terça-feira, 29 de abril de 2008

The Timebox



Em seu tempo de existencia o grupo lançou apenas sete singles, cinco deles pelo selo Deram, encerrando atividades em meio à gravação de seu primeiro LP e ressurgindo como o bem sucedido grupo progressivo Patto. A verdade é que o Timebox era um grupo anômalo; enquanto seus singles eram orientados para um mercado pop, em que tentaram penetrar por anos, os shows eram marcadamente diferentes, com o grupo revelando sua verdadeira faceta de rock com toques psicodélicos e jazzistas. Em 1965 surgiu o grupo Take 5, que após inúmeras mudanças de formação se fixou como um grupo de seis pessoas, incluindo o baixista Clive Griffiths, o baterista e vibrafonista Peter "Ollie" Halsall e o vocalista Kevan Foggerty. Fizeram inúmeras package tours com os Small Faces, Kinks, etc. e fixaram residencia no Whisky A Go Go de Londres. Em 1966 com mais mudanças na formação surgiu o Timebox. Mike Patto foi incorporado à banda, Ollie passou para a guitarra e vibrafone, John Halsey para a bateria, Chris Holmes nos teclados e Clive Griffiths no baixo. Com essa formação o Timebox forjou o que seria uma sonoridade precursora do jazz/rock. Enquanto isso para agradar ao mercado de singles eles gravavam covers de soul, blues e r&b, tendo "Beggin'", uma cover dos Four Seasons, como seu maior sucesso, chegando ao número 38 da parada inglesa. Timebox foi mesmo um dos grupos mais ousados de sua época. Acho que só dá para compará-lo com o Manfred Mann, com a diferença que o MM sabia como produzir música pop e comercial para seus compactos.

tracklist:

1-gone is the sad
2-barnabus swain
3-tree house
4-leave me to cry
5-dont make promises
6-yellow van
7-you've got the chance
8-real god thing
9-beggin
10-black dog
11-baked jam roll in your eye
12-stay there
13-a woman tath's waiting
14-eddie mckhenry
15-poor litlle heartbreakers
16-country dan and city lil
17-promises
18´-come on up
19-love the girl
20-girl dont make me wait
21-walking trhrough the streets of my mind
22-timebox
23-waiting for the end
24-misty

Timebox - The Deram Anthology (featuring Mike Patto & Ollie Halsall) (1967-1969, UK)


segunda-feira, 28 de abril de 2008

Os Infiltrados (The Departed, 2006)



» Direção: Martin Scorsese
» Roteiro: William Monahan
» Gênero: Drama/Policial/Suspense
» Origem: Estados Unidos
» Duração: 152 minutos
» Tipo: Longa
»Sinopse: O jovem policial Billy Costigan é infiltrado na quadrilha do chefão Frank Costello, da máfia irlandesa, e tem cada vez mais a confiança dos criminosos. Ao mesmo tempo, Collin Sulivan, um violento integrante da gangue, é igualmente infiltrado na polícia e ganha o respeito de colegas e superiores. Os dois homens vivem na corda bamba com suas vidas duplas, até que ambas as organizações descobrem que há um traidor em suas fileiras e cada um deles passa a tentar descobrir a identidade secreta do espião para garantir a própria sobrevivência. Refilmagem do filme 'Conflitos Internos' (2002), de Hong Kong.

Faixas
01. Let It Loose - The Rolling Stones
02. Comfortably Numb - Rogers Waters feat. Van Morrison & The Band
03. Sail On, Sailor - The Beach Boys
04. Sweet Dreams - Roy Buchanan
05. One Way Out - The Allman Brothers Band
06. Baby Blue - Badfinger
07. I’m Shipping Up To Boston - Dropkick Murphys
08. Nobody But Me - The Human Beinz
09. Tweedle Dee - LaVern Baker
10. Sweet Dreams (Of You) - Patsy Cline
11. The Departed Tango - Howard Shore Featuring Marc Ribot (dobro)
12. Beacon Hill - Howard Shore Performed by Sharon Isbin

domingo, 27 de abril de 2008

Discografia Incopleta (71 à 74) - Little Feat


Little feat é uma banda americana formada pelo compositor, cantor e vocalista Lowell George e pelo tecladista Bill Payne mo ano de 1969 em Los Angeles. A banda encerrou os trabalhos após a morte de Lowell George em 1979, retornando a atividade 9 anos depois. A mudança de vocalista 5 anos mais tarde em 1993 foi a 3 encarnação do Little Feat. O som do Little Feat é uma mistura de blues, R&B, country, New Orleans funk, e rock and roll.

Lowell George era (1969-1979)

George era membro do Frank Zappa Mother of Invention quando conheceu Payne. Payne foi convidado a ingressar na banda, mas não aceitou. Eles foram apoiados pelo então membro do Mothers, o baixista Roy Estrada e pelo baterista da banda anterior de George (the factory), Richie Hayward e formaram o Little Feat.

Há 3 lendas sobre o inicio do Little Feat. Uma é que George mostrou a Franck Zappa sua composição “Willin”, e então Zappa mandou ele embora do The Mothers, porque ele achava que George era muito talentoso para ser um simples membro de sua banda, e falou para ele seguir em frente e formar sua própria banda.

A segunda versão é que Zappa o mandou embora por tocar um solo de guitarra de 15 minutos como o amplificador desligado.

E a terceira versão é que Zappa o demitiu porque “Willin” continha referências a drogas (“weed, whites and wine”). Ironicamente, quando “Willin” estava sendo gravada para o 1° álbum do Little Feat, George tinha machucado a mão e não pode tocar, cabendo essa função a Ry Cooder. Esse é um dos motivos de “Willin” ser inclusa no segundo álbum Sailin’ Shoes.

Os dois primeiros álbuns, Little Feat e Sailin’ Shoes foram aclamados pela critica quase de forma unânime. A música “Willin” tornou-se um padrão, posteriormente popularizada pela inclusão no álbum Heart Like A Wheek de Linda Ronstadt’s.

A falta de sucesso comercial levou a separação da banda, Estrada deixou o Little Feat para juntar-se ao Captain Beefheart’s Magic Band. Em 1972 o Little Feat se reformulou como o baixista Kenny Gradney substituindo Estrada. A banda também foi apreciada pela entrada de um segundo guitarrista e vocalista, Paul Barrere, e pelo percussionista Sam Clayton. O estilo da banda foi radicalmente alterado, a banda se aproximou muito ao funk de New Orleans.

Em 1973 foi gravado Dixie Checken, o álbum mais popular da banda, que sofreu muita influencia da música e tendências de New Orleans, o álbum seguinte Feats Don’t Fail Me Now (1974) seguiu a mesma tendência.

Os membros de The Rolling Stones e Led Zeppelin estão entre os muitos fãs fieis do Little Feat. Lowell George era respeitado por elaborar sofisticadas melodias e letras, mas ele é mais lembrado pelo seu exuberante e único Slide estilo e também por sua voz expressiva que influenciou vários interpretes.

O lançamento de The Last Record Álbum em 1975 significou outra mudança no estilo do Little Feat, com Barrere e Payne desenvolvendo um interessante jazz-rock. Mas no álbum seguinte Time Loves A Hero essa influência do jazz-rock foi ainda maior.

Lowell George continuou a produzir os álbuns, porém sua contribuição nas letras diminuiu com essa mudança do grupo para o jazz fusion. Em agosto de 1977, Little Feat gravou um álbum ao vivo em The Rainboe Theatre em Londres e Lisner Auditorium em Washington, DC. Waiting For Columbus é considerado por muitos críticos de rock como um dos melhores álbuns ao vivo de rock de todos os tempos.

Em 1978 o interesse de George na banda começou a diminuir assim como sua saúde. George fez alguns trabalhos que mais tarde iriam se incorporar no álbum Down On The Farm, mas ele também gravou um álbum solo, Thansk, I’ll Eat It Here e declarou que o Little Feat havia acabado. Durante a turnê de Thansk, I’ll Eat It Here em junho de 1979, aos 34 anos George foi encontrado morto em seu quarto de hotel em Arlington, Virginia. Sua Autopsia mostrou que a morte foi causada por um ataque cardíaco oriundo talvez de seu peso e uso de drogas.

Os membros sobreviventes finalizaram e lançaram Down On The Farm antes da dissolução em 1979. Posteriormente uma compilação formada por um álbum duplo contendo raros outtakes e músicas ao vivo, denominada, Hoy-Hoy! Foi lançada em 1981





Little Feat - 1971
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Salin Shoes - 1972
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Dixie Chicken - 1973
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Feats Don't Fail Me Now - 1974
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sábado, 26 de abril de 2008

Autobiografia (07) - Eric Clapton



A história de um dos maiores guitarristas do Rock e do Blues escrito pelo própio. A autobiografia do saudoso Eric Clapton foi lançada em 2007 e eu me impressionei com a sinceridade dele nesse livro, além de descobrir mais sobre ,além de sua vida pessoal, sua vida profissional, no livro ele conta sobre sua infância, como descobriu a música, suas principais influências, a fase dele em cada banda , Yardbirds, John Mayall and The Bluesbreakers, Cream, Blind Faith, Derek And The Dominoes entre outros trabalhos realizados por ele. Ele também conta a sua passagem difícil pelo mundo das drogas e pelo mundo do alcoolismo, livro emocionante que passa diversas lições de vida além de descobrir mais sobre esse Deus na guitarra. Livro obrigatorio pra quem gosta do cara. Você não se arrepnde um segundo, um livro com uma linguagem bem acessível. Simplismente comprem e deleitem-se.
Clapton Is God.

Sexo, Orégano e Rock and Roll (05) - Otto Guerra


Wood e Stock vivenciaram o flower power e o movimento hippie durante os anos 70. Eles ainda não esqueceram daquela época, das festas regadas a alucinógenos, os chás de cogumelo e a completa viagem pela qual passaram. Inconformados com o mundo de hoje, cada vez mais individualista e sem graça, eles decidem retomar a velha banda de rock, a Chiqueiro Elétrico. Querem protestar contra a sociedade capitalista e aproveitar para fumar mais um baseado.
Para complicar suas vidas, o pai de Stock morre e ele fica sem sua mesada e a esposa de Wood, Lady Jane, promove um exílio tântrico-sexual. Eles terão também de tomar conta de Overall, um adolescente muito certinho e extremamente preocupado com a aparência. Será uma tarefa árdua conviver com o novo mundo, em Wood & Stock: Sexo, Orégano e Rock ´n´ Roll.
A animação foi dirigida por Otto Guerra e é fiel aos quadrinhos de Angeli, que gostou do resultado final. Tom Zé, Rita Lee e o gaúcho Júpiter Maçã estão na trilha sonora e diversos outros personagens do cartunista, como Rampal, Sunshine e os Skrotinhos estão presentes. Sobrou até para a Rê Bordosa.
Filme totalmente Excelente.

