segunda-feira, 21 de abril de 2008

Psychedelic Lollipop (66) - Blues Magoos


Imagine um jardim num cenário impossível, como Marte por exemplo. Estranho, mas caracteriza muito bem a presença dos Blues Magoos no meio onde surgiram. O quinteto, formado em 1964 sob a alcunha de Bloos Magoos, era composto por Ralph Scala (teclado), Ronald Gilbert (baixo), o jovem (de 16 anos) Emil "Peppy Castro" Thielheim (guitarra), Mike Esposito (guitarra-base) e Geoff Daking (bateria).

Nesse formato, o grupo que surgiu querendo fazer folk-rock lançou, em 1966, o álbum Psychedelic Lollipop. Como o próprio título sugere, o disco afunda valendo na psicodelia. Até aí nada muito anormal, acontece que se está falando de uma banda de Nova York! Os Blues Magoos produziam com perfeição tudo aquilo viria caracterizar o efervescente cenário cultural californiano, ou seja, do outro lado do continente. Mesmo separados por milhares de quilômetros, os nova-iorquinos estavam em total sintonia com o que se fazia na costa oeste. A prova disso era que em 1966 eles já esboçavam parte daquilo que iria consagrar o pessoal lá do lado do Pacífico a partir de 1967.

Por tudo isso, o disco de estréia dos Blues Magoos é considerado um clássico na história do rock. Para perceber como eles destoavam do seu meio, basta lembrar que o Velvet Underground, surgido na mesma Nova York e no mesmo período, imortalizou uma imagem sombria, pesada e podre daquela cidade. Porém, os autores de Psychedelic Lollipop viviam em Greenwich Village, bairro que se tornou célebre por abrigar incontáveis artistas. Críticos, pintores, escritores e toda a nata intelectual do lugar declarava-se admiradora da banda. Os cartazes de shows anunciavam que o grupo não tocava “música convecional”. E mesmo com o aviso, muitos saíam chocados após assitir um show.

O álbum de estréia foi impulsionado por um hit milionário, (We Ain’t Got) Nothin’ Yet, que teve o refrão roubado, posteriormente, pelo Dee Purple em Black Night. A capa do disco já mostrava claramente o caráter lisérgico da música feita pelo grupo. Mesmo de predominância psicodélica, a banda tinham uma sonoridade bem garageira. Registraram ainda, nesse primeiro trabalho, números de rhythm & blues e covers, como I’ll Go Crazy de James Brown e uma versão monstruosa para a clássica Tobacco Road. Entre as composições próprias, destaque para a empolgante Gotta Get Away e One By One. Ainda, na categoria pequenas curiosidades do mundo do rock, tem-se a gravação de Queen of my Nights (dos Nashville Teens, de 1964) que iria inspirar o sucesso Love Is All Around dos Troggs, em 1968.

Em 1967, lançam Electric Comic Book. Apesar de não ter se tornado um clássico do rock como Psychedelic Lollipop, esse segundo trabalho é, sem dúvida, o auge do Blues Magoos. Trata-se de um digno representante da psicodelia sessentista, com a banda esbanjando criatividade. Pipe Dream e There’s A Chance We Can Make It foram sucessos. Gloria, cover de Van Morrison, é o momento embalado do disco, que encerra com o grupo executando That’s All Folks, vinheta de encerramento dos desenhos do Pernalonga (“Isto é tudo pessoal”). Apesar de ter vendido muito bem, o disco não se manteve seis meses nas paradas como o seu antecessor.

No ano seguinte, a banda aparece com Basic Blues Magoos. Esse seria seu último disco pela Mercury. Com ele, tiveram diversos sucessos menores, mas sem emplacar nenhum hit grandioso. A pouca repercussão desse trabalho, aliado à tensões internas, resultou na separação do grupo. Porém, Peppy Castro resolveu manter o nome da banda e, com uma formação totalmente diferente (Eric Kaz, Richie Dickon, Roger Eaton e John Liello), conseguiu assinar uma contrato com a ABC Records. O resultado foi desastroso, sendo lançados dois disco de blues-rock que foram considerados medíocres pela crítica: Never Goin’ Back to Georgia (1969) e Gulf Coast Bound (1970). Assim, seguiram juntos até 1972, sem sucesso, quando anunciaram o fim do grupo. Apesar de alguns integrantes terem continuado envolvidos com música, nunca mais atingiram o sucesso novamente. Peppy Castro participou de bandas menores, como Barnaby Bye (folk-rock), Wiggy Bits e Balance, mas com exceção de um single de relativo sucesso em 1981, não se envolveu em mais nada significativo. Ficou no ostracismo, compondo e produzindo jingles para comerciais.Apenas em 1992 seria lançado um novo disco da banda, a coletânea Kaleidoscope Compendium, com 23 faixas. Pela primeira vez músicas dos Blues Magoos eram lançadas em CD. Depois disso, somente em 1995 uma edição alemã (difícil de se adquirir) de Psychedelic Lollipop apareceu no mercado. E, por fim, em 1999 a Collectables Records, especializada em raridades, lançou os dois primeiros LPs da banda em um único CD. Empolgados com esse fato, a formação original chegou a se reunir para alguns shows no ano 2000. Restam os três últimos discos do grupo (de menor importância, é verdade), os singles e seus lados-B raros que nunca apareceram no formato digital. E provavelmente nunca serão relançados. Sorte de quem tem... e azar da maioria.
Faixas do disco:
"(We Ain’t Got) Nothing Yet" (Esposito, Gilbert, Scala) – 2:10
"Love Seems Doomed" (Esposito, Gilbert, Scala) – 3:02
"Tobacco Road" (John D. Loudermilk) – 4:30
"Queen of My Nights" (Blue) – 2:52
"I’ll Go Crazy" (James Brown) – 1:58
"Gotta Get Away" (Adams, Gordon) – 2:35
"Sometimes I Think About" (Esposito, Gilbert, Scala) – 3:35
"One by One" (Gilbert, Theilhelm) – 2:45
"Worried Life Blues" (Marriweather) – 3:45
"She’s Coming Home" (Atkins, Miller) – 2:36
Ficha Tecnica:
Ralph Scala - keyboards, vocals
Emil “Peppy” Theilhelm – guitar, vocals
Ron Gilbert – bass, vocals
Mike Esposito – guitar
Geoff Daking – drums, percussion
Texto retirado do site Wiplash
Blues Magoos-Lolipop USA/1966 Psicho/Rock

Dawn Explosion (77) - Captain Beyond


Captain Beyond foi uma banda de rock formada em Los Angeles em 1972 por ex-membros de outros grupos proeminentes. O cantor Rod Evans passou pelo Deep Purple, o baterista Bobby Caldwell tocou com Johnny Winter e o guitarrista Larry Reinhardt “Rhino” e o baixista Lee Dorman eram do Iron Butterfly.Essa formação gravou seu auto-intitulado debut-álbum "Captain Beyond" (verdadeira obra-prima) em 1972 pelo selo de Rock Sulista Capricorn.Depois disso, no segundo disco "Sufficiently Breathless" (1973), a banda altera a sua formação, adicionando novos elementos como teclados (Reese Wynans) e percussão (Guille Garcia), lembrando que Bobby Caldwell (que volta a trabalhar com Johnny Winter) foi substituído por Marty Rodriguez.No entanto, o péssimo gerenciamento da carreira da banda, a cargo do próprio presidente da Capricorn, uma gravadora especializada em Southern Rock, minaram as chances comerciais do CAPTAIN BEYOND, levando ao encerramento das atividades.O Captain Beyond permaneceu inativo depois da saída de Rod Evans, mas reorganizou-se em 1976, ainda sob contrato da Capricorn. Rhino e Dorman ainda tentaram fazer mais uma tentativa com a formação original, mas não conseguiram a adesão de Evans, que naquela época já desistira de ser músico profissional, arriscando em 1980 um retorno do Deep Purple, onde dentre os músicos somente ele havia passado pela banda, sendo que a fraude lhe rendeu um mico monstruso e alguns processos movidos por cada integrante do Purple e pela Thames Talent que administra até hoje os bens da banda. Depois disso, Evans nunca mais foi encontrado, sabendo-se apenas que ele vive em Los Angeles e que se recusa terminantemente a dar entrevistas.Enfim, Bobby Caldwell retornou e Willy Daffern assumiu os vocais do terceiro álbum da banda, "Dawn Explosion" de 1977, sendo que esse acabou sendo o último disco do Captain Beyond.
Track list:
01. Do Or Die 3:38
02. Icarus 4:17
03. Sweet Dreams 5:29
04. Fantasy 6:02
05. Breath Of Fire (a) A Speck Within A Sphere 3:04
06. Breath Of Fire (b) Alone In The Cosmos3:15
07. If You Please 4:13
08. Midnight Memories 4:00
09. Space Interlude 0:52
10. Oblivion 2:13
11. Space Reprise 0:55

Silence Followed By A Deafening Roar (08) - Paul Gilbert


Na seqüência do sucesso de “Get Out of My Yard”, este segundo álbum instrumental, e oitavo solo, do fantástico ‘shredder’ Paul Gilbert tem uma toada bem roqueira, algo muito característico seu, que o diferencia da maioria dos grandes virtuosos da guitarra.
‘Endorsee’ da Ibanez e dono de um timbre muito agradável e particular - e invejado por muitos - Paul abre o álbum com a faixa título “Silence Followed by a Deafening Roar”. Trata-se de rock que combina melodia e técnica apuradíssima de guitarra, ou melhor, melodia com uma grande coleção de técnicas apuradíssimas.
Em “Eudaimonia Overture”, temos harmonias simples recheadas de frases muito criativas, de extremo bom gosto e de solos arrasadores. Ao final segue uma seqüência de arpejos e frases que, apesar de terem muito de Bach, e de lembrarem em alguns momentos Yngwie malmsteen, têm a cara de Gilbert.
“The Rhino” é um rock’n’roll muito bem montado com solos fortes e com ‘riff’ mais uma vez bastante criativo. “Bronx 1971” vai bem na linha rock funk. Destaque para o teclado da Sra. Emi Gilbert que dá um colorido especial a essa boa música.
“The Gargoyle” tem guitarras dobradas num forte estilo Iron Maiden. É o heavy metal do album. Headbanger nenhum deve deixar de curtir. Muita técnica a favor da música, muita palhetada alternada super rápida e energia.
De maneira geral, temos um álbum cheio de diversidade musical, de técnicas afiadíssimas, arpejos, saltos de corda, virtuosismo e criatividade. O trabalho passa vários climas em suas onze faixas, mas em quase sua totalidade é composto por músicas rápidas e energizantes.
A grande maioria das músicas não é chata ou cansativa, algo difícil para trabalhos instrumentais. A única faixa que não cativa é a faixa título. Esse álbum é uma excelente opção para adoradores de rock instrumental, sejam eles músicos ou apenas bons ouvintes.
Faixas do Disco:
1. Silence Followed By A Deafening Roar (3:48)
2. Eudaimonia Overture (4:35)
3. The Rhino (2:46)
4. Norwegian Cowbell (4:06)
5. I Cannot Tell A Lie (3:50)
6. Bronx 1971 (4:04)
7. Suite Modale (2:38)
8. The Gargoyle (4:35)
9. I Still Have That Other Girl (2:52)
10. Bultaco Saturno (4:13)
11. Paul Vs. Godzilla (4:52)

Plays Floyd Unplugged (01) - David Gilmour


Disco que mostra a face acústica de grandes clássicos do Floyd no poderoso vocal e no lindo violão de David Gilmour, onde ele mostra que as músicas do Floyd de qualquer jeito são excelentes, show feito em 2001 excelente.
Faixas:
1. Shine On You Crazy Diamond (Pts.1-5) (Acoustic) 10:51
2. Terrapin (Acoustic) 4:26
3. Fat Old Sun (Acoustic) 4:10
4. Coming Back To Life (Acoustic, with Children's Choir) 6:50
5. High Hopes (D.Gilmour on Slide Guitar) 9:34
6. Je Croix Entendre Encore 4:07
7. Smile 4:16
8. Wish You Were Here 5:58
9. Comfortably Numb (D.Gilmour on Electric Guitar for Solo) 8:10
10. The Dimming Of The Day 4:45
11. Shine On You Crazy Diamond (Pts.6, 7 & 9) 6:07
12. A Great Day For Freedom (Acoustic, with Children's Choir) 6:47
13 Hushaby Mountain 1:48
Total Time: 77:55
Ficha Tecnica:
David Gilmour - acoustic, electric, & slide guitar
Michael Kamen - piano and cor anglais
Chucho Merchan - double bass
Caroline Dale - cello
Dick Parry - saxophone
Neill MacColl - acoustic guitar
Nic France - percussion
Gospel Choir led by Sam Brown
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domingo, 20 de abril de 2008

1001 Discos Para Ouvir Antes De Morrer (08) - Robert Dimery



Vamos fugir um pouco de discos nesse Blog, agora irei comentar sobre um livro que acabara de comprar na livaria Nobel, '1001 discos para ouvir antes de morrer' é um clássico na cara, por muitos considerado a verdadeira bíblia da música o livro cita e comenta de artistas dos mais variados estilos, de Frank Sinatra a Sepultura, de Marvin Gaye a David Bowie e por aí vai, mas não pense que foram qualquer pessoas que escolharam esses clássicos da música os discos no livro citados e foram selecionados e comentador por 90 críticos de renome internacional. O livro abrange desde as origens do Rock 'N' Roll nos anos 50 aos mais recente sucessos, embora grande parte do livro seja dedicada ao Rock e ao Pop, há também dezenas de boas indicações de Jazz, Blues, Punk, Heavy Metal, Disco, Soul, Hip-Hop, Música Experimental, World Music, Dance e diversos outros. E o interessante que a maioria desses tipos de livros eles se prendem só ao Estados Unicos e a Inglaterra praticamente, nesse livro não eles cita diversos nome do Brasil como Chico Buarque, Elis Regina, João Gilberto, Mutantes entre diversos outros. Sem dúvida um clássico que pra quem gosta de música é um livro OBRIGATORIO.
Esse blog foi feito para ir postando de pouco em pouco os discos citado no livro: http://1001-discos.blogspot.com/.

sábado, 19 de abril de 2008

The Soundtrack (94) - Forrest Gump


"32 AMERICAN CLASSICS ON 2 CDs" essa frase escrita no topo da capa do disco resume tudo. O filme Forrest Gump é uma obra- prima e a trilha sonora têm papel fundamental no impacto de algumas cenas, acompanhando a cronologia do filme, sendo um documentário da música americana dos anos 50 ao final dos anos 70, não traz músicas inéditas e é uma miscelância de estilos: do rock 'n roll de Elvis e dos Beach Boys; ao rock clássico do Creedence Clearwater Revival, do The Doors e do Jefferson Airplane; ao folk do grande Bob Dylan, da trovadora Joan Baez , Paul Simon e Art Garfunkel; ao soul da Aretha Franklin e das Supremes; sem falar em vários outros clássicos americanos, como The Mamas and The Papas, Scott Mackenzie, BJ Thomas, Lynyrd Skynyrd, Fleetwood Mac... Uma aula de história musical. Para as gerações mais novas garantia de novas descobertas.


CD 01


01. Jefferson Airplane – Volunteers

02. Youngbloods - Let's get together
03. Scott McKenzie - San Francisco
04. Byrds - Turn, turn, turn (To everything there is a season)
05. Fifth Dimension - Medley (Aquarius - Let the sunshine in)
06. Harry Nilsson - Everybody's talkin'
07. Three Dog Night - Joy the world
08. Supremes - Stoned love
09. BJ Thomas - Raindrops keep falling on my head
10. Randy Newman - Mr President (Have a pity on the workin
11. Lynyrd Skynyrd - Sweet home Alabama
12. Doobie Brothers - It's keeps you runnin'
13. Gladys Knight & The Pips - I've got to use my imagination
14. Willie Nelson - On the road again
15. Bob Seger & The Silver Bullet Band - Against the wind
16. Alan Silvestri - Forrest Gump Suite


CD 02


01. Elvis Presley - Hound dog

02. Duane Eddy - Rebel rouser
03. Clarence 'Frogman' Henry - (I don't know why) But I do
04. Rooftop Singers - Walk right in
05. Wilson Pickett - Land of 1000 dances
06. Joan Baez - Blowin' in the wind
07. Creedence Clearwater Revival - Fortunate son
08. Four Tops - I can't help myself (Sugar pie honey bunch)
09. Aretha Franklin - Respect
10. Bob Dylan - Rainy day women #12 & 35
11. Beach Boys - Sloop John B
12. The Mamas & The Papas - California dreamin'
13. Buffalo Springfield - For what it's worth
14. Jackie DeShannon - What the world needs now is love
15. Doors - Break on throught (To the other Sid
16. Simon & Garfunkel - Mrs Robinson


CD 01:
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CD 02:
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The Best of Jazz-Rock Bass Guitar (??) - Jaco Pastorius



Coletânea que contem os maiores sucessos do gênio no baixo Jaco Pastorius. Baixista de Jazz deixou seu nome marcado na história da música como um dos melhores e mais influente baixistas de todos os tempos. Puxou seu amor da música por seu pai que era baterista, Jaco era viciado em espotes era baterista de uma banda mas em um jogo de Futebol Americano ele quebrou o pulso esquedo o que prejudicou sua agilidade enquanto baterista, o baixo surgiu por acaso quando o baixista de sua banda na época saiu so grupo. Segundo as próprias palavras de Pastorius, suas principais influências musicais foram: " James Brown, The Beatles, Miles Davis, and Stravinsky, nessa ordem." Além desses, Jaco cita outros nomes como Jerry Jemmott, James Jamerson, Paul Chambers, Harvey Brooks, Tonny Bennet, Sinatra, Duke Ellington, Charlie Parker, e cita com especial atenção o nome de Lucas Cottle, um desconhecido baixista neo-zelandês que tem algumas gravações ao lado de Pastorius. Jaco foi um eximio baixista que inovou e muito o mundo do baixo eletrico, linhas de baixo como a de Teen Town e Donna Lee comprovam a afirmação. Pastorius teve problemas mentais (distúrbio bipolar, síndrome de pânico e depressão) em consequência das drogas e do álcool o que fez sua carreira ter uma decaida. Jaco morreu em consequência de uma briga após um show de Carlos Santana onde se meteu em briga com o gerente do clibe e sofre um traumtismo craniano o que o fez entrar em coma por 10 dias, até o dia que decidiram desligar os aparelhos sendo que seu coração ainda bateu por 3 horas, ensse dia perdemos um grande nome da música que nunca será esquecido.

Jaco Pastorius - The Best of Jazz-Rock Bass Guitar(Coletânea)

Tracklist:

01. Donna Lee

02. The Chiken

03. The Dry Cleaner from Des Moines

04. Out of the Night

05. Birdland

06. Kuru - Speak Like a Child

07. Sunday

08. Portrait of Tracy

09.Invitation

10. Sophisticated Lady

11. Teen Town

12. Fannie Mae

13. Layas

14. Continuum

15. (Used to be A) Cha Cha

16. Amerika (The Beautiful)

Part 1: http://rapidshare.com/files/19205913/JP_lossy.part1.rar

Part 2: http://rapidshare.com/files/19206044/JP_lossy.part2.rar

A capa do CD está aqui: http://rapidshare.com/files/19206092/JP_cover.rar

Senha: Ibiza

Pra quem gosta de baixo e Jazz é um prato cheio.

sexta-feira, 18 de abril de 2008

Discografia Completa (95 à 07) - Gov't Mule



Gov’t Mule é uma banda de southern rock/jam formada em 1994 pelo guitarrista Warren Haynes e o baixista Allen Woody, da Allman Brothers Band, que juntaram-se a Matt Abts, baterista. A idéia inicial era apenas um projeto paralelo ao Allman Brothers que revivesse os famosos power-trios das décadas de 60 e 70. A primeira apresentação da banda aconteceu em maio de 1994 no The Palamino, Hollywood, com um repertório que mesclava composições próprias com alguns covers que ganhavam uma roupagem totalmente diferente, característica que a banda preserva até hoje. Outra característica do Gov’t Mule é praticamente não repetir os sets dos shows, sempre apresentando uma novidade. Talvez por isso eles permitam que seus shows sejam gravados e ainda reservam um espaço do seu site oficial para que os fãs façam trocas dessas gravações
High & Mighty (06) -
The Deep End (01)
The Deep End Vol 2 (02)
Déjà Voodoo (04)
http://link-protector.com/334412/ http://link-protector.com/334418/The Deepest End (03)
http://sharebee.com/b24163a7
http://sharebee.com/4094614a
http://sharebee.com/0f26bd2d
http://sharebee.com/be9db71f Mo' Voodoo (EP) (05)
http://link-protector.com/334625/ Gov't Mule (95)
http://sharebee.com/78bf0871 Live At The Roseland Ballroom (96)
http://link-protector.com/334034/

LIVE... With A Little Help From Our Friends!(98)

http://link-protector.com/334160/
http://link-protector.com/334144/

Dose (98)
http://link-protector.com/334083/Life Before Insanity (00)

http://sharebee.com/901b2a72 Mighty High (07)
http://sharebee.com/e30a24e3

http://sharebee.com/dd9bfdf7

The Dark Side Of The Moon (73) - Pink Floyd


Pink Floyd no fim dos 60 e no ínicio dos 70 possuia certo prestígio com álbuns como Meddle e Ator Heart Mother, mas nada de excepecional a cartada que levou o Floyd pro topo foi esse disco The Dark Side Of The Moon de 73 que por muitos é considerado o melhor disco do Floyd e do progressivo além de ter sido o 3° álbum mais vendido no mundo e até hoje conquista milhares de ouvintes. O álbum foi composto por Roger Waters, um gênio da música, ele nesse disco se supera não existe uma música que você não goste de primeira o álbum começa com Speak To Me/ Breath que começa o disco com chave de ouro, ela vem seguida da música On The Run que é cheia de efeitos e quase totalmente intrumental, tirando a voz de Aeromoça de fundo no começo da música, ela vem seguida de um dos maiores clássicos do Floyd a linda Time que sempre te dá um susto com o barulho dos relogios do começo, segu-se com a linda The Great Gig In The Sky onde Clare Torry mostra todo seu poder no vocal com um lindo e extenso solo de vocal, chega a clássica e animada Moneyq ue com seu baixo clássico possui um lindo solo de trompete, Us And Them é uma música calma e relaxante a voz de Gilmour faz você viajar nela aí o disco fecha com chave de ouro com Any Colour You Like, Brain Damage e Eclipse. Um disco que não se contem palavras pra dizer o que foi, o que é essa obras prima do Floyd, obrigatório pra quem gosta de MÚSICA.
Faixas do Disco:
"Speak to Me/Breathe" (Nick Mason, David Gilmour, Roger Waters, Rick Wright) - 3:59
"On the Run" (Gilmour, Waters) - 3:35
"Time/Breathe (Reprise)" (Gilmour, Waters, Wright, Mason) - 7:04
"The Great Gig in the Sky" (Wright) - 4:48
"Money" (Waters) - 6:24
"Us and Them" (Wright, Waters) - 7:49
"Any Colour You Like" (Gilmour, Wright, Mason) - 3:26
"Brain Damage" (Waters) - 3:50
"Eclipse" (Waters) - 2:04
Ficha Tecnica:
Roger Waters - baixo, guitarra, teclas, vocal, sintetizador VCS 3, efeitos gravados
Nick Mason - percussão, bateria, efeitos gravados
Richard Wright - teclas, vocal, sintetizador VCS 3
David Gilmour - guitarra, teclas, vocal, sintetizador VCS 3
Dick Parry - saxofone
Lesley Duncan - vocal de apoio
Doris Troy - vocal de apoio
Barry St. John - vocal de apoio
Liza Strike - vocal de apoio
Clare Torry - vocal em "The Great Gig in the Sky"

quinta-feira, 17 de abril de 2008

Quatermass (1970) - Quatermass


Formado em 1969, na Inglaterra, o Quatermass era constituído por músicos de grande experiência e que se juntos não alcançaram o sucesso esperado, porém estiveram sempre rodeados de nomes famosos e deixarem um grande legado para o rock and roll. Contando com Mick Underwood na bateria, Peter Robinson nos teclados e Johnny Gustafson nos baixos e vocais, o Quartermass gravou um excepcional álbum homônimo em 1970.O disco conta com a canção “Black Sheep of the Family", um clássico absoluto, que foi regravado com grande sucesso pelo Rainbow, em 1975, na estréia com o álbum Ritchie Blackmore's Rainbow, que contava com o vocal sensacional de Ronnie James Dio. O incrível é que a versão original do Quartermass, mesmo sem guitarra, consegue preencher todos os espaços com ótimas linhas de baixo e teclados. A idéia do Quatermass era fazer um hard progressivo, usando influências de outros grandes power trios da época como Nice, Cream e Jimi Hendrix Experience, entre outros.Após o lançamento de seu álbum de estréia, o Quartermass recebeu diversas críticas positivas que, inclusive, levaram o trio a fazer uma turnê pelos Estados Unidos. Apesar da expectativa, a falta de investimento em publicidade e de uma boa assessoria fizeram com que a banda não conseguisse o êxito esperado, levando o grupo ao seu final em abril de 1971.
FAIXAS DO DISCO:
1. Entropy
2. Black Sheep of the Family
3. Post War Saturday Echo
4. Good Lord Knows
5. Up on the Ground
6. Gemini
7. Make up your Mind
8. Laughin’ Tackle
9. Entropy
10. One Blind Mice
11. Punting
FICHA TÉCNICA:
Mick Underwood – bateria
Peter Robinson – teclados
Johnny Gustafson – baixo e vocal
Ofericido pela grande colaboradora do blog Giulianella, thanks again girl!

A Night At The Opera (75) Queen


A Rainha foi uma máquina de lançar álbum bom atrás de álbum bom, clássicos como A Kind Of Magic, A Day At The Races, News Of The World, The Game entre diversso outro vão ficar marcados na história, MAS nenhum se compara a obr aprima que sempre será A Nigh At The Opera de 75. Esse disco por muitos é o disco da carreira do Queen pois além de conter grandes clássicos do Queen o disco apresenta a mistura de 2 estilos que antes eram muito distanceados, o Rock e a Opera. O álbum abre com a Death On Two Legs que é uma verdadeira obra prima o vocal de Mercury mostra presença junto com as guitarras de May, mas não é so Mercury que mostra sue poder nos vocais no disco Roger Taylor também na faixa I'm In Love With My Car, ela vem seguida da clássica do Queen, You're My Best Friend seguida de '39 que é uma das faixas do disco que mais mostra a mistura da Ópera com o Rock junto com a música que é a cara do grupo Bohemian Rhapsody, o disco também contem outras músicas exclente como a acústica Love Of My Life. Um disco que é um deleito do começo ao fim, obrigatório. Destaque pra ugitarra de May e a hamornia das vozes dos 4 integrantes.
Faixas do Disco:
"Death on Two Legs" (Freddie Mercury) – 3:43
"Lazing on a Sunday Afternoon" (Mercury) – 1:07
"I'm in Love with My Car" (Roger Taylor) – 3:04
"You're My Best Friend" (John Deacon) – 2:52
"'39" (Brian May) – 3:30
"Sweet Lady" (May) – 4:03
"Seaside Rendezvous" (Mercury) – 2:14
"The Prophet's Song" (May) – 8:20
"Love of My Life" (Mercury) – 3:38
"Good Company" (May) – 3:23
"Bohemian Rhapsody" (Mercury) – 5:54
"God Save the Queen" (trad.; Arr. May) – 1:13
Ficha Tecnica:
Fredie Mercury - Vocais principais e teclados
Brian May - Guitarra
John Deacon - Baixo
Roger Taylor - Bateria e Vocais (I'm in Love with My Car)

Wipe The Windows, Check The Oil, Dollar Gas (76) Allman Brothers Band

The Allman Brothers Band é uma banda de Macon, Geórgia, nos Estados Unidos da América, chamada pelo Hall da Fama do Rock and Roll como os principais arquitetos do rock sulista estadunidense.
A banda foi formada em 26 de março de 1969 na Jacksonville, Florida com Duane Allman, Gregg Allman, Dickey Betts, Berry Oakley. Butch Trucks e Jai Johanny "Jaimoe" Johanson.
Formado originalmente em 1969, foram descritas dois anos depois por George Kimball, jornalista da revista Rolling Stone, como o "a melhor banda de rock and roll que este país produziu nos últimos cinco anos". Reconhecida por sua capacidade de improvisação impressionante, cujo melhor exemplo se encontra no álbum At Fillmore East, a banda foi premiada com onze discos de ouro e cinco de prata entre 1971-2005. A revista Rolling Stone listou o The Allman Brothers como um dos 100 Maiores Artistas de Todos os Tempos em 2004. A banda continua a gravar e realizar turnês até hoje.

Track listing
Introduction by Bill Graham– 1:05
"Wasted Words" (Allman) – 5:10
"Southbound" (Betts) – 6:03
"Ramblin' Man" (Betts) – 7:09
"In Memory of Elizabeth Reed" (Betts) – 17:19
"Ain't Wastin' Time No More" (Allman) – 5:41
"Come and Go Blues" (Allman) – 5:05
"Can't Lose What You Never Had" (Waters) – 6:43
"Don't Want You No More" (Davis, Hardin) – 2:48
"It's Not My Cross to Bear" (Allman) – 5:23
"Jessica" (Betts) – 9:05

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Senha: lagrimapsicodelica

quarta-feira, 16 de abril de 2008

Paris (80) Supertramp


Supertramp é uma banda britânica de rock progressivo que lançou uma série de álbuns de sucesso nos anos 70. No princípio gravavam mais álbuns conceituais, mas tornaram-se mais conhecidos por suas posteriores canções ao estilo dos Beatles, como "Dreamer", "Give a Little Bit", "The Logical Song", "Breakfast in América", "It's Raining Again" e uma série de outros sucessos.Apesar do enorme sucesso o grupo, por opção, nunca alcançou o estrelato; era afirmado durante o auge de sua popularidade que os Supertramp eram a banda que mais vendia no mundo cujos integrantes poderiam andar na rua sem serem reconhecidos. E realmente, a banda era um sucesso tão estrondoso quanto os Rolling Stones, a diferença era que os cinco integrantes optavam por uma espécie de anonimato, sem grandes explorações comerciais. Segundo especialistas, esse fator comprova a qualidade natural da banda e a ratifica entre as melhores e maiores bandas da história do rock e registrou no álbum Paris um de seus melhores shows,e certamente um dos melhores live da história do rock,o que não é fácil em se tratando de uma banda com a complexidade sonora do Supertramp.
FAIXAS DO DISCO:
1:School
2: Ain't Nobody But Me
3: The Logical Song
4: Bloody Well Right
5:Breakfast In America
6:You Started Laughing
7:Hide In Your Shell
8: From Now OnDreamer
9: Rudy
10: A Soapbox Opera
11: Asylum
12:Take The Long Way Home
13:Fool's Overture
14Two Of Us
15 Crime Of The Century
FICHA TÉCNICA:

Rick Davies - keyboards, vocals, harmonica
John Helliwell - saxophones, woodwinds, keyboards, vocals
Roger Hodgson - guitars, keyboards, vocals
Bob Siebenberg (as Bob C. Benberg) - drums, percussion
Dougie Thomson - bass, additional backing vocals

segunda-feira, 14 de abril de 2008

Rising (76) Rainbow


Pra comemorar o aniversário de Ritchie Blackmore,que foi ontem,14/04,quando o gênio completou 63 anos de idade,posto aqui este clássico que dispensa grandes comentários,pra gente ir matando a saudade de quando o cara arrebentava com sua indefectível Fender branca,criando riffs e mais riffs,e lançando uma sequência invejável de álbuns foda,como este que segue,que foi o Segundo álbum da dupla Blackmore / Dio. O rainbow era então uma banda oficial e contava com Cozy Powell nas baquetas, Tony Carey nos teclados e Jimmy Bain no baixo. Com esta formação estava marcada de uma vez por todas o nome Rainbow no hall das lendas do Rock 'n Roll, e há quem diga que este álbum transformou o rock n roll em Heavy Metal. É com certeza o álbum preferido dos grandes fãs desta maravilhosa banda...
FICHA TÉCNICA:
Ritchie Blackmore - guitars
Ronnie James Dio - vocals
Cozy Powell - drums
Jimmy Bain - bass
Tony Carey - keyboards
FAIXAS DO DISCO:
1: Tarot woman
2:Run with the wolf
3:Starstruck
4:Do you close your eyes
5: Stargazer
6:A light in black
LINK:

The Allman Brothers Band (69)- The Allman Brothers Band


Quando se trata de grande bandas do Southern Rock sempre é citado Lynyrd Skynyrd e essa aí Allman Brothers Band. Allman Brothers Band é uma banda dos EUA e gravaram seu nome do mundo da música com álbuns clássicos como Live At Fillmore East, Eat A Peach e Brothers And Sisters. E sem esqueçer seu álbum homonimo de 69 ,o álbum já começa com o poderoso intrumental Don't Want You No More, que vem seguida , formando uma única faixa, It's Not My Cross To Bear onde Greg Allman mostra sua potencia nos vocais numa música calma, agora vem seguido 3 verdadeiras porradas: Black Hearted Woman, Trouble No More (cover do Muddy Waters), Every Hungry Woman, seguida da linda Dreams com seus 7 minutos e por último Whipping Post. um álbum emocionante do começo ao fim, obrigatorio pra quem gosta do estilo Southern, destaque pra guitarra de Duane Allman.
Faixas do Disco:
Todas as músicas escritas por Greg Allman menos onde existe referência.
"Don't Want You No More" (Spencer Davis/Eddie Hardin) – 2:29
"It's Not My Cross to Bear" – 4:48
"Black Hearted Woman" – 5:20
"Trouble No More" (Muddy Waters) – 3:47
"Every Hungry Woman" – 4:16
"Dreams" – 7:19
"Whipping Post" – 5:19