátira às bandas de pop rock adolescentes. São performances cruas mas, ao mesmo tempo, incrivelmente melódicas. Basta ouvir a longa suíte (são mais de 12 minutos) The return of the son of monster magnet. Claro, há muitos efeitos de estúdio, mas nada que ofusque a genialidade de Zappa. Tanto que alguns anos depois ele depois zarpou para uma carreira-solo e foi muito bem-sucedido em seu trabalho conceitual e extremamente sofisticado. Para poucos ouvidos mesmo.
FAIXAS DO DISCO:
1. Hungry Freaks, Daddy - Zappa 3:27
2. I Ain't Got No Heart - Zappa 2:30
3. Who Are the Brain Police?- Zappa 3:22
4. Go Cry on Somebody Else's Shoulder -Zappa 3:31
5. Motherly Love -Zappa 2:45
6. How Could I Be Such a Fool?- Zappa 2:12
7. Wowie Zowie -Zappa 2:45
8. You Didn't Try to Call Me - Zappa 3:17
9. Any Way the Wind Blows -Zappa 2:52
10. I'm not Satisfied - Zappa 2:37
11. You're Probably Wondering Why I'm Here- Zappa 3:37
12. Trouble Every Day- Zappa 6:16
13. Help, I'm a Rock- Zappa 8:37
14. It Can't Happen Here -Zappa 3:56
15. The Return of the Son of Monster Magnet- Zappa 12:17
FICHA TÉCNICA:
Frank Zappa - guitarra, teclados, percussão, vocais
Ray Collins - vocais, harmônica, percussão
Elliot Ingber - guitarra
Roy Estrada - baixo, vocais
Jimmy Carl Black - bateria, vocais
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Medusa - 70 - Trapeze

Esta é uma banda que acabou servindo de embrião para várias bandas consagradas anos mais tarde,com a ida de Glenn Hughes para o Deep Purple,Dave Holland para o Judas e o excelente guitarrista Mell Galley para várias bandas antes de se juntar ao Whitesnake, e chegou a ser até cogitado para substituir Blackmore no Purple.A banda,com todos os membros ainda na flor da idade,chegou a chamar a atenção e conseguiram algum destaque,mas como o esperado sucesso não veio,não resistiram ao assédio das bandas emergentes,de olho no talento de seus jovens músicos.O Trapeze chegou a excursionar com alguma repercussão pelos EUA,o eldorado das bandas nos anos 70,e ainda hoje.
Neste segundo álbum o som do Trapeze ficou mais definido e também mais encorpado,as composições também se apresentam mais sólidas e os arranjos mais estruturados.Coincidentemente as duas melhores composições são de Glenn Hughes,"Medusa" e "Seafull",esta segunda um hard blues de primeira que Glenn Hughes às vezes inclui em seu repertório atual.Curiosidade: O clássico Mistreated,do Purple,já tinha forma na cabeça de Hughes,e certamente teria feito parte do repertório do Trapeze,exceto pela letra,que foi criada por Coverdale,e alguma modificação feita por Blckmore Lord e Paice,mas ele já tinha a estrutura musical em mente.
O Trapeze realmente fazia um som bem interessante e próprio,basicamente um hard cru mas com influencias de soul e funk.A guitarra de
Mel Galley é muito bem timbrada,ele sabe tirar som do instrumento,mesclando suíngue,peso e feeling.Glenn Hughes está cantando com muita raça,e tocando seu baixo como nós já conhecemos.curiosamente em algumas músicas sua voz está lembrando um pouco a do Rob Halford do Judas Priest ,como por exemplo na "Jury", principalmente nos agudos.O batera Dave Holland sempre mais discreto mas segura tudo com competência e sem comprometer.
É um disco clássico na carreira de Glenn Hughes que muitos não conhecem,vale a pena não só por ele mas como pela banda em si,que esbanjava competência,tanto em estúdio como ao vivo,como nos mostra o excelente live ''You are the music...We're just the band'',que pretendo postar aqui dentro de alguns dias.
FAIXAS DO DISCO:
01 - Black Cloud
02 - Jury
03 - Your Love Is Alright
04 - Touch My Life
05 - Seafull
06 - Makes You Wanna Cry
07 - Medusa
FICHA TÉCNICA:
Glenn Hughes - baixo e vocais
Mell Galley - guitarras
Dave Holland - bateria
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In the Court of the Crimson King - 69 - King Crimson

