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domingo, 28 de setembro de 2008

Live Kilburn 1977 - The Who


Qualquer um sabe o poder do The Who ao vivo seja em qualquer época, agora imagine o The Who no seu auge em 1977 tocando suas músicas mais conhecidas em uma apresentação memóravel. Essa apresentação occoreu no Gaumont State Theatre, Kilburn, Londres, em 15 de dezembro de 1977. Esse DVD ainda não foi lançado no Brasil mas já há uma previsão para lançamente por terras tupiniquins logo logo. Show em formato Mp4, então não é uma qualidade tremenda mas isso não atrapalha muito.
Faixas do DVD:
01. I Can't Explain
02. Substitute
03. Baba O'Riley
04. My Wife
05. Behind Blue Eyes
06. Pinball Wizard
07. I'm Free
08. Tommy's Holiday Camp
09. Summertime Blues
10. Shakin' All Over
11. My Generation
12. Join Together
13. Who Are You
14. Won't Get Fooled Again

Link retirado do site maximum Who http://maximumwho.blogspot.com/

sexta-feira, 27 de junho de 2008

Live Album (70) - Grand Funk Railroad



Imagine uma banda que é uma verdadeira porrada em estúdio ao vivo. O Grand Funk já dominava as paradass com seus 4 discos até que decidiram lançar um álbum ao vivo, e o resultado foi excelente. Eles mostram tudo de si em faixas bombasticas como Are You Ready, Paranoid, Inside Looking Out, T.N.U.C entre outras abalados pelo poderoso vocal e a guitarra de Mark faner, a bateria de Don Brewer e o baixo de Mel Schacher. Não se destaca nenhum dos intrumentos todos fazem um show a parte isos também as músicas, só ouvindo pra saber o que é uma verdadeira porrada.
Faixas do Disco:
"Introduction"
"Are You Ready" (Mark Farner)
"Paranoid" (Mark Farner)
"In Need" (Mark Farner)
"Heartbreaker" (Mark Farner)
"Inside Looking Out" (J. Lomax/A. Lomax/E. Burdon/B. Chandler)
"Words Of Wisdom"
"Mean Mistreater" (Mark Farner)
"Mark Says Alright" (Mark Farner/Don Brewer/Mel Schacher)
"T.N.U.C." (Mark Farner)
"Into The Sun" (Mark Farner)

quinta-feira, 26 de junho de 2008

Live! (71) - Fela Kuti And The Africa '70 With Ginger Baker


Música africana é algo impressionante, as batidas, o ritmo, os vocais é uma música que é pouco prestigiada mas de uma qualidade absurda. Esse álbum é uma prova, Fela Kuti, um dos maiores cantores africanos de todos os tempos, com Ginger Baker, rockeiro ex-Cream que era apaixonado por música africana, um encontro inusitado. Fela Kuti e sua banda Africa '70 já haviam lançado um álbum mas estavam em baixa. Ele tiveram sorte quando James Brown fez a primeira turnê pelo Oeste da África. Após James Brown Fela emplacou o primeito hit "Jeun K'oku" então eles foram pra Londera gravar na Abbey Road. Ginger Baker sempre foi declarado fã de música africana e já havia trabalho com Fela co-produzindo algumas das primeiras gravações da banda e portante era um nome óbvio para se fazer uma parceria. Let's Start é uma ordem clara de se fazer sexo ali mesmo, Blacks Man's Cry é uma música absurda com um ritmo envolvente mas a faixa principal é Ye Ye De Smell onde os 2 bateristas (Ginger Baker e Tony Allen) dominam a música em 13 minutos de puro extase.
Faixas do Disco:
Let's Start (Kuti) - 7:48
Black Man's Cry (Kuti) - 11:36
Ye Ye De Smell (Kuti) - 13:17
Egbe Mi O (Carry Me I Want To Die)

sábado, 21 de junho de 2008

One More Car, One More Rider (01) - Eric Clapton



Eric Clapton além de ser excelente em estúdio ele também é muito mas muito bom ao vivo desde a época de Cream Clapton faz solos fenomenais ao vivos e dá tudo de si mesmo ele passando aquela imagem de fechado. E uma das maiores provas disso é esse disco duplo, que também virou DVD, de 2 shows de Clapton em sua turnê de 2001 no Staples Center onde ele toca música da carreira solo, Cream, Derek & Dominoes entre outros ele executa clássicas como Key to the Highway, Tears in Heaven, Bell Bottom Blues, Badge, Cocaine, Wonderful Tonight, Layla, Sunshine of Your Love entre diversas outras de uma forma magnifica. Obrigatorio pra quem gosta do cara.
Faixas do disco:
"Key to the Highway" (Broonzy, Segar) – 3:41
"Reptile" (Eric Clapton) – 5:59
"Got You On My Mind" (Biggs, Thomas) – 3:51
"Tears in Heaven" (Clapton, Will Jennings) – 4:34
"Bell Bottom Blues" (Clapton) – 5:02
"Change the World" (Gordon Kennedy, Wayne Kirkpatrick, Tommy Sims) – 6:16
"My Father's Eyes" (Clapton) – 8:34
"River of Tears" (Clapton, Simon Climie) – 8:59
"Going Down Slow" (Saint Louis Jimmy) – 5:34
"She's Gone" (Clapton, Climie) – 6:58
http://rapidshare.com/files/113817571/Eric_Clapton_One_More_Car_One_More_Rider_CD1.rar "I Want a Little Girl" (Mencher, Moll) – 4:38
"Badge" (Clapton, George Harrison) – 6:02
"(I'm Your) Hoochie Coochie Man" (Willie Dixon) – 4:30
"Have You Ever Loved a Woman" (Billy Myles) – 7:53
"Cocaine" (J. J. Cale) – 4:20
"Wonderful Tonight" (Clapton) – 6:42
"Layla" (Clapton, Jim Gordon) – 9:16
"Will It Go Round in Circles" (Billy Preston, Bruce Fisher) – 3:41
"Performed by Billy Preston, only in DVD.
"Sunshine of Your Love" (Peter Brown, Jack Bruce, Clapton) – 7:11
"Over the Rainbow" (Harold Arlen, E. Y. Harburg) – 6:33

Band Of Gypsys (70) - Jimi Hendrix



Band of Gypsys é um álbum ao vivo lançado por ninguem menos que James Marshall Hendrix em que alguns dizem ser sua melhor fase ele já havia desmachando com o Experience e quis formar uma banda nova e chamou esses 2 feras para entregar sua banda, Billy Cox no baixo e o deus da bateria Buddy Miles. Esse é o último registro de Hendrix autorizado pelo mesmo. Nesse disco ele mostra que ele e a guitarra forman um som em faixas como Who Knows, Message To Love (que um ano atrás tocara ela no Woodstock), Power To Love mais a faixa destaque para vai para a longa Machine Gun com seus 12 minutos de duração James mostra diversos efeitos em sua guitarra em um solo de te deixar de queixo caído. Nesse álbum ele larga um pouco o laod psicodelico do Experience e faz um som novo e revolucionario com muita mais pegada, além que ele mostra tudo o que sabe ao vivo.
Faixas do Disco:
All tracks written by Jimi Hendrix except where noted.
"Who Knows" – 9:32
"Machine Gun" – 12:32
"Changes" (Buddy Miles) – 5:10
"Power to Love" – 6:53
"Message of Love" – 5:22
"We Gotta Live Together" (Buddy Miles) – 5:46
Ficha Tecnica:
Jimi Hendrix – electric guitar, vocals
Billy Cox – bass guitar
Buddy Miles – drums, vocals

Senha/pass: Neoskull.com

sábado, 7 de junho de 2008

DVD Remember That Night - 07 - David Gilmour


Dono de um estilo único, que faz com que a audição de uma mera nota já identifique um solo seu, David Gilmour comprova essa constância criativa no DVD "Remember That Night - Live at the Royal Albert Hall", lançado em 2007 e gravado na lendária casa londrina. Acompanhado por uma banda repleta de feras, como o guitarrista Phil Manzanera (Roxy Music), o tecladista Richard Wright (outro ex-Pink Floyd), o saxofonista Dick Parry (outro chapa das antigas, com participações em álbuns clássicos como "The Dark Side Of The Moon" e "Wish You Were Here") e o baixista Guy Pratt (The Transit Kings, Bryan Ferry), Gilmour repassa sua carreira, tanto solo como ao lado do Pink Floyd, em um lançamento absolutamente impecável.
Extremamente bem produzido, entregando imagens belíssimas que valorizam ainda mais o mítico Royal Albert Hall, "Remember That Night - Live at the Royal Albert Hall" traz um repertório que une velhos cavalos de batalha a algumas faixas raramente executadas ao vivo. No primeiro bloco, temos versões irretocáveis de clássicos como "Speak To Me", "Breathe", "Time" e "Wish You Were Here", enquanto o segundo segmento traz músicas como "Smile", "Fat Old Sun", "High Hopes" e "Echoes".
A participação de David Crosby e Graham Nash nos backing vocals de "On an Island", "The Blue", "Shine On You Crazy Diamond" e "Find The Cost Of Freedom" (bela homenagem a capella de Gilmour à dupla, nessa faixa gravada originalmente pelo Crosby, Stills, Nash & Young) confere doses maiores de sensibilidade a canções que já eram originalmente belas. A participação do lendário Robert Wyatt (Soft Machine) tocando trompete em "Then I Close My Eyes" é tocante, com o veterano músico, hoje paraplégico, levando parte do público às lágrimas.

Um dos principais momentos do DVD ficou reservado para o seu final, com David Bowie subindo ao palco para cantar dois dos maiores clássicos do Pink Floyd, "Arnold Laine" e "Comfortably Numb". Bowie dá a sua interpretação característica a essas duas músicas, principalmente para "Comfortably Numb", fazendo-a soar renovada e mostrando o quanto essa canção, lançado originalmente no álbum "The Wall", ainda soa forte e atual.
O disco dois de "Remember That Night " traz inúmeros e interessantíssimos extras, com destaque para a execução de faixas raras ao vivo, como "Wot´s ... Uh The Deal" (do álbum "Obscured by Clouds", de 1972) e "Dominoes", canção de Syd Barret presente no álbum "Barret", lançado pelo "crazy diamond" em 1970. Há também o longo documentário "Breaking Bread, Drinking Wine", mostrando os preparativos para o tour, onde um dos melhores momentos é o encontro entre David Gilmour e Roger Waters nos corredores do estúdio onde as bandas de ambos ensaiavam lado a lado, em uma coincidência divina e que mostra a evidente tensão entre os dois. O disco é completado por um making of de "On an Island", último trabalho de Gimour, e que, aliás, marca presença com várias faixas no set list, mostrando o quão consistentes são suas composições.
Esse é pra colocar pra baixar e ir dormir,amenos que voce tenha uma conexão realmente muito rápida,hehe.

FAIXAS DO DISCO:

1 .Speak To Me
2 .Breathe (In The Air)
3 .Time
4. Breathe (In The Air) (Reprise)
5. Castellorizon
6. On An Island (featuring Crosby & Nash)
7. The Blue (featuring Crosby & Nash)
8. Red Sky At Night
9. This Heaven
10. Then I Close My Eyes (featuring Robert Wyatt)
11. Smile
12. Take A Breath
13. A Pocketful Of Stones
14. Where We Start
15. Shine On You Crazy Diamond (featuring Crosby & Nash)
16. Fat Old Sun
17. Coming Back To Life
18. High Hopes
19. Echoes
20. Wish You Were Here
21. Find The Cost Of Freedom (featuring Crosby & Nash)
22. Arnold Layne (featuring David Bowie)
23. Comfortably Numb (featuring David Bowie)

FICHA TÉCNICA:
Keyboards & Vocals: Richard Wright
Guitar & Vocals: Phil Manzanera
Keyboard, Lap Steel Guitar, Programming & Vocals: Jon Carin
Bass, Guitar & Vocals: Guy Pratt
Drums & Vocals: Steve DiStanislao
Sax & Keyboards Plus: Dick Parry
Special Guests: David Crosby, Graham Nash, David Bowie and Rober Wyatt

LINK:

http://www.adrive.com/public/1a536cf3bec4fc506e0f52ebc95db6d409df1888f46d655a82a52d2e15bb6206.html

quinta-feira, 5 de junho de 2008

Burning Japan Live - 94 -Glenn Hughes


"Burning Japan Live", lançado em 31 de Agosto de 1994, pela Shrapnel Records, foi gravado no Club Chitta, em Kawasaki, Japão, durante shows realizados em 24 e 25 de Maio de 1994, na turnê do álbum "From Now On..." e mostra the voice of rock Glenn Hughes no auge de sua exuberância vocal,onde o veterano cantor e baixista,que aqui se arrisca até nos teclados,fazendo uma revisão de todas as fases de sua carreira,com forte preferência pelo repertório purpleano ,- exigência do público japonês- revisitando obras do Trapeze e,evidentemente do seu disco lançado no mesmo ano,o excelente From Now On.O disco conta com performances muito inspiradas de Hughes,com destaque para as interpretações de Coast to Coast e From Now On,além de sempre ser bom ouvi-lo cantando Stormbringer e no mínimo curioso ouvir Burn sem o vozeirão do Coverdale,mas o cara dá conta direitinho do recado.Disco de rock honesto,com direito a uma bela interpretação de You Keep On Moving.Se a banda não chega a ser compatível com o nível dos músicos com que Glenn e tornou famoso,por outro lado,não deixa a desejar,e cumpre com competência a árdua tarefa de passear pelo enorme repertório de clássicos da carreira de Hughes.
FAIXAS DO DISCO:
1 Burn 6:44
2 The Liar 4:39
3 Muscle and Blood 5:48
4 Lay My Body Down 5:08
5 From Now on... 6:08
6 Into the Void 7:13
7 Still in Love With You 2:10
8 Coast to Coast 6:52
9 This Time Around 3:32
10 Owed to G 2:53
11 Gettin' Tighter 3:59
12 You Keep on Moving 7:25
13 Lady Double Dealer 3:45
14 I Got Your Number 4:17
15 Stormbringer 5:10
FICHA TÉCNICA:
Glenn Hughes - vocals, keyboards
Thomas Larsson - guitar, vocals
Eric Bojfeldt - guitar, vocals
Mic Michaeli - keyboards, vocals
Jon Levén - bass
Ian Haugland - drums
LINK:

Live... in the Heart of the City - 80 - Whitesnake


É praticamente inacreditável que este disco ainda não tenha sido postado aqui,pois trata-se de biscoito fino do hard blues,e o melhor: foi gravado no incicio dos anos 80,quando o Coverdale ainda tinha os cabelos escuros e aquele vozeirão grave que o consagrou no Purple,e ainda não fazia musiquinhas melosas e video clipes em carrões conversíveis,nem era considerado apenas um clone de Robert Plant.Não tinha a conta bancária tão gorda,mas em compensação recebia elogios de gente como BB. King,mas isso não vem ao caso agora.O que importa é que este duplo ao vivo capta a serpente branca em uma de suas incendiárias performances e Coverdale em seu maior momento como vocalista,maduro,seguro de sí,absoluto no palco,que ainda contava com Jon Lord e Ian Paice,ou seja, no palco tinha 60% da Mark III de sua antiga banda,e a presença dos supra-citados por sí só já é garantia de um disco de alta qualidade,além do excelente baixista Neil Murray,que por coincidência apresenta um timbre de voz muito parecido com o de Glenn Hughes,como se pode notar em Might Just Take Your Life.
FAIXAS DO DISCO:

1. Come On
2. Sweet Talker
3. Walking In The Shadows Of The Blues
4. Love Hunter
5. Fool For Your Loving
6. Ain't Gonna Cry No More
7. Ready 'An Willing
8. Take Me With You
9. Might Just Take Your Life
10. Lie Down
11. Ain't No Love In Heart Of The City
FICHA TÉCNICA:
David Coverdale – vocals
Micky Moody – guitar
Bernie Marsden – guitar
Jon Lord - keyboards
Neil Murray – bass guitar
Ian Paice – drums
LINKS:
DISCO I:
DISCO II:

Live in New Jersey - 75 - Black Sabbath


Durante muitos anos os fãs do Sabbath ficaram à espera de um live do Sabbathão,mas reza a lenda que Tony Iommi nunca se interessou em gravar um ao vivo,pois temia as inevitáveis comparações entres os clássicos ao vivo das bandas rivais do Sabbath,pois achava que Ozzy não tinha as mesmas performances vocais destruidoras de Gillan,no Made in Japan,Plant em the songs remains the same,Coverdale no Made in Europe, e mais tarde,de Dio,com sua performance espetacular no Rainbow On Stage.Há quem diga que essa relutância de Iommi teria sido um dos estopins para a saída de Ozzy,pois Iommi reclamava que ele sempre esquecia as letras nos shows,mas,graças aos deuses do rock,existem os bootlegs,antes conhecidos como os bons e velhos piratões,e este é um dos melhores exemplos dos piratões,que faziam a festa dos roqueiros das antigas,e mostra um Sabbath muito bem ao vivo,com muitos improvisos típicos da época e que não agradavam em nada à Ozzy,mas eram a chance de Iommi,Butler e Ward extravasarem sua veia até mesmo jazzística - e ainda que eu seja obrigado a dar razão à Iommi,mesmo em relação à sua performance,que não consegue se equiparar às apresentações fodásticas de Blackmore e Page,o disco tem,sim,seu valor,e vale como registro de uma época em que o rock'n'nroll era tocado com muito carinho e paixão.Todos os grandes clássicos do Sabbath até então estão ai,e nessa altura a banda já tinha atingido seu auge com o Mad Man cuidando do microfone.
FAIXAS DO DISCO:
1 Killing Yourself To Live 6:10
2 Hole In The Sky 5:13
3 Snowblind 5:59
4 Symptom Of The Universe 5:19
5 War Pigs 7:39
6 Talking 0:44
7 Megalomania 10:06
8 Sabbra Cadabra 20:22
9 Supernaut 2:19
10 Iron Man 6:16
11 Orchid Rock & Roll Doctor Don't Start (Too Late) 8:46
12 Black Sabbath 6:46
13 Spiral Architect 4:33
14 Embryo Children Of The Grave 5:39
15 Paranoid 4:07
FICHA TÉCNICA:
Ozzy Osbourne - vocais
Tony Iommi - guitarras
Geezer Butler - baixo
Bill Ward - bateria
LINK:

sábado, 26 de abril de 2008

Jethro Tull Live (01) - Jethro Tull


Concerto realizado no Teatro de Hammersmith Apolo de Londres no dia 25 de Novembro de 2001,apenas com canções da fase 1968-73


Os primórdios da banda
O Jethro Tull passou pelo seu "calvário" em clubes britânicos nos anos 60, com uma formação instável que eventualmente se cristalizaria em Ian Anderson (vocais, flauta, violão e mais tarde diversos outros instrumentos), Mick Abrahams (guitarra), Glenn Cornick (baixo) e Clive Bunker (bateria). A princípio a banda passou por inúmeras mudanças de nome para conseguir mais shows, e que Jehtro Tull foi o que acabou ficando depois que conseguiram um contrato com uma gravadora (o nome vem do agricultor Jethro Tull que inventou a semeadeira). Os empresários então sugeriram que Abrahams assumisse os vocais e a guitarra e que a flauta fosse eliminada, relegando Anderson ao piano rítmico. Depois de uma sucessão de compactos mal sucedidos, eles lançam This Was em 1968, altamente influenciado pelo blues e composto por Anderson e Abrahams.
Depois desse álbum, Abrahams deixou o grupo, (formando sua própria banda, Blodwyn Pigs), devido principalmente à "diferenças musicais" (Abrahams preferia continuar tocando blues, que Anderson taxava de estilisticamente limitado e de vocabulário restrito aos ingleses de "classe média"). Depois de uma série de audições (ao contrário de rumores, tais audições não contaram com Tony Iommi do Black Sabbath, que na verdade só concordou em aparecer no Rock'n'Roll Circus dos Rolling Stones para tocar "A Song For Jeffrey"), o ex-integrante das bandas Motivation, Penny Peeps e Gethsemane Martin Barre foi contratado como o novo guitarrista. Barre se tornaria o segundo integrante mais antigo da banda depois de Anderson.
Rock progressivo
Esta nova formação lançou Stand Up em 1969. Composto inteiramente por Anderson (com exceção de "Bouree", de Johann Sebastian Bach, aqui adaptada para um formato jazzístico), demonstrava o abandono do blues em favor do nascente estilo de rock progressivo, então em desenvolvimento por grupos como King Crimson, The Nice e Yes. Em 1970 eles adicionaram o tecladista John Evan, embora tecnicamente ele fosse apenas um músico convidado, e lançaram o álbum Benefit.
O baixista Cornick abandonou a banda logo após Benefit, sendo substituído por Jeffrey Hammond-Hammond, e esta formação lançou em 1971 o trabalho mais conhecido da carreira do Tull: Aqualung. O álbum é uma combinação de rock pesado focado em temas como párias sociais e cultos religiosos mesclados a experimentos acústicos sobre a vida mundana do cotidiano. Aqualung é adorado e odiado em iguais proporções, embora a faixa título e "Locomotive Breath" sejam constantes em rádios de rock clássico.
Quem saiu em seguida foi o baterista Bunker, substituído por Barriemore Barlow, e o álbum de 1972 da banda foi Thick as a Brick. Trata-se de um álbum conceitual consistindo de uma única longa música separada entre os dois lados do LP, com um número de movimentos integrados e alguns temas repetidos. O quinteto deste álbum - Anderson, Barre, Evan, Hammond-Hammond e Barlow - foi a formação mais duradoura do Tull, permanecendo a mesma até 1975.
1972 também viu o lançamento de Living in the Past, um álbum duplo compilando os compactos, lados-B e sobras de estúdio da banda, com um dos lados sendo gravado ao vivo em 1970. Com exceção das faixas ao vivo, esse é considerado pela maioria dos fãs do Tull como o seu melhor lançamento. A faixa título foi um dos compactos de maior sucesso do grupo.
Em 1973 a banda tentou gravar um álbum duplo (exilada em Chateau d'Herouville para se livrar dos impostos, o mesmo que os Rolling Stones e Elton John, entre outros, estavam fazendo na época), mas, supostamente insatisfeitos com a qualidade do estúdio, abandoram o projeto. Ao invés disso gravaram rapidamente e lançaram A Passion Play, outro álbum conceitual de uma só música, com letras bastante alegóricas.

Disco 1:
01. My Sunday Feeling
02. Crossed-Eyed Mary
03. Roots to Branches
04. Some Day the Sun Won't Shine For You
05. Jack in the Green
06. Thick as a Brick
07. Bouree
08. Hunt by Numbers
09. Budapest
10. A Song For Jeffrey
Disco 2:
01. The Water Carrier
02. A New Day Yesterday
03. Sweet Dream
04. New Jig
05. Aqualung
06. Locomotive Breath
07. Living in the Past
08. My Sunday Feeling

quarta-feira, 16 de abril de 2008

Paris (80) Supertramp


Supertramp é uma banda britânica de rock progressivo que lançou uma série de álbuns de sucesso nos anos 70. No princípio gravavam mais álbuns conceituais, mas tornaram-se mais conhecidos por suas posteriores canções ao estilo dos Beatles, como "Dreamer", "Give a Little Bit", "The Logical Song", "Breakfast in América", "It's Raining Again" e uma série de outros sucessos.Apesar do enorme sucesso o grupo, por opção, nunca alcançou o estrelato; era afirmado durante o auge de sua popularidade que os Supertramp eram a banda que mais vendia no mundo cujos integrantes poderiam andar na rua sem serem reconhecidos. E realmente, a banda era um sucesso tão estrondoso quanto os Rolling Stones, a diferença era que os cinco integrantes optavam por uma espécie de anonimato, sem grandes explorações comerciais. Segundo especialistas, esse fator comprova a qualidade natural da banda e a ratifica entre as melhores e maiores bandas da história do rock e registrou no álbum Paris um de seus melhores shows,e certamente um dos melhores live da história do rock,o que não é fácil em se tratando de uma banda com a complexidade sonora do Supertramp.
FAIXAS DO DISCO:
1:School
2: Ain't Nobody But Me
3: The Logical Song
4: Bloody Well Right
5:Breakfast In America
6:You Started Laughing
7:Hide In Your Shell
8: From Now OnDreamer
9: Rudy
10: A Soapbox Opera
11: Asylum
12:Take The Long Way Home
13:Fool's Overture
14Two Of Us
15 Crime Of The Century
FICHA TÉCNICA:

Rick Davies - keyboards, vocals, harmonica
John Helliwell - saxophones, woodwinds, keyboards, vocals
Roger Hodgson - guitars, keyboards, vocals
Bob Siebenberg (as Bob C. Benberg) - drums, percussion
Dougie Thomson - bass, additional backing vocals

sábado, 12 de abril de 2008

Live And Dangerous (78) Thin Lizzy




Não há muita coisa a se dizer deste disco,certamente um dos melhores ao vivo da história do rock,e que captura a banda em seu ápice de entrosamento,com uma energia altíssima e decibéis idem,o disco tem o mérito de contagiar não só a platéia presente ao show,como faz arrepiar os pêlos de que o escuta,mesmo hoje,passados mais de 20 anos de seu lançamento.Mesmo não contando com sua formação mais clássica este disco a banda consegue soar coesa e extremamente entrosada.O baterista Brian Downey esteve perfeito,com uma energia que é facilmente repassada pras músicas,sem contar a presença sempre contagiante do carismático neto de brasileiros e lider da banda,o baixista e vocalista Phill Lynott.Uma curiosidade é que Lynott chegou a formar uma banda chamada Baby Face com Ritchie Blackmore em 1971,mas o projeto foi abortado devido ao enorme sucesso do disco Machine Head,do Deep Purple.Dizem que Blackmore até hoje tem os tapes do que foi gravado por eles,tomara que um dia venham à tona,por que deve ter sido coisa de primeira,como tudo o que esses dois sempre fizeram.
FAIXAS DO DISCO:
1. Jailbreak - 4:310
2. Emerald - 4:180
3. Southbound - 3:440
4. Rosalie/Cowgirl's Song - 4:000
5. Dancing in the Moonlight (It's Caught Me in Its Spotlight) - 3:500
6. Massacre - 2:460
7. Still in Love With You - 7:400
8. Johnny the Fox Meets Jimmy the Weed - 3:320
9. Cowboy Song - 4:40
10. The Boys Are Back in Town - 4:30
11. Don't Believe a Word - 2:05
12. Warrior - 3:52
13. Are You Ready - 2:40
14. Suicide - 5:00
15. Sha La La - 4:18
16. Baby Drives Me Crazy - 6:36
17. The Rocker - 3:58
FICHA TÉCNICA:
Brian Downey - drums, percussion
Scott Gorham - lead guitar, backing vocals
Phil Lynott - bass guitar, lead vocals*
Brian Robertson - lead guitar, backing vocalswith
SPECIAL GUESTS:
John Earle - saxophone on "Dancing in the Moonlight"
Huey Lewis - harmonica on "Baby Drives Me Crazy"
LINK:
Senha -> sakallimusic.blogspot.com

Live At Leeds (70) - The Who


Existe algumas bandas que são somente de estúdio, mas existe outras que muita das vezes são melhores ao vivo do que em estúdio, The Who é uma dessas bandas. Eles só precisavam de um baixo, uma guitarra, um microfone, uns amplificadores e um kit de bateria que o show tava feito, com toda sua energia em palco não tme quem competisse, muita gente cita The Who como a melhor banda ao vivo de todos os tempos. Roger Daltrey com sua girada de micofone no ar ficaram marcados na história além de sua voz poderosa e marcante, Pete Townshend com seus pulos e loucuras com a guitarra tem mania de contar a história das músicas antes de executalas, John Entwistle não tem muito o que dizer paradão na dele faz um show e tanto com o baixo, Moon é um louco ao vivo faz o show parecer um solo de bateria gigante de modo tão insano que toca. E existe diversos outros motivos pro Who ser uma banda excepcional ao vivo mas quer um resumo do que é o Who ao vivo? Então conheçam Live At Leeds obra prima ao vivo do The Who lançado após do lançamente do clássico Tommy, já postado no blog, eles no álbum tocam músicas que são clássicos do Who como I Cant Explain, Tatto, I'm Boy, Quick One a´te músicas não gravadas em estpudio como Heaven And Hell que abre o álbum, uma verdadeira viagem, mas o destaque do álbum é a ver~soa de 15 minutos de My Generation, uma viagem do começo ao fim imperdivel, mas o ponto alto do show foi onde eles executaram o disco Tommy excelente. Que na verdade não foi lançado no LP original da banda mas somente em um bootleg e mais tarde na versão de Luxo que é a que postarei agora.
Faixas do disco:
The Who (2001) Live at Leeds Deluxe Edition
Track list Deluxe Edition:
Disc One
01. Heaven and Hell 5:06
02. I Can't Explain 2:26
03. Fortune Teller 2:34
04. Tattoo 3:00
05. Young Man Blues 5:14
06. Substitute 2:07
07. Happy Jack 2:13
08. I'm a Boy 2:45
09. A Quick One, While He's Away 8:39
10. Summertime Blues 3:22
11. Shakin' All Over 4:34
12. My Generation 15:49
13. Magic Bus 7:54
Disc Two
01. Overture 6:51
02. It's a Boy 0:31
03. 1921 2:25
04. Amazing Journey 3:17
05. Sparks 4:21
06. Eyesight to the Blind (The Hawker) 1:58
07. Christmas 3:18
08. The Acid Queen 3:34
09. Pinball Wizard 2:52
10. Do You Think It's Alright? 0:21
11. Fiddle About 1:13
12. Tommy Can You Hear Me? 0:55
13. There's a Doctor 0:22
14. Go to the Mirror 3:24
15. Smash the Mirror 1:18
16. Miracle Cure 0:12
17. Sally Simpson 4:00
18. I'm Free 2:38
19. Tommy's Holiday Camp 1:00
20. We're Not Gonna Take It 8:47
Ficha Tecnica:
Roger Daltrey - Vocais
Pete Townshend - Guitarra
John Entwistle - Baixo
Keith Moon - Bateria

quarta-feira, 9 de abril de 2008

How The West Was Won (03) - Led Zeppelin


Originalmente a banda foi formada pelo guitarrista Jimmy Page e pelo baixista Chris Dreja em Julho de 1968 com o nome de "The New Yardbirds" de modo a conseguirem cumprir um contrato feito para a realização de concertos na Escandinávia, assinado antes do último concerto dos Yardbirds. Terry Reid recusou a oferta de Page para ser o vocalista, mas sugeriu Robert Plant, conhecido pelo seu trabalho no grupo "The Band of Joy". Junto com ele veio o baterista John Bonham. Quando Dreja saiu para se tornar fotógrafo, John Paul Jones, estimulado pela esposa, procurou Jimmy Page, a quem conhecia por terem atuado juntos como músicos de estúdio, e se ofereceu para tocar baixo na nova banda. Oferta aceita, estava formado o quarteto que viria a se transformar na maior banda de Rock and Roll dos anos 70.
Após alguns concertos como "The New Yardbirds", a banda mudou o nome para Led Zeppelin. Esse nome surgiu depois que Keith Moon e John Entwistle comentaram que um "supergrupo" contendo eles dois, Jimmy Page e Jeff Beck (que era a idéia original de Page) cairia como um "balão de chumbo" (do inglês "lead zeppelin"). A palavra "lead" é propositadamente mal escrita para que a pronúncia correta seja usada (também poderia ser lida como "lid", que lhe daria outro significado). Mesmo o disco sendo somente lançado em 2003 ele consta com a formação original pois foi gravado bem antes e lançado só agora, em relação ao ano do show isso continua um mistério. Aqui eles contrariam aqueles que dizem que Led é uma banda de estúdio.
Disco 01:
1. LA Drone
2. Immigrant Song (Page/Plant)
3. Heartbreaker (Page/Plant/Jones/Bonham)
4. Black Dog (Page/Plant/Jones)
5. Over The Hills and Far Away (Page/Plant)
6. Since I've Been Loving You
7. Stairway to Heaven
8. Going to California
9. That's the Way
10. Bron-Y-Aur Stomp
Disco 02:
1. Dazed and Confused/Walter's Walk/The Crunge
2. What Is and What Should Never Be
3. Dancing Days
4. Moby Dick
Disco 03:
1. Whole Lotta Love/Boogie Chillun/Let's Have a Party/Hello Marylou/Going to California
2. Rock and Roll
3. The Ocean
4. Bring It on Home/Bring It on Back
Fodônico! Baixem!

domingo, 30 de março de 2008

Live In London (74) - Deep Purple



Pra completar as postagens sobre Deep Purple ao vivo,não poderia deixar de brindar os fãs de David Coverdale e da MK III em geral com este que eu humildemente considero o melhor registro ao vivo dessa fase da banda,superando inclusive os Memoráveis California Jam e Made In Europe,pois as versões de Burn e Mistreated são as melhores que eu já ouvi,superando,como é praxe no Purple,as versões de estúdio.O improviso de blues que Blackmore conduz em The mule/You Fool No One é simplesmente memorável,a guitarra do mestre transpira feeling.Coverdale tambem está mais seguro à frente da banda e dessa vez não deixou Glenn Hughes roubar a cena,como no California Jam.Lord e Paice estão como sempre,perfeitos.
FAIXAS DO DISCO :
1: Burn
2:Might Just Take Your life
3:Lay Down,Stay Down
4:Mistreated
5:Smoke On The Water
6:You Fool No One/The Mule
FICHA TÉCNICA:
Ritchie Blackmore - guitarra
Jon Lord - teclados
Ian Paice - bateria/percussão
David Coverdale - vocais
Glenn Hughes - baixo/vocais
link:



Made In Japan (72) - Deep Purple


Não dá pra inaugurar um blog sem colocar,entre seus primeiros posts,este clássico,que na minha modesta opinião o melhor live de todos os tempos,com a banda toda numa sincronia tão perfeita que torna este distinto senhor de 36 anos de idade atual mesmo nos dias de hoje.
A poderosa voz de Ian Gillan está perfeita nesse disco -há quem defenda que ninguém nunca cantou tanto quanto o silver voice nesse album.A bateria precisa de Ian Paice adiciona mais vigor às músicas,que superam as versões de estúdio.Quanto às performances de Blackmore e Lord,nada a comentar,pois estes dois monstros do rock sempre arrebentaram ao vivo,com seus selvagens,técnicos e perfeitos duelos de guitarra e teclado levados ao extremo neste disco.as versões de Lazy,Highway Star e Child In Time atingiram seu auge neste play,indispensável em qualquer discoteca de rockeiro que se preze.
FAIXAS DO DISCO:
1: Highway Star
2: Child In Time
4:Smoke On The Water
5:The Mule
5: Strange Kind Of Woman
6:Lazy
7:Space Truckin
8:Black Night
9:Speed King
10: Lucille
FICHA TÉCNICA:
Ian Gillan - vocais,harmonica,percussion
Ritchie Blackmore - guitars
Jon lord - piano,organ,hammond
Ian Paice - drums,percussion
Roger Glover - bass
link:
CD I:
CD II:

Shine A Light (2008) - The Rolling Stones


O terceiro álbum ao vivo duplo lançado pelos Stones! Sim, o lançamento oficial do álbum é dia 1º de abril, ou seja o álbum vai ser postado aqui antes mesmo de ir para as lojas. Assim como os outros últimos lançamentos ao vivo da banda esse também conta com participações especiais. Jack White ( The White Stripes e The Raconteurs) na faixa Loving Cup e Christina Aguilera em Live With Me (que por acaso ficou MARAVILHOSA) O álbum inclui sucessos de várias épocas da banda, e grande parte das músicas incluidas nunca participaram de um álbum ao vivo!
Faixas do discdo:
Disc one
"Jumpin' Jack Flash"
"Shattered"
"She Was Hot"*
"All Down the Line"*
"Loving Cup"* - features Jack White
"As Tears Go By"* (Jagger/Richards/Oldham)
"Some Girls"*
"Just My Imagination" (Norman Whitfield/Barrett Strong)
"Far Away Eyes"*
"Champagne & Reefer"* (Muddy Waters) - features Buddy Guy
"Tumbling Dice"
Band introductions
"You Got the Silver"*
"Connection"*
Disc two
"Sympathy for the Devil"
"Live With Me" - features Christina Aguilera
"Start Me Up"
"Brown Sugar"
"(I Can't Get No) Satisfaction"
"Paint It Black"
"Little T&A"*
"I'm Free"
"Shine a Light"
* First time released on an official live album.