Soundtrack (86) - Stand by Me (Conta Comigo)


Mais uma vez venho aqui postar uma poderosa trilha sonora de um grande filme. E essa é para todos aqueles que têm saudades das coisas que fez na infância, essa fascinante fase de nossas vidas, e quer se sentir como criança novamente, quem assistiu ao filme, essa obra prima baseada em um conto de Stephen King, sabe do que estou falando, pois não se trata somente de um filme sobre amizade, sua mensagem nos transmite essa sensação e a trilha sonora acompanha muito bem. Lembrando que a história se passa no ano de 1959.

Típico disco para se ouvir em família, emoção garantida.

Faixas:

01. Buddy Holly - Everyday
02. Shirley & Lee - Let the Good Times Roll
03. The Del Vikings - Come Go with Me
04. The Del Vikings - Whispering Bells
05. The Silhouettes - Get a Job
06. The Chordettes - Lollipop
07. The Coasters - Yakety Yak
08. Jerry Lee Lewis - Great Balls of Fire
09. The Bobbettes - Mr. Lee
10. Ben E. King - Stand by Me

Axis Bold As Love (67) - The Jimi Hendrix Experience


Jimi Hendrix sem dúvida alguma foi um dos maiores guitarristas do planeta, além de ser um dos maiores artistas da história. Diversos trabalhos desse gênio comprovam isso mas a fase que todo mundo cita sendo a melhor foi ele no The Jimi Hendrix Experience onde lançou 3 álbuns clássicos Are You Experienced, Electric Ladyland e Axis Bold Is Love. Muita gente cita o Are You Experience como o melhor disco do Power Trio mas eu não concordo eu acho que Bold Is Love é perfeito do começo ao fim começando pela capa bem psicodelica, o álbum é uma obra de arte do começo ao fim o álbum abre com a estranha EXP, Hendrix arregaça sua guitarra em Spanish Castle Magic, eles mostram seu poder de fazer baladas na linda Little Wing, eles ainda mostram do que são capazes na linda Castles Made Of Sand mas o álbum é daqueles discos que se deve ouvir do começo ao fim, a guitarra de Hendrix te envolve e não te larga mais disco simplismente viciante.
Faixas do Disco:
"EXP" – 1:55
"Up from the Skies" – 2:55
"Spanish Castle Magic" – 3:00
"Wait Until Tomorrow" – 3:00
"Ain't No Telling" – 1:46
"Little Wing" – 2:24
"If 6 Was 9" – 5:32
"You Got Me Floatin'" – 2:45
"Castles Made of Sand" – 2:46
"She's So Fine" (Noel Redding) – 2:37
"One Rainy Wish" – 3:40
"Little Miss Lover" – 2:20
"Bold as Love" – 4:09

Rock and Roll Highway (70) - Jimmy Page, Bonham, Nicky Hopkins & Others.


Álbum produzido por Jimmy Page,com gravações com amigos como John Paul Jones,John Bonham, Jeff Beck, Nicky Hopkins, e Noel Redding entre outros e mostra Page, Jones, Bonham fora do Led Zeppelin .Isso não é Led Zeppelin,não queiram comparar,eu gosto e indico pra quem quer ouvir um bom álbum de rock
Faixas
01. "Everything i Do is Wrong"- Jimmy Page/John Paul Jones/Nicky Hopkins/Clem Cattini/Chris Hughes/Keith De Groot
02. "Think It Over"- Jimmy Page/John Paul Jones/Nicky Hopkins/Clem Cattini/Chris Hughes/Keith De Groot
03. "Dixie Fried"- Jimmy Page/John Paul Jones/Nicky Hopkins/Clem Cattini/Chris Hughes/Keith De Groot
04. "Fabulous"- Jimmy Page/John Paul Jones/Nicky Hopkins/Clem Cattini/Chris Hughes/Keith De Groot
05. "Lonely Weekend"- Jimmy Page/John Paul Jones/Nicky Hopkins/Clem Cattini/Chris Hughes/Keith De Groot
06. "Burn Up"- Jimmy Page/John Paul Jones/Nicky Hopkins/Clem Cattini/Chris Hughes/Keith De Groot
07. "Wailing Sounds"- Jimmy Page/John Bonham/Daniel Edwards/David Sutch
08. "'Cause I Love You"- Jimmy Page/John Bonham/Daniel Edwards/David Sutch
09. "Flashing Lights"- Jimmy Page/John Bonham/Daniel Edwards/David Sutch
10. "Thumping Beat"- Jimmy Page/John Bonham/Daniel Edwards/David Sutch
11. "Union Jack Car"- Jimmy Page/John Bonham/Daniel Edwards/David Sutch
12. "Baby Come Back"- Jimmy Page/John Bonham/Daniel Edwards/David Sutch
Tamanho: 67.3 MB
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1.
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Jethro Tull Live (01) - Jethro Tull


Concerto realizado no Teatro de Hammersmith Apolo de Londres no dia 25 de Novembro de 2001,apenas com canções da fase 1968-73


Os primórdios da banda
O Jethro Tull passou pelo seu "calvário" em clubes britânicos nos anos 60, com uma formação instável que eventualmente se cristalizaria em Ian Anderson (vocais, flauta, violão e mais tarde diversos outros instrumentos), Mick Abrahams (guitarra), Glenn Cornick (baixo) e Clive Bunker (bateria). A princípio a banda passou por inúmeras mudanças de nome para conseguir mais shows, e que Jehtro Tull foi o que acabou ficando depois que conseguiram um contrato com uma gravadora (o nome vem do agricultor Jethro Tull que inventou a semeadeira). Os empresários então sugeriram que Abrahams assumisse os vocais e a guitarra e que a flauta fosse eliminada, relegando Anderson ao piano rítmico. Depois de uma sucessão de compactos mal sucedidos, eles lançam This Was em 1968, altamente influenciado pelo blues e composto por Anderson e Abrahams.
Depois desse álbum, Abrahams deixou o grupo, (formando sua própria banda, Blodwyn Pigs), devido principalmente à "diferenças musicais" (Abrahams preferia continuar tocando blues, que Anderson taxava de estilisticamente limitado e de vocabulário restrito aos ingleses de "classe média"). Depois de uma série de audições (ao contrário de rumores, tais audições não contaram com Tony Iommi do Black Sabbath, que na verdade só concordou em aparecer no Rock'n'Roll Circus dos Rolling Stones para tocar "A Song For Jeffrey"), o ex-integrante das bandas Motivation, Penny Peeps e Gethsemane Martin Barre foi contratado como o novo guitarrista. Barre se tornaria o segundo integrante mais antigo da banda depois de Anderson.
Rock progressivo
Esta nova formação lançou Stand Up em 1969. Composto inteiramente por Anderson (com exceção de "Bouree", de Johann Sebastian Bach, aqui adaptada para um formato jazzístico), demonstrava o abandono do blues em favor do nascente estilo de rock progressivo, então em desenvolvimento por grupos como King Crimson, The Nice e Yes. Em 1970 eles adicionaram o tecladista John Evan, embora tecnicamente ele fosse apenas um músico convidado, e lançaram o álbum Benefit.
O baixista Cornick abandonou a banda logo após Benefit, sendo substituído por Jeffrey Hammond-Hammond, e esta formação lançou em 1971 o trabalho mais conhecido da carreira do Tull: Aqualung. O álbum é uma combinação de rock pesado focado em temas como párias sociais e cultos religiosos mesclados a experimentos acústicos sobre a vida mundana do cotidiano. Aqualung é adorado e odiado em iguais proporções, embora a faixa título e "Locomotive Breath" sejam constantes em rádios de rock clássico.
Quem saiu em seguida foi o baterista Bunker, substituído por Barriemore Barlow, e o álbum de 1972 da banda foi Thick as a Brick. Trata-se de um álbum conceitual consistindo de uma única longa música separada entre os dois lados do LP, com um número de movimentos integrados e alguns temas repetidos. O quinteto deste álbum - Anderson, Barre, Evan, Hammond-Hammond e Barlow - foi a formação mais duradoura do Tull, permanecendo a mesma até 1975.
1972 também viu o lançamento de Living in the Past, um álbum duplo compilando os compactos, lados-B e sobras de estúdio da banda, com um dos lados sendo gravado ao vivo em 1970. Com exceção das faixas ao vivo, esse é considerado pela maioria dos fãs do Tull como o seu melhor lançamento. A faixa título foi um dos compactos de maior sucesso do grupo.
Em 1973 a banda tentou gravar um álbum duplo (exilada em Chateau d'Herouville para se livrar dos impostos, o mesmo que os Rolling Stones e Elton John, entre outros, estavam fazendo na época), mas, supostamente insatisfeitos com a qualidade do estúdio, abandoram o projeto. Ao invés disso gravaram rapidamente e lançaram A Passion Play, outro álbum conceitual de uma só música, com letras bastante alegóricas.

Disco 1:
01. My Sunday Feeling
02. Crossed-Eyed Mary
03. Roots to Branches
04. Some Day the Sun Won't Shine For You
05. Jack in the Green
06. Thick as a Brick
07. Bouree
08. Hunt by Numbers
09. Budapest
10. A Song For Jeffrey
Disco 2:
01. The Water Carrier
02. A New Day Yesterday
03. Sweet Dream
04. New Jig
05. Aqualung
06. Locomotive Breath
07. Living in the Past
08. My Sunday Feeling

G-Ray (83) - Stevie Ray Vaughan


Stephen (“Stevie”) Ray Vaughan nasceu em Dallas, no Texas (3 de Outubro de 1954 - 27 Agosto de 1990) e foi um guitarrista de blues americano, conhecido como um dos mais influentes músicos da história. Ele é freqüentemente referido por suas iniciais, SRV.O estilo musical de Vaughan tocar blues era fortemente influenciado por Albert King, que se auto-proclamou “padrinho” de Stevie, e por outros músicos de blues como Otis Rush and Buddy Guy. Stevie é reconhecido por seu som de guitarra característico, que em parte provinha do uso de cordas de guitarra espessas, pesadas, calibre .013. O som e o estilo de Vaughan tocar, que freqüentemente mescla partes de guitarra solo com guitarra rítmica, também traz freqüentes comparações com Jimi Hendrix; Vaughan gravou várias canções de Hendrix em seus álbums de estúdio e ao vivo, como “Little Wing”, “Voodoo Chile (Slight Return)” e “Third Stone from the Sun”. Ele também era fortemente influenciado por Freddie King, outro grande músico texano, pricipalmente pelo tom e ataque. O pesado vibrato de King pode ser claramente ouvido no estilo de Vaughan. Outra influência no estilo foi Albert Collins. Sua técnica da mão direita, usando o dedo indicador, foi extensamente utilizada por SRV, batendo na cordas contra o braço da guitarra.
Ótima gravação registrada em Toronto, Canadá - 11 de julho de 1983
Faixas
01_Testify
02_So Excited
03_Voodoo Chile
04_Pride and Joy
05_Tell Me
06_Mary Had a Little Lamb
07_Texas Flood
08_Love Struck Baby
09_Hug You Squeeze You
10_Third Stone From The Sun
11_Lenny
12_Wham




Motörhead (77) - Motörhead


O baixista Lemmy Kilmister começou na música ainda na década de 60, como roadie da banda de Jimi Hendrix. A sua estreia profissional no meio artístico daria-se com a banda de rock psicadélico Hawkwind que alcançou alguns hits na década de 70.
Mais tarde Lemmy viria a ser despedido dos HawKwind por ter sido barrado no aeroporto do Canadá por porte de drogas (na verdade se tratava de anfetamina). Lemmy não baixa os braços e decide então montar a sua própria banda com o baterista Lucas Fox e Larry Wallis, chamando esta nova banda de Bastards, mas em seguida mudando o nome para Motörhead (uma gíria americana usada por viciados em anfetaminas) que foi o nome de sua última contribuição para os HawKwind. Lucas Fox foi trocado por Phil ("Philthy Animal") Taylor que era um músico amador e amigo de infância de Lemmy. Depois da gravação do que seria o primeiro álbum, On Parole, que não chegou a ser lançado pela gravadora por ser considerado pouco comercial, decidem chamar um segundo guitarrista para a banda, "Fast" Eddie Clarke. Larry Wallis logo sairia da banda, que voltaria então a ser um trio.
O primeiro álbum (auto-intitulado) foi finalmente lançado em 1977 por uma gravadora pequena.Originalmente, este álbum foi lançado antes de On Parole, que foi gravado primeiro, em meados de 1976 e que só foi lançado em 1979. Destaque para a faixa-título, que abre o disco e também para "City Kids" e "Beer Drinkers & Hell Raisers", entre outras...esse post é uma versão japonesa que contém 5 faixas bonus.
Faixas
01. "Motorhead" (Lemmy Kilmister) – 3:13
02. "Vibrator" (Larry Wallis, Des Brown) – 3:39
03. "Lost Johnny" (Kilmister, Mick Farren) – 4:15
04. "Iron Horse/Born to Lose" (Phil Taylor, Mick Brown, Guy "Tramp" Lawrence) – 5:21
05. "White Line Fever" (Eddie Clarke, Kilmister, Taylor) – 2:38
06. "Keep Us on the Road" (Clarke, Kilmister, Taylor, Farren) – 5:57
07. "The Watcher" (Kilmister) – 4:30
08. "Train Kept A-Rollin'" (Tiny Bradshaw, Howard Kay, Lois Mann) – 3:19
Bonus tracks:
09. "City Kids" (Wallis, Duncan Sanderson) – 3:24
Originally released as the B-side of the Motorhead single in 1977
10. "Beer Drinkers and Hell Raisers" (Billy Gibbons, Dusty Hill, Frank Beard) – 3:27
11. "On Parole" (Wallis) – 5:57
12. "Instro" (Clarke, Kilmister, Taylor) – 2:27
13. "I'm Your Witchdoctor" (John Mayall) – 2:58
ou

Beggars Banquet Outtakes (83) - Rolling Stones


Como fã dos Rolling Stones, considero O Banquete dos Mendigos o álbum que melhor retrata a verdadeira essência dos Stones. Todas as faixas são excelentes, desde os Hits "Street Fighting Man, com toda a rebeldia dos Stones e da juventude dos anos 70 expressas tanto na letra como no som, "Sympathy for the Devil" que dispensa comentários, "Dear Doctor" e "No Expectations": irretocáveis. Stray Cat Blues é maravilhosa, o mais puro Blues dos Stones...esse post contém gravação de outtakes dos tempos do Banquete Dos Mendigos.
Faixas
1. Intro: Fallen Angels (0:33)
2. Sympathy For The Devil 1 (1:30)
3. No Expectations (4:20)
4. Dear Doctor 1 (3:30)
5. Dear Doctor 2 (3:24)
6. Parachute Woman (2:15)
7. Sympathy For The Devil 2 (5:09)
8. Family (4:01)
9. Jig Saw Puzzle (6:06)
10. Pay Your Dues (3:08)
11. Street Fighting Man (3:19)
12. Prodigal Son (2:55)
13. Still A Fool (6:43)
14. Stray Cat Blues (4:17)
15. Sweet Lucy (3:47)
16. Factory Girl (2:10)
17. Salt of The Earth (4:48)
18. Sympathy For The Devil 3 (1:41)
19. Sympathy For The Devil 4 (6:22)
20. Jumpin' Jack Flash (3:55)

Little Games (67) - The Yardbirds



The Yardbirds foi uma das mais importantes bandas de blues da Inglaterra nos anos 60. Além da qualidade do seu trabalho, ficou famosa por ter tido na sua formação ao longo do tempo, sucessivamente, Eric Clapton e Jeff Beck e depois Jimmy Page antes de entrar para o Led Zeppelin. O grupo surgiu em Londres em 1963, mas só tornou-se conhecido quando Clapton entrou para a banda. Fazendo covers do blues de Chicago, mas também investindo num estilo próprio, o Yardbirds chegaram as paradas inglesas com a canção "For your love" (1964), que investia num estilo mais pop. Isto desagradou a Eric Clapton, na época um purista do blues, que deixou a banda. Em seu lugar entrou Jeff Beck, que levou o grupo para uma "guinada" psicodélica e em 1966, Jimmy Page foi convidado para entrar no grupo. Pouco depois, Beck saiu e Page assumiu a liderança do conjunto. A síntese "blues-rock" de 1965-1966 chamou a atenção da crítica, mas não conseguiram grande sucesso comercial.
As divergências sobre que rumos a banda deveria tomar ocasionaram o seu fim. Jimmy Page ainda formaria em 1968 o New Yardbirds, banda que, mais tarde, mudaria seu nome para Led Zeppelin
Faixas
01. Little Games
02. Smile on Me
03. White Summer
04. Tinker, Tailor, Soldier, Sailor
05. Glimpses
06. Drinking Muddy Water
07. No Excess Baggage
08. Stealing, Stealing
09. Only the Black Rose
10. Little Soldier Boy
11. Puzzles [1991 U.S. Stereo Mix]
12. I Remember the Night [1991 U.S. Stereo Mix]
13. Ha! Ha! Said the Clown
14. Ten Little Indians [1991 U.S. Stereo Mix]
15. Goodnight Sweet Josephine [Version 1 -- Unphased]
16. Think About It
17. Goodnight Sweet Josephine [Phased U.S. Single Version]
18. Most Likely You Go Your Way (I'll Go Mine) [BBC Sessions]
19. Little Games [BBC Sessions]
20. Drinking Muddy Water [BBC Sessions]
21. Think About It [BBC Sessions]
22. Goodnight Sweet Josephine [BBC Sessions]
23. My Baby [BBC Sessions]
24. White Summer [BBC Sessions]
25. Dazed and Confused [BBC Sessions]
Tamanho 143 MB
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Let There Be Rock (77) - AC/DC


Banda com poucos acordes, sem frescura o AC/DC resume a essência do Rock And Roll com as guitarras loucas de Angus e base de Malcom a banda possui um dos maiores vocalistas do rock atual o grande Brian Johnson . Os fãs do grupo ficam dividos entre qual foi a melhor fase do AC/DC mas na minha opnião a melhor fase foi do grande e saudoso Bon Scott o primeiro vocalista do grupo, com um poderoso vocal começou como o motorista da banda e no dia em que o vocalista faltou a um show ele não vacilou e tomou seu lugar, o AC/DC é uma das bandas mais influentes do rock tanto pela sua atitude quando seu som que é o mais puro Rock And Roll sem firulas e a uma das maiores provas disso é esse disco que na minha opnião é o melhor do disco. Let There Be Rock de 77 é uma porrada do começo ao fim, músicas que te contagiam e fazem você sair da cadeira e simplismente pirar música como Go Down, Let There Be Rock e Whole Lotta Rosie mas as outras faixas também se enqunadram nisso. Disco contagiante do começo ao fim, não me canso de ouvir ele sem parar, disco as vezes pouco lembrado.
Faixas do Discaço:
"Go Down" – 5:18 (vinyl), 5:31 (CD)
"Dog Eat Dog" – 3:34
"Let There Be Rock" – 6:06
"Bad Boy Boogie" – 4:27
"Problem Child" – 5:24
"Overdose" – 6:09
"Hell Ain't a Bad Place to Be" – 4:21
"Whole Lotta Rosie" – 5:24
Ficha Tecnica:
Bon Scott - lead vocals
Angus Young - lead guitar
Malcolm Young - rhythm guitar, backing vocals
Mark Evans - bass, backing vocals
Phil Rudd - drums
Cliff Willians- mimes as the bass player/backing vocals on the promo video

The First 3 Singles - Pink Floyd


O Pink Floyd evoluiu de uma banda de rock formada em 1964 que teve vários nomes - Sigma 6, The Meggadeaths, Tea Set e The Abdabs, The Screaming Abdabs, The Architectural Abdabs. Quando a banda se separou, alguns membros - os guitarristas Rado "Bob" Klose e Roger Waters, o baterista Nick Mason e o instrumentista de sopro, Rick Wright - formaram uma nova banda, chamada "Tea Set". Depois de um pequeno período com o vocalista Chris Dennis, o guitarrista e vocalista Syd Barrett se juntou a banda, com Waters mudando para o baixo.
Quando o Tea Set descobriu que outra banda tinha esse mesmo nome, Barrett deu a idéia de um nome alternativo, The Pink Floyd Sound, em homenagem aos músicos de
blues Pink Anderson e Floyd Council. Por um tempo a banda oscilou entre os dois nomes, até se decidirem pelo segundo. O “Sound” foi deixado de lado rapidamente, mas o “The” continuou sendo usado regularmente até 1968. Os primeiros lançamentos no Reino Unido da banda, durante a era do Syd Barrett, vinham creditados como The Pink Floyd, assim como em seus dois primeiros singles nos EUA. Sabe-se que David Gilmour tenha se referido ao grupo como The Pink Floyd até 1984. Klose - que era bastante influenciado pelo jazz, saiu depois de ter gravado somente uma demo, deixando uma formação diferente com Barrett na guitarra e vocais principais, Waters no baixo e vocais de apoio, Mason na bateria e percussão, e Wright revezando nos teclados e vocais de apoio. Barrett logo começou a escrever suas próprias composições, influenciado pelo rock psicodélico americano e britânico (também pelo surf music, literatura inglesa), com extravagância e humor. O Pink Floyd se tornou favorito no movimento underground, tocando em casas como UFO club, the Marquee Clube e The Roundhouse. No fim de 1966, a banda foi convidada para contribuir com músicas no documentário "Tonite Let's All Make Love in London", de Peter Whitehead. Eles foram filmados tocando duas faixas, ("Interstellar Overdrive" e "Nick's Boogie") em janeiro de 1967. Apesar que quase nenhuma dessas músicas participaram do filme, elas acabaram sendo lançadas como "London 1966/1967" em 2005.
Como a popularidade da banda ia crescendo, os membros formaram a Blackhill Enterprises em outubro de 1966, uma sociedade a seis, com seus agentes
Peter Jenner e Andrew King, lançando os singles "Arnold Layne" em março de 1967 e "See Emily Play" em junho de 1967. "Arnold Layne" alcançou o número 20 das paradas britânicas, e "See Emily Play" alcançou número 6, o que garantiu à banda a primeira participação em cadeia nacional no programa de TV Top of the Pops em julho de 1967. Anteriomente, eles haviam aparecido tocando "Interstellar Overdrive" no UFO club, em um curto documentário, "It's So Far Out It's Straight Down". Isso foi ao ar em março de 1967, mas apenas transmitido à região de Granada do Reino Unido.
Lançado em agosto de 1967, o primeiro
álbum da banda, The Piper at the Gates of Dawn, é atualmente considerado um ótimo exemplo da música psicodélica britânica, e foi bem recebido pelo críticos da época. Atualmente, é visto como o melhor primeiro álbum por muitos críticos. As faixas, predominantemente escritas por Barrett, mostram letras poéticas e uma mistura eclética de música, desde a faixa de vanguarda com livre-forma, "Interstellar Overdrive", até músicas "assobiavéis" como "The Scarecrow", inspirada nas Fenlands, uma região rural ao norte de Cambridge (cidade de Barrett, Waters e Gilmour). As letras eram inteiramentes surreais, às vezes fazendo referência ao folclore, como em "The Gnome". A música refletia novas técnologias de eletrônicos, com o uso constante de espaçamento no estéreo, edição de fita, efeitos de eco, e teclados. O álbum foi um hit no Reino Unido, onde alcançou a 6ª posição das paradas, mas não foi muito bem na América do Norte, alcançando a posição número 131 nas paradas dos EUA. Durante esse período, a banda excursinou com Jimi Hendrix, o que ajudou a aumentar sua popularidade.

Enquanto a banda se tornava mais popular, o stress da vida na estrada e o consumo relevante de drogas de Syd Barrett deteriorou sua saúde mental. O comportamento de Barrett foi se tornando cada vez mais imprevisível e estranho, fato atribuído ao constante uso de LSD. Conta-se que às vezes ele ficava encarando algum ponto, enquanto a banda tocava; durante algumas apresentações, ele somente tocaria um acorde o concerto inteiro, ou aleatoriamente desafinava sua guitarra.
Chegou um momento em que os outros membros da banda decidiram por simplesmente não levar mais Syd para os shows. O último show da banda com Barrett foi em 20 de janeiro de 1968, em Hastings Pier. O guitarrista
David Gilmour - já conhecido de Barrett e Waters - se juntou à banda para ajudar Barrett com suas tarefas (apesar de Jeff Beck ter sido considerado). Inicialmente, esperava-se que Barrett fizesse composições enquanto Gilmour tocaria nos shows. Mas composições como "Have You Got It, Yet?", com progressões de acordes e melodias diferentes a cada take, fez com que o resto da banda desistisse dessa idéia. Uma vez que a saída de Barrett foi formalizada em abril de 1968, os produtores Jenner e King, decidiram continuar com ele, pondo fim à sociedade Blackhill Enterprises. Então a banda escolheu Steve O'Rourke como gerente que permaneceu com eles até sua morte em 2003.
Depois de gravar dois álbuns solos (
The Madcap Laughs e Barrett) em 1970 (co-produzido por e as vezes com participações de Gilmour, Waters e Wright) com sucessos razoáveis, Barrett então foi para reclusão (idéia muitas vezes rebatida por sua família, que disse que não ter sido exatamente assim). Novamente chamado pelo nome oficial, Roger Keith "Syd" Barrett, viveu sua vida pacata em sua cidade natal, Cambridge até sua morte em 7 de Julho de 2006.
Faixas
01.Arnold Layne
02.Candy and a Currant Bun
03.See Emily Play
04.Scarecrow
05.Apples and Oranges
06.Paintbox

Book of Shadows (1996) – Zakk Wylde


Se quando você pensa em Zakk Wylde pensa em barulheira extrema e sons agressivos, neste caso, esqueça!
Book of Shadows é o disco de estréia da carreira solo de Zakk Wylde e traz o incrível guitarrista num momento de lirismo incomparável, exercitando sua versatilidade em canções que passam pelo blues, o country, o folk e o rock.
Um disco sublime, para ser ouvido naqueles dias em que o seu mundo pessoal parece desabar. Trilha sonora ideal para muitas lágrimas!

FICHA TECNICA
Joe Vitale - piano, teclados, bateria
Zakk Wylde - vocal, guitarra (acoustic & electric), harmônica, piano, teclados, baixo
James Lomenzo - baixo

FAIXAS:
CD 1
1. Between Heaven and Hell
2. Sold My Soul
3. Road Back Home
4. Way Beyond Empty
5. Throwin' It All Away
6. What You're Look'n For
7. Dead as Yesterday
8. Too Numb to Cry
9. The Things You Do
10. 1,000,000 Miles Away
11. Thank You Child
Bonus CD:
1. Evil Ways
2. The Color Green
3. Peddlers of Deat
Book of Shadows (1996) – Zakk Wylde
Bônus Cd
Mais uma colaboração da nossa amiga Giulianella, thanks Girl!

sexta-feira, 25 de abril de 2008

Ten 13 (2000) – Sammy Hagar


Este é um álbum do mais puro hard rock e não dá pra perder.
Na minha opinião, o melhor Cd do Sammy Hagar em carreira solo.
O vocal de Sammy está simplesmente matador e as guitarras bem mais pesadas do que em outros trabalhos.
O título “Ten 13” é uma referência ao dia do aniversário do músico (13 de outubro) e na verdade foi um presente para todos os seus fãs.
Impossível ficar indiferente a músicas como “Let Sally Drive”, “Serious Juju” ou não se emocionar com a balada “Deeper Kinda Love, só para falar de três. É baixar e ficar satisfeito!
Uma aula de hard rock da mais alta categoria.

FICHA TÉCNICA:
Sammy Hagar - vocal, guitarra
Jesse Harms - teclados
Victor Johnson – guitarra
Mona - baixo
David Lauser - bateria
Também: Roy Rogers Slide guitar (na faixa “The Real Deal”)

FAIXAS:
01. Shaka Doobie (The Limit)
02. Let Sally Drive
03. Serious Juju
04. The Message
05. Deeper Kinda Love
06. Little Bit More
07. Ten 13
08. Protection
09. 3 In The Middle
10. The Real Deal
11. Tropic Of Capricorn
Ten 13 (2000)-Sammy Hagar
Esta postagem foi cedida pela nossa querida amiga Giulianella, thanks Girl!

quinta-feira, 24 de abril de 2008

Bodkin (72) - Bodkin




Aqui está outra banda de Hard Rock/Progressivo vinda de U.K.Finalmente vemos a luz do dia depois de quase trinta anos. Bodkin, uma grande banda era liderada pelo formidável talento de Hammond quetocava orgão, Doug Roma, que na idade de 21 anos no momento desta gravação, provou que ele pudesse acompanhar o pesos pesados do tempo.Alguns desses nomes são Jon Lord, Keith Emerson, Ken Hensley, e Vincent Crane.De fato, este CD contém sons de órgão distorcidos, poderia se pensar que em algum tempo perdido Uriah Heep ou Atomic Rooster estariam tocando este álbum.Definir dentro de uma bizarra e graves digipack manga desenho contendo Infernais imagens de lobos e caprinos é um balanço conjunto de sonoridade das músicas.A abertura é parte de dois toques chamados "Three Days After Death" que contém muitas "raging" Hammond e trabalho com guitarras pesadas em pouco menos de dezessete minutos, a banda realmente começa a cozinhar sobre este. Outra canção forte é "Aunt Mary's Trashcan" apresentando uns riffs de guitarra.Embora eu não chamar isto de metal, ele não é muito prog.Todo o tempo muda e furiosos solos abundam, e a banda toca com tanta convicção que é difícil parar de agitar a sua cabeça. o líder e vocalista Jeke Huim é muito forte, especialmente sobre a mente "entorpecida" na "Plastic Man". fãs de Deep Purple, Iron Butterfly, Uriah Heep, Atomic Rooster, e Collosseum ficariam bem em choque a este conjunto de Hammond enchardados de loucuras.
OBS: desculpem a tradução!

terça-feira, 22 de abril de 2008

Forever Changes (67) - Love

Eles foram uma das bandas mais influentes dos anos 60. Liderados por Arthur Lee, o Love lançou vários discos, mas foi com o terceiro, Forever Changes, que a banda se solidificou com um dos melhores expoente da Costa Oeste dos Estados Unidos. Um disco que acaba de receber um tratamento diferenciado da gravadora Rhino e que foi relançado com faixas bônus e um livreto maravilhoso. Se você curte Grateful Dead, Jimi Hendrix, Buffalo Springfield ou Doors, e não conhece o trabalho do Love, corra atrás porque vale a pena.




O ano de 1967 foi mágico para o rock. Vários artistas lançaram seus álbuns de estréia: Pink Floyd, Doors, Velvet Underground, Nico, Grateful Dead, Jimi Hendrix, Janis Joplin, entre outros. Também foi o ano de ouro para alguns grupos: The Who, Beatles, Byrds, Country Joe and The Fish, Buffalo Springfield e o Love.

A banda era liderada por Arthur Lee, um dos poucos negros a ter essa posição em uma banda de rock, em 1965 (dois anos portanto da Jimi Hendrix Experience). Lee era considerado uma espécie de visionário, dono de um temperamento difícil.

Lee achava que aquele trabalho seria o prenúncio de sua morte, já que acreditava que estaria completamente deteriorado fisicamente, aos 26 anos. Mas aquele menino de 22 anos errou feio na sua projeção. Depois de um sucesso raozável com o primeiro disco, Love, que vendeu 100 mil cópias lançou o segundo, Da Capo, que seguiu o mesmo caminho e o Love virou uma banda cult, já que Lee recusava-se a a excursionar muito longe de Los Angeles.

Ao contrário de outro contratado da Elektra, os Doors, o selo tentava fazer com que a banda viajasse por todo o país e pedia um hit-single igual a "Light My Fire" da banda de Jim Morrison.

Ou nas palavras de Jac Holzman, presidente do selo: "Arthur era e provavelmente é um das pessoas mais espertas que conheci do meio. Apesar do talento, ele preferia ficar isolado mais do que o necessário e isso prejudicou muito sua carreira. Ele foi um dos maiores gênios que conheci, mas apesar de tanta genialidade, recusava a aparecer em público."

Mesmo sem ser um entusiastas de shows, Lee era um perfeccionista no estúdio e contava com vários músicos adicionais para os arranjos.

Para produzir Forever Changes, ele queria mesclar um pouco de jazz, música mexicana e até clássica. Foi nessa época que começou a amizade com Hendrix, que tocou em alguns discos posteriores a Forever. Ele sabia que não tinha na banda músicos tão técnicos como o trio de Hendrix ou mesmo o Who de Pete Townshend. A saída foi fazer um disco menos explosivo, mas mais requintados instrumentalmente falando.

O produtor Bruce Botnick conta um pouco a história do disco: "No começo de Forever Changes eu e Neil Young produziríamos o disco. Neil estava meio cheio do Buffalo Springfield e eu pensei que ele tocaria alguns solos de guitarra. Mas ele não estava bem fisicamente e pulou fora do projeto, deixando comigo a produção. A produção acabou sendo minha junto com o Arthur. Mas o Love estava passando por um momento ruim, porque a banda não tocava havia um bom tempo e eles estavam separados. Eu pensei em chamar alguns dos melhores músicos de estúdio disponíveis e deixar Bryan McLean cantar e tocar suas músicas e fazer o mesmo com Arthur. Ele tocou guitarra e depois trabalhava nas partes da música e gravamos duas canções em três horas: "The Daily Planet" e "Andmoreagain".O grupo estava presente e eu me lembro deles crescendo aos poucos. A banda levou um choque e esqueceram os problemas e começaram a trabalhar no disco como novamente um grupo. Nós usamos as duas músicas gravadas, mas fizemos uns overdubs para que soasse como uma banda novamente.

Arthur Lee lembra bem do projeto: "Nós tínhamos o costume de trabalhar toda a noite. Depois que começamos a ganhar dinheiro paramos de produzir. Quanto mais dinheiro entrava, menos produzíamos e isso deteriorou o Love. Cada um queria seu carro, sua casa e não precisavam mais de mim, que escrevia 90% das canções.

Depois do insucesso das primeiras gravações em junho, voltaram ao estúdio em agosto par acabar o que tinha começado. Mas a banda veio por um ou dois dias e sumiu de novo.

Lee queria algo mais orquestral, do mesmo jeito que os Beatles fizeram com Sgt. Pepper's.

Foi aí que apareceu David Angel, que ajudou no disco inteiro. Ele tentou músicos da Filarmônica de Los Angeles. Eu expliquei quais partes que desejava em ter o som mais elaborado. O álbum Forever Changes seria as minhas últimas palavras dessa vida. E como a morte estava lá, essas seriam minhas mudanças para sempre.

Lee não morreu e continuou com o nome e o grupo em vários discos irregulares. Em 1980 tentou mais uma volta. Hoje ele cumpre uma pena de 12 anos por agredir sua ex-mulher, coisa constante em sua vida. Há até um site que recolhe e-mails de ajuda a Arthur para que seja solto. Um dos músicos mais brilhantes de sua geração, que acabou na prisão por porte de armas, de drogas, e por violência.

tracklist

November 1967 issue

  1. Alone Agsin Or (Maclean, – 3:16)
  2. "A House Is Not a Motel" (Lee, – 3:31)
  3. "Andmoreagain" (Lee/Maclean, – 3:18)
  4. "The Daily Planet" (Lee, – 3:30)
  5. "Old Man" (Maclean, – 3:02)
  6. "The Red Telephone" (Lee, – 4:46)
  7. "Maybe the People Would Be the Times or Between Clark and Hilldale" (Lee, – 3:34)
  8. "Live and Let Live" (Lee, – 5:26)
  9. "The Good Humor Man He Sees Everything Like This" (Lee, – 3:08)
  10. "Bummer in the Summer" (Lee, – 2:24)
  11. "You Set the Scene" (Lee, – 6:56)

February 2001 reissue Bonus Tracks

  1. Hummingbirds (Lee, – 2:43)
  2. Wonder People (I Do Wonder) (Lee, – 3:27)
  3. Alone Again Or (alternate mix) (MacLean, – 2:55)
  4. You Set the Scene (alternate mix) (Lee, – 7:01)
  5. Your Mind And We Belong Together (tracking session highlights) (Lee, – 8:16)
  6. Your Mind And We Belong Together (Lee, – 4:28)
  7. Laughing Stock (Lee-2:33


Love-Forever Changes-1967 remastered 2001


Collector's Item (71) - Grace Slick and the Great Society


No verão de 1965, Grace Slick assistiu a um show do Jefferson Airplane e decidiu formar uma banda. Juntou o marido Jerry, o irmão Darby e alguns amigos e começou o The Great Society. A banda durou apenas um ano e só gravou um single (Somebody to Love), mas foi fundamental pra apresentar a vocalista ao cenário musical de São Francisco.
O Great Society acabou quando Signe Toly Anderson saiu do Airplane e Slick correu pra substituí-la. Essa decisão lhe rendeu um divórcio e talvez algumas brigas familiares, mas também fama, fortuna e um novo marido. Slick levou sua música White Rabbit e a Somebody to Love (de seu irmão) para a nova banda - curiosamente esses foram os dois maiores hits do Airplane.
Depois do sucesso da vocalista, a gravadora resolveu procurar gravações do Great Society e o resultado é o lançamento do Collector's Item em 1971. São gravações ao vivo de apresentações nos clubes da cidade. A banda foi cuidadosamente renomeada para Grace Slick & The Great Society pra vender mais.
Somebody to Love está presente, assim como White Rabbit. É interessante ouvir as primeiras versões dessas músicas (a do coelho está extremamente diferente: mais longa e psicodélica). Tem também uma versão de Nature Boy (aquela que já foi gravada por todo mundo). Imperdível.
(Collector's Item) [Tempo total: 67:25]
01. Sally Go 'Round The Roses
02. Didn't Think So
03. Grimly Forming
04. Somebody To Love
05. Father Bruce
06. Outlaw Blues
07. Often As I May
08. Arbitration
09. White Rabbit
10. That's How It Is
11. Darkly Smiling
12. Nature Boy
13. You Can't Cry
14. Daydream Nightmare
15. Everybody Knows
16. Born To Be Burned
17. Father
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segunda-feira, 21 de abril de 2008

Devendra Banhart (05) - Cripple Crow


Nascido em 30 maio de 1981,é um cantor e compositor norte-americano,de Houston,Texas e criado na Venezuela.
Devendra Banhart é um dos principais artistas do movimento Folk-psicodelico.Ele é um dos artistas mais populares do movimento (New Weird America Movement), cuja tradução seria algo como "Movimento da Nova América Esquisita", e seu último álbum conta com a participação de outros representantes do movimento, tais como Faun Fable, Animal Collective, Viking Moses entre outros. Banhart é também membro da banda Vetiver.
O músico é usualmente comparado com diversos artistas como Mark Bolan,Daniel Jonhston,Billie Holiday,Syd Barrett,Nick Drake,JohnFahey e Tiny Tim.
Sua musicalidade tende aos arranjos simples de violão, com melodias que requerem pouco além deste instrumento, indicando suas raízes folk. As letras consistem em idéias surreais e naturalistas.
O próprio músico assume que, entre suas maiores influências estão,Bob Dylan,Caetano Veloso,Secos e Molhados e Novos Baianos.A suavidade melódica e o timbre do vocal de Banhart remetem freqüentemente a estes músicos.

Quando surgiu, Banhart foi se consolidando como lider desse movimento musical, também foi considerado como o jovem responsável pela "redescoberta" da musicalidade da cantora folk Vashti Bunyan , que gravou o álbum Rejoicing in the hands of the Golden Empress como vocalista convidada.
No início de 2006 fez participação especial no show que marcou a volta dos Mutantes, no Barbican Teathre em Londres, e com um carisma esfuziante, cantou Batmacumba com Sérgio Dias, Arnaldo Baptista e companhia.Em 2007 lançou o álbum Smokey Rolls Down Thunder Canyon, o qual conta com a participação de Rodrigo Amarante (Los Hermanos)na canção Rosa.(irei posta-lo)
Devendra Banhart atualmente reside na cidade de São Francisco.
Uma barba, cabelo grande e ondulado, uma tendência para andar em tronco nu, uma maravilhosa trémula e frágil voz e uma guitarra tocada de forma despreocupada e tosca foi tudo o que bastou para fazer de Devendra Banhart uma super estrela folk em 2004. Já estamos na recta final de 2005 e, dois meses passados desde a edição de Cripple Crow, o sucessor tanto de Rejoicing in the Hands como de Niño Rojo, os dois álbuns que lhe trouxeram o reconhecimento, Devendra está, definitivamente, inserido no "mainstream do alternativo" (expressão de Nuno Proença do Bodyspace). Consegue, contudo, ainda manter o público underground e da vanguarda. Isto quer dizer que em 2004 não teve problemas em encher o Cine-Teatro António Lamoso em Santa Maria da Feira, aquando do Festival para Gente Sentada, e não teve também problemas em 2005 a encher o palco secundário do Festival Sudoeste.
O sucesso que Devendra tem em Portugal traduz-se num amor por esta terra, o que poderá levá-lo a um dia ocupar o lugar que anteriormente pertenceu a "ilustres" como os Lamb, os Guano Apes ou o Ben Harper: artistas que passam cá a vida. Aliás, Devendra gosta tanto de Portugal que até tem um tema chamado "Santa Maria da Feira" neste Cripple Crow, onde rima "pêra" com "Santa Maria de la Feira", na melhor rima latina desde que Manuel João Vieira (como Dr. Lello Minsk) decidiu rimar "álcool" com "sol" nos seus Corações de Atum. Posto isto, Cripple Crow difere dos seus dois antecessores directos na medida que é o trabalho de muita gente junta, da "Família" – expressão que Banhart encontrou para evitar a designação "free-folk" -, e não de um tipo com alguns convidados. Viajante, vagabundo, Devendra não foi à Índia, mas foi beber da música indiana, tal como o fez a banda que de facto foi à Índia e que é aquela cujo espírito este disco faz lembrar: os Beatles. Mas, ao invés de seguir os caminhos dos Oasis (que mimetizavam uma faceta específica do som dos Beatles) ou de Elliott Smith (que partia de uma faceta específica do som dos Beatles para as suas canções), Devendra segue espiritualmente os Beatles não copiando o seu som, mas sim encarnando o espírito de abertura e eclectismo que caracterizava os Fab Four pós-Rubber Soul.
Há temas onde isto é mais evidente, como por exemplo "Heard Somebody Say", um hino anti-guerra que faz lembrar os momentos mais reivindicativos de John Lennon, com um refrão que diz simplesmente "It's simple / we don't wanna kill". É um desvio das letras abstractas que são normais em Devendra Banhart, uma influência de Vashti Bunyan, que cantava sobre a natureza e os pássaros, etc. "The Beatles" só por algum tempo é que encarna os rapazes de Liverpool, com "Paul McCartney and Ringo Starr are the only Beatles in the world", mas cedo se transforma numa espanholada com flauta e namedropping de gente como Donovan, Marc Bolan e Ben Chasny (um membro da Família), acabando por se afirmar "A Six Organs me gusta a mi". Depois há brincadeiras com as vozes, ora como nos Beatles mas em espanhol ora muito infantis. "Lazy Butterfly" tem sitar e toda a vibração indiana.
Muitas das canções giram à volta de crianças. Brent DiCrescenzo, da webzine Pitchforkmedia, ligou isso a uma recente revelação de Devendra Banhart ao NME numa entrevista. Em vez de continuar com a mesma atitude infantil de falar de uma forma fantasiosa, Devendra saiu da sua personagem e confessou que tinha sido abusado pelos pais em jovem. Sabendo isso, letras como “I see so many / little boys I wanna marry” em “Little Boys”, um tema com um riff blues que depois passa pelo rock'n'roll, a soul e a pop, supostamente escrito sob a perspectiva de um hermafrodita esquizofrénico, ganham um novo significado. É que há, de facto, uma fixação por crianças, em temas como “Chinese Children”, “Long-haired Child”, “I feel like a Child”, etc. Não quer isto dizer que Devendra é pedófilo, mas talvez haja algo nele que nos esteja a escapar. De qualquer forma, é melhor ficarmo-nos pela música.
O facto de este ser um disco de uma “banda” e não de um artista pode trazer alguns detractores. Aliás, tirando algumas partes, pode-se argumentar que a magia e a intimidade que faziam Rejoicing in the Hands e Niño Rojo não existem em Cripple Crow. Mas o que se perde em intimidade ganha-se em diversidade. Ao longo de 75 minutos, há piscares de olhos a muitos estilos. Já se falou dos blues, da música indiana, mas há também folk, bossanova, rock psicadélico, pop dos anos 60 e muito mais. Há flautas, há kazoo, há sitar e percussão indiana. Há, sobretudo, um espírito ecléctico.
Cripple Crow confirma Devendra Banhart como um artista a ter em conta, mas não podemos nem devemos dar-lhe demasiada atenção. É incompreensível como é que, com tanto espaço, Devendra foi deixar a meio “Dragonflys”, uma das canções que mais se aproxima ao registo dos discos anteriores, dueto de voz masculina-feminina e guitarra. A frase “Dragonflys appear” merecia muito mais do que apenas uma repetição, porque é das melhores canções do disco e há muitas menos boas que podiam ser dispensadas. A longevidade é um problema, algo que pode retirar algum prazer da audição do disco. Mas, se aquilo que quisermos for um disco de 70 e tal minutos de um neo-hippie com ar de quem toma banho poucas vezes a cantar sobre paz com um espírito infantil, Cripple Crow é a escolha certa para qualquer dia da semana. E, mesmo que lhe demos demasiada atenção, o pior que poderá acontecer é ele voltar cá mensalmente. Os fãs do “mainstream do alternativo” rejubilarão e nunca ouvirão mais nada. Podia ser pior, podia ser muito pior...
Faixas do disco:
1 Now That I Know 4:56
2 Pensando Enti 4:36
3 Heard Somebody Say 3:22
4 Haired Child 3:47
5 Lazy Butterfly 4:00
6 Quetate Luna 3:07
7 I Do Dig A Certain Girl 2:47
8 I Feel Like A Child 4:46
9 Some People Ride the Wave 2:28
10The Beatles 1:46
11 Dragonflys 1:01
12When They Come 5:59
13 In Niel 3:44
14 Mama Wolf 3:53
15 How's about telling a story 1:23
16 Chinese Children 5:18
17 Sawkill River 1:54
18 I Love That Man 2:27
19 Luna de Margarita 2:10
20 Korean Dogwood 4:03
21 Little Boys 5:19
22 Woman 1:56

Psychedelic Lollipop (66) - Blues Magoos


Imagine um jardim num cenário impossível, como Marte por exemplo. Estranho, mas caracteriza muito bem a presença dos Blues Magoos no meio onde surgiram. O quinteto, formado em 1964 sob a alcunha de Bloos Magoos, era composto por Ralph Scala (teclado), Ronald Gilbert (baixo), o jovem (de 16 anos) Emil "Peppy Castro" Thielheim (guitarra), Mike Esposito (guitarra-base) e Geoff Daking (bateria).

Nesse formato, o grupo que surgiu querendo fazer folk-rock lançou, em 1966, o álbum Psychedelic Lollipop. Como o próprio título sugere, o disco afunda valendo na psicodelia. Até aí nada muito anormal, acontece que se está falando de uma banda de Nova York! Os Blues Magoos produziam com perfeição tudo aquilo viria caracterizar o efervescente cenário cultural californiano, ou seja, do outro lado do continente. Mesmo separados por milhares de quilômetros, os nova-iorquinos estavam em total sintonia com o que se fazia na costa oeste. A prova disso era que em 1966 eles já esboçavam parte daquilo que iria consagrar o pessoal lá do lado do Pacífico a partir de 1967.

Por tudo isso, o disco de estréia dos Blues Magoos é considerado um clássico na história do rock. Para perceber como eles destoavam do seu meio, basta lembrar que o Velvet Underground, surgido na mesma Nova York e no mesmo período, imortalizou uma imagem sombria, pesada e podre daquela cidade. Porém, os autores de Psychedelic Lollipop viviam em Greenwich Village, bairro que se tornou célebre por abrigar incontáveis artistas. Críticos, pintores, escritores e toda a nata intelectual do lugar declarava-se admiradora da banda. Os cartazes de shows anunciavam que o grupo não tocava “música convecional”. E mesmo com o aviso, muitos saíam chocados após assitir um show.

O álbum de estréia foi impulsionado por um hit milionário, (We Ain’t Got) Nothin’ Yet, que teve o refrão roubado, posteriormente, pelo Dee Purple em Black Night. A capa do disco já mostrava claramente o caráter lisérgico da música feita pelo grupo. Mesmo de predominância psicodélica, a banda tinham uma sonoridade bem garageira. Registraram ainda, nesse primeiro trabalho, números de rhythm & blues e covers, como I’ll Go Crazy de James Brown e uma versão monstruosa para a clássica Tobacco Road. Entre as composições próprias, destaque para a empolgante Gotta Get Away e One By One. Ainda, na categoria pequenas curiosidades do mundo do rock, tem-se a gravação de Queen of my Nights (dos Nashville Teens, de 1964) que iria inspirar o sucesso Love Is All Around dos Troggs, em 1968.

Em 1967, lançam Electric Comic Book. Apesar de não ter se tornado um clássico do rock como Psychedelic Lollipop, esse segundo trabalho é, sem dúvida, o auge do Blues Magoos. Trata-se de um digno representante da psicodelia sessentista, com a banda esbanjando criatividade. Pipe Dream e There’s A Chance We Can Make It foram sucessos. Gloria, cover de Van Morrison, é o momento embalado do disco, que encerra com o grupo executando That’s All Folks, vinheta de encerramento dos desenhos do Pernalonga (“Isto é tudo pessoal”). Apesar de ter vendido muito bem, o disco não se manteve seis meses nas paradas como o seu antecessor.

No ano seguinte, a banda aparece com Basic Blues Magoos. Esse seria seu último disco pela Mercury. Com ele, tiveram diversos sucessos menores, mas sem emplacar nenhum hit grandioso. A pouca repercussão desse trabalho, aliado à tensões internas, resultou na separação do grupo. Porém, Peppy Castro resolveu manter o nome da banda e, com uma formação totalmente diferente (Eric Kaz, Richie Dickon, Roger Eaton e John Liello), conseguiu assinar uma contrato com a ABC Records. O resultado foi desastroso, sendo lançados dois disco de blues-rock que foram considerados medíocres pela crítica: Never Goin’ Back to Georgia (1969) e Gulf Coast Bound (1970). Assim, seguiram juntos até 1972, sem sucesso, quando anunciaram o fim do grupo. Apesar de alguns integrantes terem continuado envolvidos com música, nunca mais atingiram o sucesso novamente. Peppy Castro participou de bandas menores, como Barnaby Bye (folk-rock), Wiggy Bits e Balance, mas com exceção de um single de relativo sucesso em 1981, não se envolveu em mais nada significativo. Ficou no ostracismo, compondo e produzindo jingles para comerciais.Apenas em 1992 seria lançado um novo disco da banda, a coletânea Kaleidoscope Compendium, com 23 faixas. Pela primeira vez músicas dos Blues Magoos eram lançadas em CD. Depois disso, somente em 1995 uma edição alemã (difícil de se adquirir) de Psychedelic Lollipop apareceu no mercado. E, por fim, em 1999 a Collectables Records, especializada em raridades, lançou os dois primeiros LPs da banda em um único CD. Empolgados com esse fato, a formação original chegou a se reunir para alguns shows no ano 2000. Restam os três últimos discos do grupo (de menor importância, é verdade), os singles e seus lados-B raros que nunca apareceram no formato digital. E provavelmente nunca serão relançados. Sorte de quem tem... e azar da maioria.
Faixas do disco:
"(We Ain’t Got) Nothing Yet" (Esposito, Gilbert, Scala) – 2:10
"Love Seems Doomed" (Esposito, Gilbert, Scala) – 3:02
"Tobacco Road" (John D. Loudermilk) – 4:30
"Queen of My Nights" (Blue) – 2:52
"I’ll Go Crazy" (James Brown) – 1:58
"Gotta Get Away" (Adams, Gordon) – 2:35
"Sometimes I Think About" (Esposito, Gilbert, Scala) – 3:35
"One by One" (Gilbert, Theilhelm) – 2:45
"Worried Life Blues" (Marriweather) – 3:45
"She’s Coming Home" (Atkins, Miller) – 2:36
Ficha Tecnica:
Ralph Scala - keyboards, vocals
Emil “Peppy” Theilhelm – guitar, vocals
Ron Gilbert – bass, vocals
Mike Esposito – guitar
Geoff Daking – drums, percussion
Texto retirado do site Wiplash
Blues Magoos-Lolipop USA/1966 Psicho/Rock

Dawn Explosion (77) - Captain Beyond


Captain Beyond foi uma banda de rock formada em Los Angeles em 1972 por ex-membros de outros grupos proeminentes. O cantor Rod Evans passou pelo Deep Purple, o baterista Bobby Caldwell tocou com Johnny Winter e o guitarrista Larry Reinhardt “Rhino” e o baixista Lee Dorman eram do Iron Butterfly.Essa formação gravou seu auto-intitulado debut-álbum "Captain Beyond" (verdadeira obra-prima) em 1972 pelo selo de Rock Sulista Capricorn.Depois disso, no segundo disco "Sufficiently Breathless" (1973), a banda altera a sua formação, adicionando novos elementos como teclados (Reese Wynans) e percussão (Guille Garcia), lembrando que Bobby Caldwell (que volta a trabalhar com Johnny Winter) foi substituído por Marty Rodriguez.No entanto, o péssimo gerenciamento da carreira da banda, a cargo do próprio presidente da Capricorn, uma gravadora especializada em Southern Rock, minaram as chances comerciais do CAPTAIN BEYOND, levando ao encerramento das atividades.O Captain Beyond permaneceu inativo depois da saída de Rod Evans, mas reorganizou-se em 1976, ainda sob contrato da Capricorn. Rhino e Dorman ainda tentaram fazer mais uma tentativa com a formação original, mas não conseguiram a adesão de Evans, que naquela época já desistira de ser músico profissional, arriscando em 1980 um retorno do Deep Purple, onde dentre os músicos somente ele havia passado pela banda, sendo que a fraude lhe rendeu um mico monstruso e alguns processos movidos por cada integrante do Purple e pela Thames Talent que administra até hoje os bens da banda. Depois disso, Evans nunca mais foi encontrado, sabendo-se apenas que ele vive em Los Angeles e que se recusa terminantemente a dar entrevistas.Enfim, Bobby Caldwell retornou e Willy Daffern assumiu os vocais do terceiro álbum da banda, "Dawn Explosion" de 1977, sendo que esse acabou sendo o último disco do Captain Beyond.
Track list:
01. Do Or Die 3:38
02. Icarus 4:17
03. Sweet Dreams 5:29
04. Fantasy 6:02
05. Breath Of Fire (a) A Speck Within A Sphere 3:04
06. Breath Of Fire (b) Alone In The Cosmos3:15
07. If You Please 4:13
08. Midnight Memories 4:00
09. Space Interlude 0:52
10. Oblivion 2:13
11. Space Reprise 0:55

Silence Followed By A Deafening Roar (08) - Paul Gilbert


Na seqüência do sucesso de “Get Out of My Yard”, este segundo álbum instrumental, e oitavo solo, do fantástico ‘shredder’ Paul Gilbert tem uma toada bem roqueira, algo muito característico seu, que o diferencia da maioria dos grandes virtuosos da guitarra.
‘Endorsee’ da Ibanez e dono de um timbre muito agradável e particular - e invejado por muitos - Paul abre o álbum com a faixa título “Silence Followed by a Deafening Roar”. Trata-se de rock que combina melodia e técnica apuradíssima de guitarra, ou melhor, melodia com uma grande coleção de técnicas apuradíssimas.
Em “Eudaimonia Overture”, temos harmonias simples recheadas de frases muito criativas, de extremo bom gosto e de solos arrasadores. Ao final segue uma seqüência de arpejos e frases que, apesar de terem muito de Bach, e de lembrarem em alguns momentos Yngwie malmsteen, têm a cara de Gilbert.
“The Rhino” é um rock’n’roll muito bem montado com solos fortes e com ‘riff’ mais uma vez bastante criativo. “Bronx 1971” vai bem na linha rock funk. Destaque para o teclado da Sra. Emi Gilbert que dá um colorido especial a essa boa música.
“The Gargoyle” tem guitarras dobradas num forte estilo Iron Maiden. É o heavy metal do album. Headbanger nenhum deve deixar de curtir. Muita técnica a favor da música, muita palhetada alternada super rápida e energia.
De maneira geral, temos um álbum cheio de diversidade musical, de técnicas afiadíssimas, arpejos, saltos de corda, virtuosismo e criatividade. O trabalho passa vários climas em suas onze faixas, mas em quase sua totalidade é composto por músicas rápidas e energizantes.
A grande maioria das músicas não é chata ou cansativa, algo difícil para trabalhos instrumentais. A única faixa que não cativa é a faixa título. Esse álbum é uma excelente opção para adoradores de rock instrumental, sejam eles músicos ou apenas bons ouvintes.
Faixas do Disco:
1. Silence Followed By A Deafening Roar (3:48)
2. Eudaimonia Overture (4:35)
3. The Rhino (2:46)
4. Norwegian Cowbell (4:06)
5. I Cannot Tell A Lie (3:50)
6. Bronx 1971 (4:04)
7. Suite Modale (2:38)
8. The Gargoyle (4:35)
9. I Still Have That Other Girl (2:52)
10. Bultaco Saturno (4:13)
11. Paul Vs. Godzilla (4:52)

Plays Floyd Unplugged (01) - David Gilmour


Disco que mostra a face acústica de grandes clássicos do Floyd no poderoso vocal e no lindo violão de David Gilmour, onde ele mostra que as músicas do Floyd de qualquer jeito são excelentes, show feito em 2001 excelente.
Faixas:
1. Shine On You Crazy Diamond (Pts.1-5) (Acoustic) 10:51
2. Terrapin (Acoustic) 4:26
3. Fat Old Sun (Acoustic) 4:10
4. Coming Back To Life (Acoustic, with Children's Choir) 6:50
5. High Hopes (D.Gilmour on Slide Guitar) 9:34
6. Je Croix Entendre Encore 4:07
7. Smile 4:16
8. Wish You Were Here 5:58
9. Comfortably Numb (D.Gilmour on Electric Guitar for Solo) 8:10
10. The Dimming Of The Day 4:45
11. Shine On You Crazy Diamond (Pts.6, 7 & 9) 6:07
12. A Great Day For Freedom (Acoustic, with Children's Choir) 6:47
13 Hushaby Mountain 1:48
Total Time: 77:55
Ficha Tecnica:
David Gilmour - acoustic, electric, & slide guitar
Michael Kamen - piano and cor anglais
Chucho Merchan - double bass
Caroline Dale - cello
Dick Parry - saxophone
Neill MacColl - acoustic guitar
Nic France - percussion
Gospel Choir led by Sam Brown
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domingo, 20 de abril de 2008