Vou aqui fazer a primeira postagem em homenagem a uma das mais criativas bandas de todos os tempos,o King Crimson,em seu disco de estréia.
In the Court of the Crimson King é o álbum de estréia da banda inglesa de rock progressivo King Crimson. O disco foi muito importante e influente no desenvolvimento do rock progressivo . Combina uma musicalidade excepcional e letras poéticas. Em certa ocasião, foi dito que a banda fazia "heavy metal inteligente". A primeira faixa, 21st Century Schizoid Man, é provavelmente a mais conhecida da banda, contando com vocais distorcidos e uma sonoridade veloz e agressiva por parte da guitarra e do saxofone,,além de ume belíssima performance de baixo por parte de Greg Lake,que mais tarde brilharia no ELP.Este clássico do rei escarlate também foi regravado pelo mad man Ozzy Osbourne em seu disco de covers,mas na minha opinião a versão ficou muito aquém da original,pois a cacofonia interessante da música foi suprimida. O clima muda abruptamente com uma faixa suavemente melódica chamada I Talk to the Wind. Moonchild é uma música psicodélica éterea, que é encerrada com uma improvisação delicada e calma. Tanto Epitaph quanto a faixa-título, In the Court of the Crimson King, apresentam orquestrações com mellotron,formando uma suite musical das mais melódicas do rock progressivo,realmente muito bonito de se ouvir.O disco foi remasterizado e relançado no final da década de 90.
FAIXAS DO DISCO:
1. 21st Century schizoid man Mirrors (7:20)
2. I talk to the wind (6:05)
3. Epitaph (8:47) a) March for no reason b) Tomorrow and tomorrow
4. Moonchild (12:11) a) The dream b) The illusion
5. The court of the crimson king (9:22) a) The return of the fire witch b) The dance of the puppets
FICHA TÉCNICA:
Robert Fripp / guitar
Greg Lake / bass guitar, lead vocals
Ian McDonald/ reeds, woodwind, vibes, keyboards, mellotron, vocals
Michael Giles / drums, percussion, vocals
Peter Sinfield / words and illumination
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Pet Sounds - 66 - The Beach Boys


Bem,pessoal,depois de algum tempo sumido do blog,tinha que retornar com algo à altura dos ultimos posts,e aproveitando que o clássico máximo dos Beatles entrou por último,tinha obrigação moral de postar algo à altura,e pensei: Por que não postar logo o disco clássico da banda que o próprio Paul macca dizia ser a maior rival dos fab four?
Pet Sounds é um álbum de 1966 gravado pelo grupo The Beach Boys, que influenciou os Beatles a gravarem a sua obra prima. O Legendário Sgt Pepper's.
Brian, o líder e compositor da banda, nunca escondeu uma certa rivalidade com os Beatles (o próprio Paul McCartney revelou que os grandes rivais dos Beatles não eram os Stones e sim os Beach Boys) onde cada um queria fazer melhor para superar o outro. O ano era 1965 e os Beach Boys conseguiriam emplacar vários sucessos como "Barbara Ann", "Help-me Rhonda", "Wendy", "Surfi'n Safari", entre outros. Mas em Dezembro de 1965 os Beatles lançariam o clássico disco "Rubber Soul", de acordo com Brian Wilson o disco que mais o fascinou durante a sua vida. A grande sacada de "Rubber Soul" era acrescentar elementos no rock que antes ainda não haviam sido incluidos, como a sítara e o baixo destorcido. E as músicas tinham letras mais profundas e com temas mais "pesados" do que o habitual da época.Brian percebeu a mudança que estava ocorrendo no Rock e começou a trabalhar no que viria a ser um dos álbuns mais importantes e aclamados da história do Rock. "Pet Sounds", de 1966, incluia letras de reflexões, drama interior, prostituição infantil e drogas, além de um Brian Wilson deprimido e extremamente criativo. Ele incluiu nesse disco instrumentação erudita, como violinos, oboés e Trompas, instrumentos como o acordeon e, pasmen, até garrafas de coca-cola e latas de sorvete foram usados como percussão.Mas quando os Beatles responderam a concorrência com a sua obra prima o LP ‘Sgt Pepper's’ e ele ganhou às ruas, foi a vez de Brian Wilson novamente surpreender-se, mas agora já não de forma tão positiva como da primeira vez. Conta a lenda que, diante do poder do novo álbum dos Beatles, Wilson entrou em depressão, abandonando as sessões de ‘Smile’, que poderia ter sido o ‘Sgt Pepper's' dos Beach Boys. Atropelado em sua viagem na busca do maior álbum dos anos sessenta, restou aos Beach Boys lançar a pequena ‘sinfonia de bolso’, como definia Brian Wilson, o single ‘Good Vibrations’ - saído das sessões de ‘Pet Sounds’ – e o álbum ‘Smiley Smile’ (1967), sem o mesmo apelo conceitual da obra de Lennon & McCartney.
FAIXAS DO DISCO:
"Wouldn't It Be Nice" – 2:22
"You Still Believe in Me" – 2:30
"That's Not Me" – 2:27
"Don't Talk (Put Your Head on My Shoulder)" – 2:51
"I'm Waiting for the Day" – 3:03
"Let's Go Away for Awhile" – 2:18
"Sloop John B" – 2:56
"God Only Knows" – 2:49
"I Know There's an Answer" – 3:08
"Here Today" – 2:52
"I Just Wasn't Made for These Times" – 3:11
"Pet Sounds" – 2:20 "Caroline, No" – 2:52
FICHA TÉCNICA:

Mike Love - vocal
Carl Wilson - guitarra líder e vocal
Al Jardine - guitarra e vocal
Dennis Wilson - bateria
Brian Wilson - baixo, teclado e vocal
LINK: