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sábado, 28 de junho de 2008

Guitar Boogie (71) - Eric Clapton, Jeff Beck & Jimmy Page



Guitar Boogie é uma coletânea de blues com Eric Clapton, Jeff Beck e Jimmy Page (todos ex- Yardbirds), com crédito adicional a The Allstars.A maior parte de canções neste álbum foram escritas por Eric Clapton, Jeff Beck ou Jimmy Page.Guitar Boogie é um lançamento raro de 1971 da British Archives series...blues instrumental de primeira!
Faixas:
1 - Choker (Eric Clapton & Jimmy Page)
2 - Snake Drive (Eric Clapton)
3 - Draggin' My Tail (Eric Clapton & Jimmy Page)
4 - Steelin' (The All Stars & Jeff Beck)
5 - Freight Loader (Eric Clapton & Jimmy Page)
6 - West Coast Idea (Eric Clapton)
7 - L.A. Breakdown (The All Stars & Jimmy Page)
8 - Down In The Boots (The All Stars & Jimmy Page)
9 - Chuckles (The All Stars & Jeff Beck)
10- Tribute To Elmore (Eric Clapton)
http://www.badongo.com/pt/cfile/10046892
senha:noquarteer
Post retirado do nosso Blog parceiro Let's Rock http://let-srock.blogspot.com/.

sábado, 21 de junho de 2008

One More Car, One More Rider (01) - Eric Clapton



Eric Clapton além de ser excelente em estúdio ele também é muito mas muito bom ao vivo desde a época de Cream Clapton faz solos fenomenais ao vivos e dá tudo de si mesmo ele passando aquela imagem de fechado. E uma das maiores provas disso é esse disco duplo, que também virou DVD, de 2 shows de Clapton em sua turnê de 2001 no Staples Center onde ele toca música da carreira solo, Cream, Derek & Dominoes entre outros ele executa clássicas como Key to the Highway, Tears in Heaven, Bell Bottom Blues, Badge, Cocaine, Wonderful Tonight, Layla, Sunshine of Your Love entre diversas outras de uma forma magnifica. Obrigatorio pra quem gosta do cara.
Faixas do disco:
"Key to the Highway" (Broonzy, Segar) – 3:41
"Reptile" (Eric Clapton) – 5:59
"Got You On My Mind" (Biggs, Thomas) – 3:51
"Tears in Heaven" (Clapton, Will Jennings) – 4:34
"Bell Bottom Blues" (Clapton) – 5:02
"Change the World" (Gordon Kennedy, Wayne Kirkpatrick, Tommy Sims) – 6:16
"My Father's Eyes" (Clapton) – 8:34
"River of Tears" (Clapton, Simon Climie) – 8:59
"Going Down Slow" (Saint Louis Jimmy) – 5:34
"She's Gone" (Clapton, Climie) – 6:58
http://rapidshare.com/files/113817571/Eric_Clapton_One_More_Car_One_More_Rider_CD1.rar "I Want a Little Girl" (Mencher, Moll) – 4:38
"Badge" (Clapton, George Harrison) – 6:02
"(I'm Your) Hoochie Coochie Man" (Willie Dixon) – 4:30
"Have You Ever Loved a Woman" (Billy Myles) – 7:53
"Cocaine" (J. J. Cale) – 4:20
"Wonderful Tonight" (Clapton) – 6:42
"Layla" (Clapton, Jim Gordon) – 9:16
"Will It Go Round in Circles" (Billy Preston, Bruce Fisher) – 3:41
"Performed by Billy Preston, only in DVD.
"Sunshine of Your Love" (Peter Brown, Jack Bruce, Clapton) – 7:11
"Over the Rainbow" (Harold Arlen, E. Y. Harburg) – 6:33

Riding With The King (00) - Eric Clapton & BB King



Um dos maiores encontres do Blues, eu diria da música. Dois dos maiores blueseros da história de encontram e fazem esse álbum no minimo histórico. Eric Clapton já queria fazer algo do tipo a tempos e não dispensou tocar com um dos seus maiores ídolos o grande BB King. Não vamos negar que os 2 são exímios guitarristas e nesse álbum os 2 se superam em faixas como Three O'Clock Blues, Marry You e Hold On! I'm Comin'. Mas todas as músicas são de qualidades só ouvindo pra constatar. Disco obrigatório pra quem gosta de Blues e boa música.
Faixas do disco:
"Riding with the King" (John Hiatt) – 4:23
"Ten Long Years" (B. B. King/Taub) – 4:40
"Key to the Highway" (Big Bill Broonzy/Charles Segar) – 3:39
"Marry You" (Doyle Bramhall II/Susannah Melvoin/Craig Ross/Charles Segar) – 4:59
"Three O'Clock Blues" (King/Taub) – 8:36
"Help the Poor" (Charles Singleton) – 5:06
"I Wanna Be" (Bramhall, Charlie Sexton) – 4:45
"Worried Life Blues" (Big Maceo Merriweather) – 4:25
"Days of Old" (Jules Bihari, King) – 3:00
"When My Heart Beats Like a Hammer" (King/Taub) – 7:09
"Hold On! I'm Comin'" (Isaac Hayes/David Porter) – 6:20
"Come Rain or Come Shine" (Harold Arlen/Johnny Mercer) – 4:11

From The Cradle (94) - Eric Clapton



Quando você ouve que Eric Clapton é um bluesero de mão cheia não duvide, ele toca bastante Rock mas sua alma é do Blues ao longo de sua carreira ele prova isso como o trabalho com John Mayall, Riding With The King com o BB King, Me And Mrs. Johnson álbum em tributo ao Roberth Johnson mas eu não acho que exista um trabalho mais expressivo de Clapton do que From The Cradle onde ele mostra o Blues de uma forma crua da raiz. Ele mostra do que sabe em clássicas como Blues Before Sunrise, Third Degree, Groaning The Blues entre diversos outros. Pra quem gosta de Clapton e de Blues esse é um disco obrigatorio.
Faixas do Disco:
"Blues Before Sunrise" (Leroy Carr) – 2:58
"Third Degree" (Eddie Boyd/Willi Dixon) – 5:07
"Reconsider Baby" (Lowell Fulson) – 3:20
"Hoochie Coochie Man" (Willie Dixon) – 3:16
"Five Long Years" (Eddie Boyd) – 4:47
"I'm Tore Down" (Sonny Thompson) – 3:02
"How Long Blues" (Leroy Carr) – 3:09
"Goin' Away Baby" (Lane) – 4:00
"Blues Leave Me Alone" (Lane) – 3:36
"Sinner's Prayer" (Lowell Fulson/Glenn) – 3:20
"Motherless Child" (Traditional) – 2:57
"It Hurts Me Too" (Elmore James) – 3:17
"Someday after a While" (Freddie King/Sonny Thompson) – 4:27
"Standin' Round Crying" (McKinley Morganfield) – 3:39
"Driftin'" (Brown/Johnny Moore/Williams) (The Drifters) – 3:10
"Groaning The Blues" (Willie Dixon) – 6:05

sexta-feira, 20 de junho de 2008

Eric Clapton – Rainbow Concert (1973)

Aproveitando o gancho da enquete do Clapton vou postar aqui um a versão remasterizada do disco que registra o show histórico.O“Rainbow Concert”, organizado por Pete Townshend do The Who para ajudar Eric Clapton a largar as drogas. Além de Clapton e Townshend, estão no palco o guitarrista Ron Wood (Jeff Beck Group, Faces e Rolling Stones), o baixista Ric Grech e o tecladista e cantor Steve Windwood (ambos colegas de Clapton no Blind Faith), os bateristas Jim Capaldi e Jimmy Karstein e o percussionista Rebop Kwaku Baah. O repertório compreende o disco solo de Clapton, músicas do Blind Faith e do Derek And The Dominos, além de um toque de Cream. Play de primeira.
Faixas:
1. Layla
2. Badge
3. Blues Power
4. Roll It Over
5. Little Wing
6. Bottle Of Red Wine
7. After Midnight
8. Bell Bottom Blues
9. Presence Of The Lord
10. Tell The Truth
11. Pearly Queen
12. Key To The Highway
13. Let It Rain
14. Crossroads

sexta-feira, 11 de abril de 2008

Layla & Other Assorted Love Songs (70) - Derek and the Dominos


Pra quem não sabe o Derek do grupo refere-se ao grande Eric Clapton que na época acabara de sair do Cream e do Blind Faith e já ouvia muita gente dizendo que ele deveria ter um trabalho só dele, em que ele comandasse pois ele havia um potencial imenso, sem dúvida nesse álbum ele mostra toda sua genialidade, Layla & Other Assorted Love Songs não foi um álbum que vendeu bastante mas ficou com a fama do primeiro trabalho solo de Clapton. Nesse disco Clapton chamou vários isntrumentistas de peso para o acompanhar os caras faziam longas jams e já faiscava alguma de ideias de como seria a banda, o empresário de Clapton disse que iria haver um show do Allman Brothers Band na cidade e queria que Eric assistise, ele foi e ficou impressionado com o potencial do grupo mas principalmente com o magro alto na guitarra chamado Duane Allman, os 2 se conheceram e Clapton disse que queria que ele participasse de seu projeto Duane não recusou a oferta e fez um exclente trabalho nesse disco, nisso o time havia sido formado e eles começaram a suar. O disco abre com a clássica i Looked Away, seguida de Bell Botom Blues dois blues bem tranquilos, ai vem seguida Keep On Growing um blues arrebatador ai vem clássico atrás de clássico outros destaques: Key To The Highway, Tell The Truth, o cover de Little Wing de Hendrix e a música do disco Layla onde Duane mostra todo seu potencial em seu solo na Slide Guitar uma verdadeira viagem. Um disco indispensavel do começo ao fim.
Faixas do disco:
"I Looked Away" (Eric Clapton, Bobby Whitlock) – 3:05
"Bell Bottom Blues" (Clapton) – 5:02
"Keep on Growing" (Clapton, Whitlock) – 6:21
"Nobody Knows You When You're Down and Out" (Jimmie Cox) – 4:57
"I Am Yours" (Clapton, Nezami) – 3:34
"Anyday" (Clapton, Whitlock) – 6:35
"Key to the Highway" (Charles Segar, Willie Broonzy) – 9:40
"Tell the Truth" (Clapton, Whitlock) – 6:39
"Why Does Love Got to Be So Sad?" (Clapton, Whitlock) – 4:41
"Have You Ever Loved a Woman" (Billy Myles) – 6:52
"Little Wing" (Jimi Hendrix) – 5:33
"It's Too Late" (Chuck Willis) – 3:47
"Layla" (Clapton, Jim Gordon) – 7:04
"Thorn Tree in the Garden" (Whitlock) – 2:53

quinta-feira, 3 de abril de 2008

Discografia Solo (70 a 05) - Eric Clapton



Eric Patrick Clapton CBE (Ripley, Surrey, 30 de março de 1945) é um guitarrista, cantor e compositor inglês. Apelidado de Slow Hand, é considerado um dos melhores guitarristas do mundo.
Embora seu estilo musical tenha variado ao longo de sua carreira, Clapton sempre teve suas raízes ligadas ao blues. Clapton foi considerado inovador pelos críticos em várias fases distintas de sua carreira, atingindo sucesso tanto de crítica quanto de público e tendo várias canções listadas entre as mais populares de todos os tempos, tais como "Layla", "Wonderful Tonight" e a regravação de "I Shot the Sheriff", de Bob Marley.
Em 2004 foi condecorado com o título de Comandante da Ordem do Império Britânico (CBE)

Infância e início da carreira
Clapton nasceu em Ripley, na Inglaterra, quando sua mãe, que era solteira, tinha apenas 16 anos de idade. Foi criado pela sua avó e pelo seu segundo marido, acreditando que eles eram seus pais e que sua mãe era sua irmã mais velha. Descobriu a verdade aos 9 anos de idade, e essa revelação foi um momento muito marcante na sua vida. Depois disso, ele deixou de se aplicar na escola e se tornou um garoto calado, tímido, solitário e distante de sua família.
Seu primeiro emprego foi como carteiro e, aos 13 anos de idade, ganhou sua primeira guitarra acústica. Apesar da dificuldade inicial de aprender a tocar o instrumento, quase desistindo, acabou se esforçando para tocar os primeiros acordes influenciado por canções antigas de blues, que tentava reproduzir. Em pouco tempo, já dedicava horas diárias ao aprendizado, e foi conseguindo dominar o instrumento.
Depois de completar o ensino básico, em 1962 Clapton fez um ano introdutório na Kingston College of Art, mas não continuou o curso. Em janeiro de 1963, ingressou na banda The Roosters, onde permaneceu até agosto do mesmo ano.

O surgimento de Clapton
Ainda em 63, passou a integrar a banda Yardbirds, que começava a fazer sucesso na Grã-Bretanha. Entretanto, fiel à suas raízes blues, recusou-se a seguir a direção pop escolhida pelo grupo, e acabou saindo em março de 1965. Depois de um tempo em empregos temporários, entrou para a John Mayall & the Bluesbreakers, estabelecendo seu nome como músico de blues e inspirando o fanatismo de jovens que pichavam Londres com a inscrição "Clapton is God" ("Clapton é Deus").
Ele largou os Bluesbreakers em 1966 e então formou o Cream, um dos primeiros "power trios" do rock, com Jack Bruce e Ginger Baker. Foi nessa época que Eric começou a desenvolver-se como cantor, embora Bruce, um dos melhores vocalistas do rock, fizesse a maioria dos vocais.
No final de 1966 o status de Clapton como melhor guitarrista da Grã-Bretanha foi abalado com a chegada de Jimi Hendrix. Hendrix compareceu a uma das primeiras apresentações do Cream, no London Polytechnic em 1 de outubro de 1966, e tocou uma jam com a banda durante "Killing Floor". Eric imediatamente percebeu que havia ganho um novo e quase imbatível adversário, cujo carisma era igualado somente por sua incrível técnica na guitarra. Os primeiros shows de Hendrix no Reino Unido foram assistidos pela maioria dos astros da música britânica, incluindo Clapton, Pete Townshend e os Beatles. A chegada do americano teria um impacto profundo e imediato na próxima etapa da carreira de Clapton.

Fim do Cream
Embora o Cream seja apresentado como um dos melhores grupos de sua geração, a banda teve vida curta. As lendárias brigas internas - especialmente entre Bruce e Baker - aumentaram a tensão entre os três integrantes, levando ao fim do trio. Outro fator significante foi uma crítica pesada da revista Rolling Stone de um dos shows do Cream, o que afetou Clapton profundamente.
Goodbye, álbum de despedida da banda, apresentava faixas ao vivo gravadas no Royal Albert Hall, assim como a versão de estúdio de "Badge", composta por Eric e George Harrison.
A amizade próxima dos dois resultou na performance de Clapton em "While My Guitar Gently Weeps", lançada no White Album dos Beatles. Ao acompanhar de perto o sofrimento da esposa de Harrison, Pattie Boyd, que vivia abandonada em razão do interesse do marido pela cultura hindu, Eric acabou se apaixonando. E o sofrimento por amar a mulher de seu melhor amigo o inspiraria a compor uma das suas canções mais conhecidas: "Layla".
Uma segunda participação em outro super grupo, o menos-sucedido Blind Faith (1969), com Baker, Steve Winwood e Rick Grech, resultou em um álbum fraco e uma turnê norte-americana cancelada. Já aí Clapton estava cansado de sua fama e do burburinho que cercava o Cream e o Blind Faith, além de ter ficado profundamente afetado pela música do The Band – com o qual de fato ele já havia pedido para se juntar depois do fim do Cream. Clapton então decidiu ficar um pouco nas sombras, e passou a viajar em turnê como convidado do grupo americano Delaney and Bonnie and Friends. Ele tornou-se amigo íntimo de Delaney Bramlett, que o encorajou a voltar a compor e a cantar.

Solo
Usando a banda de apoio de Bramletts e um elenco estelar de músicos de estúdio, Clapton lançou seu primeiro disco solo em 1970, que trazia uma de suas melhores composições: “Let It Rain”.
Se apropriando da seção rítmica do Delaney & Bonnie – Bobby Whitlock (teclado, vocais), Carl Radle (baixo) e Jim Gordon (bateria) – ele formou uma nova banda com a intenção de contrastar com o culto de “estrelismo” que crescera a sua volta e mostrar Clapton como um integrante no mesmo patamar dos demais. Isto tornou-se ainda mais evidente com a escolha do nome – Derek and the Dominos – que veio de uma piada nos bastidores do primeiro show da banda.
Trabalhando no Criterion Studios em Miami com o produtor Tom Dowd, a banda gravou um brilhante álbum duplo, hoje em dia considerado como a obra-prima de Clapton: Layla and Other Assorted Love Songs. A maioria do material, incluindo a faixa título, foram inspirados pelo conto árabe Majnun e Layla e mostravam o grande amor não declarado de Clapton por Patti Harrison. “Layla” foi gravada em duas sessões distintas; a seção de abertura na guitarra foi gravada primeiro, e para a segunda seção, o baterista Jim Gordon compôs e tocou o elegante trecho ao piano.
Mas a tragédia marcou o grupo durante sua breve carreira. Durante as sessões, Clapton ficou devastado com a notícia da morte de Jimi Hendrix; a banda gravou uma versão tocante de “Little Wing” como um tributo a ele, adicionando-a ao álbum. Um ano depois, Duane Allman
morreu em um acidente de motocicleta. Contribuindo mais para o sofrimento de Clapton, o álbum Layla receberia somente algumas poucas críticas neutras quando de seu lançamento.

Drogas e álcool
O esfacelado grupo resolveu iniciar uma turnê norte-americana. Apesar da admissão posterior de Clapton de que a turnê ocorreu em meio a uma verdadeira orgia de drogas e álcool, aquilo acabou resultando em um poderoso álbum ao vivo, In Concert. Mas o grupo se desintegraria pouco tempo depois em Londres, na véspera da gravação de seu segundo LP de estúdio. Embora Radle tenha continuado a trabalhar com Clapton por vários anos, a briga entre Eric e Bobby Whitlock foi aparentemente feia, e eles nunca mais voltariam a tocar juntos. Outra trágica nota de rodapé para a história do Dominos foi o destino de seu baterista Jim Gordon, que sofria de esquizofrenia não-diagnosticada – anos depois, durante um surto psicótico, ele mataria a própria mãe a marretadas, sendo confinado em um hospício, onde permanece até hoje.
Apesar de seu sucesso, a vida pessoal de Clapton encontrava-se em estado deplorável. Além de sua paixão por Pattie Boyd-Harrison, ele parou de tocar e se apresentar e tornou-se viciado em heroína, o que resultou em um hiato em sua carreira. A única interrupção notável desse hiato foi sua participação no Concerto para Bangladesh - organizado por George Harrison - e, depois, pelo “Rainbow Concert”, organizado por Pete Townshend do The Who para ajudar Clapton a largar as drogas.
Clapton devolveu a gentileza ao interpretar o “Pregador” na versão cinematográfica de Tommy em 1975; sua aparição no filme (tocando “Eyesight To The Blind”) é notável pelo fato de ele estar claramente usando uma barba falsa em algumas sequências – o resultado de ele impensadamente raspar sua barba entre as gravações!
Relativamente limpo novamente, Clapton começou a organizar uma nova e forte banda, que incluía Radle, o guitarrista George Terry, o baterista Jamie Oldaker e as backing vocals Yvonne Elliman e Marcy Levy. Eles viajaram em turnê ao redor do mundo, posteriormente lançando o soberbo E.C. Was Here (1975).
Clapton lançou 461 Ocean Boulevard em 1974, álbum mais enfatizado nas canções ao invés de sua técnica na guitarra. Sua versão de “I Shot The Sheriff” foi um grande sucesso, sendo importante ao apresentar o reggae e a música de Bob Marley para um público mais extenso. Ele também promoveu o trabalho do cantor-compositor-guitarrista J.J.Cale.
Eric continuou a gravar e a fazer turnês regulares, mas a maioria de seu trabalho desta época foi deliberadamente mais calmo, fracassando em obter a mesma repercussão do início de sua carreira.

Maré de azar
Em 1976 Clapton foi o centro de polêmicas acusações de racismo, ao protestar contra a imigração crescente durante um show em Birmingham. Clapton disse que a Inglaterra estava “se tornando superpopulada” e implorou para que a platéia votasse em Enoch Powell para impedir que a Grã-Bretanha virasse uma “colônia negra”. Seus comentários motivariam diretamente a criação do evento Rock Against Racism. Apesar do impacto negativo em sua carreira e reputação, Clapton sempre se recusou a diminuir o episódio e negou que havia alguma contradição entre seu ponto de vista político e sua carreira baseada essencialmente num formato musical criado pelos negros. Nesta mesma época, seu nome começou a aparecer em álbuns lançados no Japão como “Eric Crapton” (“Crap” = “Fezes”), embora isso seja provavelmente mais um caso de “engrish” do que de malevolência.
O final dos anos 70 viu um Clapton com dificuldades de se acertar com a música popular, causando uma recaída no alcoolismo que o levou a ser hospitalizado e depois internado para um período de convalescência em Antígua, onde ele mais tarde apoiaria a criação de um centro de reabilitação.
Em 1985 Clapton conheceu Yvone Khan Kelly, com quem ele começaria um relacionamento. Eles tiveram uma filha, Ruth, que nasceu no mesmo ano. Clapton se divorciaria de Pattie Boyd em 1988.
No começo dos anos 90 a tragédia voltaria a atormentar a vida de Clapton em duas ocasiões. No dia 27 de agosto de 1990 o guitarrista Stevie Ray Vaughan (que estava em turnê com Eric) e dois membros de sua equipe de apoio morreram em um acidente de helicóptero. No ano seguinte, em 20 de março de 1991, Conor, filho de quatro anos de Clapton com a modelo italiana Lori Del Santo, morreu depois de cair da janela de um apartamento. Um instantâneo da dor de Clapton pôde ser visto com a canção “Tears In Heaven”, My Father's Eyes (Pilgrim, 1998) e Circus Left Town (Pilgrim, 1998).

Slow Hand ressurgindo
Assim como MTV Unplugged (vencedor do Grammy em 1994), seu álbum From The Cradle trazia várias versões de antigos sucessos do blues, dando destaque a seu estilo econômico no violão. Em 1997 ele gravou um álbum de música eletrônica sob o pseudônimo de TDF, Retail Therapy, terminando o século 20 com aclamadas parcerias com Carlos Santana e B. B. King.
Em 1999 Clapton, então com 56 anos, conheceu a artista gráfica Melia McEnery, 25, em Los Angeles enquanto trabalhava em um álbum com B. B. King. Eles se casaram em 2002 e tiveram três filhas, Julia Rose (2001), Ella May (2003) e Sophie, nascida em 2005.
Tão conhecido quanto Clapton é o seu costume de usar uma variedade de guitarras. No começo de sua carreira, ele usava uma Gibson Les Paul do final dos anos 50, sendo parcialmente responsável pela reintrodução do estilo original da Les Paul pela Gibson.
Mais tarde, Clapton começou a usar Stratocasters da Fender. A mais famosa de todas as suas guitarras foi Blackie, montada com pedaços de várias Strats e que ele usou até os anos 90, Depois, por medo de danificá-la, guardou em casa, e não a levou mais aos palcos. Por fim, Clapton se desfez da "Blackie" por U$959,500 no leilão organizado pela Christie's de Nova York, em benefício do centro de reabilitação Crossroads.
Em 1988 Clapton foi honrado pela fábrica de guitarras Fender com a introdução de uma Stratocaster feita sob medida para ele, juntamente com Yngwie Malmsteen. Aquelas foram as primeiras guitarras modeladas para artistas na famosa série “Signature” da Stratocaster, que desde então incluiu modelos para Jeff Beck, Buddy Guy e Stevie Ray Vaughan, entre outros.
Em 1999 Clapton levou a leilão parte de sua coleção de guitarras para levantar fundos para o Crossroads, centro de reabilitação para viciados que ele fundou na Antígua em 1997. O montante total conseguido no leilão pela Christie’s foi de U$7,438,624.
Em 03 de novembro de 2004 é condecorado com o título de Comandante da Ordem do Império Britânico (CBE).
Eric Clapton (Deluxe Edition)(1970)
461 Ocean Boulevard (Deluxe Edition) (1974)
There's One In Every Crowd (1975)
No Reason To Cry (1976)
Slowhand (1977)
Backless (1978)
Another Ticket (1981)

Money And Cigarettes (1983)
Behind The Sun (1985)
August (1986)
Journeyman(1989)
From The Cradle (1994)
Pilgrim (1998)
Reptile (2001)
Back Home (2005)

segunda-feira, 31 de março de 2008

With Eric Clapton (66) - John Mayall & Bluesbreakers


Nesse disco nós vemos o encontro de 2 monstros do Blues John Mayall e Eric Clapton. Nesse disco Clapton se supera e toca a guitarra de um jeito extraordinario ao lado do Bluesman John Mayall, disco obrigatório pra quem gostra de Blues e de Eric Clapton. Clapton (ex- Yardbirds) na época ainda era novo quando se juntou a Mayall e sua banda de apoio os Bluesbreakers , e ele começou a viver na casa de Mayall que mais parecia um pai pra ele, segundo Clapton, ele respeitava e admirava o trabalho de lado e se sentiu honrado em ser convidade a entrar no grupo, que com Clapton lançou só esse álbum que é uma verdadeira pérola. Ele abre com a impressionante All Your Love ai varia um pouco tem a animada Little Girl, a bem divertida Another Man e diversas outras músicas que farão você viajar nas guitarras de Clapton e na voz e nos teclados de Mayall.
Faixas do disco:
"All Your Love" (Willie Dixon/Otis Rush) – 3:36
"Hideaway" (Freddie King/Sonny Thompson) – 3:17
"Little Girl" (Mayall) – 2:37
"Another Man" (Mayall) – 1:45
"Double Crossing Time" (Clapton/Mayall) – 3:04
"What'd I Say" – (Ray Charles) – 4:29
"Key To Love" (Mayall) – 2:09
"Parchman Farm" (Mose Allison) – 2:24
"Have You Heard" (Mayall) – 5:56
"Ramblin' On My Mind" (Robert Johnson/Traditional) – 3:10
"Steppin' Out" (James Bracken) – 2:30
"It Ain't Right" (Little Walter) – 2:42
Obrigatório.
Usem e Abusem.
By: Caetano