1001 Discos Para Ouvir Antes De Morrer (08) - Robert Dimery



Vamos fugir um pouco de discos nesse Blog, agora irei comentar sobre um livro que acabara de comprar na livaria Nobel, '1001 discos para ouvir antes de morrer' é um clássico na cara, por muitos considerado a verdadeira bíblia da música o livro cita e comenta de artistas dos mais variados estilos, de Frank Sinatra a Sepultura, de Marvin Gaye a David Bowie e por aí vai, mas não pense que foram qualquer pessoas que escolharam esses clássicos da música os discos no livro citados e foram selecionados e comentador por 90 críticos de renome internacional. O livro abrange desde as origens do Rock 'N' Roll nos anos 50 aos mais recente sucessos, embora grande parte do livro seja dedicada ao Rock e ao Pop, há também dezenas de boas indicações de Jazz, Blues, Punk, Heavy Metal, Disco, Soul, Hip-Hop, Música Experimental, World Music, Dance e diversos outros. E o interessante que a maioria desses tipos de livros eles se prendem só ao Estados Unicos e a Inglaterra praticamente, nesse livro não eles cita diversos nome do Brasil como Chico Buarque, Elis Regina, João Gilberto, Mutantes entre diversos outros. Sem dúvida um clássico que pra quem gosta de música é um livro OBRIGATORIO.
Esse blog foi feito para ir postando de pouco em pouco os discos citado no livro: http://1001-discos.blogspot.com/.

sábado, 19 de abril de 2008

The Soundtrack (94) - Forrest Gump


"32 AMERICAN CLASSICS ON 2 CDs" essa frase escrita no topo da capa do disco resume tudo. O filme Forrest Gump é uma obra- prima e a trilha sonora têm papel fundamental no impacto de algumas cenas, acompanhando a cronologia do filme, sendo um documentário da música americana dos anos 50 ao final dos anos 70, não traz músicas inéditas e é uma miscelância de estilos: do rock 'n roll de Elvis e dos Beach Boys; ao rock clássico do Creedence Clearwater Revival, do The Doors e do Jefferson Airplane; ao folk do grande Bob Dylan, da trovadora Joan Baez , Paul Simon e Art Garfunkel; ao soul da Aretha Franklin e das Supremes; sem falar em vários outros clássicos americanos, como The Mamas and The Papas, Scott Mackenzie, BJ Thomas, Lynyrd Skynyrd, Fleetwood Mac... Uma aula de história musical. Para as gerações mais novas garantia de novas descobertas.


CD 01


01. Jefferson Airplane – Volunteers

02. Youngbloods - Let's get together
03. Scott McKenzie - San Francisco
04. Byrds - Turn, turn, turn (To everything there is a season)
05. Fifth Dimension - Medley (Aquarius - Let the sunshine in)
06. Harry Nilsson - Everybody's talkin'
07. Three Dog Night - Joy the world
08. Supremes - Stoned love
09. BJ Thomas - Raindrops keep falling on my head
10. Randy Newman - Mr President (Have a pity on the workin
11. Lynyrd Skynyrd - Sweet home Alabama
12. Doobie Brothers - It's keeps you runnin'
13. Gladys Knight & The Pips - I've got to use my imagination
14. Willie Nelson - On the road again
15. Bob Seger & The Silver Bullet Band - Against the wind
16. Alan Silvestri - Forrest Gump Suite


CD 02


01. Elvis Presley - Hound dog

02. Duane Eddy - Rebel rouser
03. Clarence 'Frogman' Henry - (I don't know why) But I do
04. Rooftop Singers - Walk right in
05. Wilson Pickett - Land of 1000 dances
06. Joan Baez - Blowin' in the wind
07. Creedence Clearwater Revival - Fortunate son
08. Four Tops - I can't help myself (Sugar pie honey bunch)
09. Aretha Franklin - Respect
10. Bob Dylan - Rainy day women #12 & 35
11. Beach Boys - Sloop John B
12. The Mamas & The Papas - California dreamin'
13. Buffalo Springfield - For what it's worth
14. Jackie DeShannon - What the world needs now is love
15. Doors - Break on throught (To the other Sid
16. Simon & Garfunkel - Mrs Robinson


CD 01:
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CD 02:
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The Best of Jazz-Rock Bass Guitar (??) - Jaco Pastorius



Coletânea que contem os maiores sucessos do gênio no baixo Jaco Pastorius. Baixista de Jazz deixou seu nome marcado na história da música como um dos melhores e mais influente baixistas de todos os tempos. Puxou seu amor da música por seu pai que era baterista, Jaco era viciado em espotes era baterista de uma banda mas em um jogo de Futebol Americano ele quebrou o pulso esquedo o que prejudicou sua agilidade enquanto baterista, o baixo surgiu por acaso quando o baixista de sua banda na época saiu so grupo. Segundo as próprias palavras de Pastorius, suas principais influências musicais foram: " James Brown, The Beatles, Miles Davis, and Stravinsky, nessa ordem." Além desses, Jaco cita outros nomes como Jerry Jemmott, James Jamerson, Paul Chambers, Harvey Brooks, Tonny Bennet, Sinatra, Duke Ellington, Charlie Parker, e cita com especial atenção o nome de Lucas Cottle, um desconhecido baixista neo-zelandês que tem algumas gravações ao lado de Pastorius. Jaco foi um eximio baixista que inovou e muito o mundo do baixo eletrico, linhas de baixo como a de Teen Town e Donna Lee comprovam a afirmação. Pastorius teve problemas mentais (distúrbio bipolar, síndrome de pânico e depressão) em consequência das drogas e do álcool o que fez sua carreira ter uma decaida. Jaco morreu em consequência de uma briga após um show de Carlos Santana onde se meteu em briga com o gerente do clibe e sofre um traumtismo craniano o que o fez entrar em coma por 10 dias, até o dia que decidiram desligar os aparelhos sendo que seu coração ainda bateu por 3 horas, ensse dia perdemos um grande nome da música que nunca será esquecido.

Jaco Pastorius - The Best of Jazz-Rock Bass Guitar(Coletânea)

Tracklist:

01. Donna Lee

02. The Chiken

03. The Dry Cleaner from Des Moines

04. Out of the Night

05. Birdland

06. Kuru - Speak Like a Child

07. Sunday

08. Portrait of Tracy

09.Invitation

10. Sophisticated Lady

11. Teen Town

12. Fannie Mae

13. Layas

14. Continuum

15. (Used to be A) Cha Cha

16. Amerika (The Beautiful)

Part 1: http://rapidshare.com/files/19205913/JP_lossy.part1.rar

Part 2: http://rapidshare.com/files/19206044/JP_lossy.part2.rar

A capa do CD está aqui: http://rapidshare.com/files/19206092/JP_cover.rar

Senha: Ibiza

Pra quem gosta de baixo e Jazz é um prato cheio.

sexta-feira, 18 de abril de 2008

Discografia Completa (95 à 07) - Gov't Mule



Gov’t Mule é uma banda de southern rock/jam formada em 1994 pelo guitarrista Warren Haynes e o baixista Allen Woody, da Allman Brothers Band, que juntaram-se a Matt Abts, baterista. A idéia inicial era apenas um projeto paralelo ao Allman Brothers que revivesse os famosos power-trios das décadas de 60 e 70. A primeira apresentação da banda aconteceu em maio de 1994 no The Palamino, Hollywood, com um repertório que mesclava composições próprias com alguns covers que ganhavam uma roupagem totalmente diferente, característica que a banda preserva até hoje. Outra característica do Gov’t Mule é praticamente não repetir os sets dos shows, sempre apresentando uma novidade. Talvez por isso eles permitam que seus shows sejam gravados e ainda reservam um espaço do seu site oficial para que os fãs façam trocas dessas gravações
High & Mighty (06) -
The Deep End (01)
The Deep End Vol 2 (02)
Déjà Voodoo (04)
http://link-protector.com/334412/ http://link-protector.com/334418/The Deepest End (03)
http://sharebee.com/b24163a7
http://sharebee.com/4094614a
http://sharebee.com/0f26bd2d
http://sharebee.com/be9db71f Mo' Voodoo (EP) (05)
http://link-protector.com/334625/ Gov't Mule (95)
http://sharebee.com/78bf0871 Live At The Roseland Ballroom (96)
http://link-protector.com/334034/

LIVE... With A Little Help From Our Friends!(98)

http://link-protector.com/334160/
http://link-protector.com/334144/

Dose (98)
http://link-protector.com/334083/Life Before Insanity (00)

http://sharebee.com/901b2a72 Mighty High (07)
http://sharebee.com/e30a24e3

http://sharebee.com/dd9bfdf7

The Dark Side Of The Moon (73) - Pink Floyd


Pink Floyd no fim dos 60 e no ínicio dos 70 possuia certo prestígio com álbuns como Meddle e Ator Heart Mother, mas nada de excepecional a cartada que levou o Floyd pro topo foi esse disco The Dark Side Of The Moon de 73 que por muitos é considerado o melhor disco do Floyd e do progressivo além de ter sido o 3° álbum mais vendido no mundo e até hoje conquista milhares de ouvintes. O álbum foi composto por Roger Waters, um gênio da música, ele nesse disco se supera não existe uma música que você não goste de primeira o álbum começa com Speak To Me/ Breath que começa o disco com chave de ouro, ela vem seguida da música On The Run que é cheia de efeitos e quase totalmente intrumental, tirando a voz de Aeromoça de fundo no começo da música, ela vem seguida de um dos maiores clássicos do Floyd a linda Time que sempre te dá um susto com o barulho dos relogios do começo, segu-se com a linda The Great Gig In The Sky onde Clare Torry mostra todo seu poder no vocal com um lindo e extenso solo de vocal, chega a clássica e animada Moneyq ue com seu baixo clássico possui um lindo solo de trompete, Us And Them é uma música calma e relaxante a voz de Gilmour faz você viajar nela aí o disco fecha com chave de ouro com Any Colour You Like, Brain Damage e Eclipse. Um disco que não se contem palavras pra dizer o que foi, o que é essa obras prima do Floyd, obrigatório pra quem gosta de MÚSICA.
Faixas do Disco:
"Speak to Me/Breathe" (Nick Mason, David Gilmour, Roger Waters, Rick Wright) - 3:59
"On the Run" (Gilmour, Waters) - 3:35
"Time/Breathe (Reprise)" (Gilmour, Waters, Wright, Mason) - 7:04
"The Great Gig in the Sky" (Wright) - 4:48
"Money" (Waters) - 6:24
"Us and Them" (Wright, Waters) - 7:49
"Any Colour You Like" (Gilmour, Wright, Mason) - 3:26
"Brain Damage" (Waters) - 3:50
"Eclipse" (Waters) - 2:04
Ficha Tecnica:
Roger Waters - baixo, guitarra, teclas, vocal, sintetizador VCS 3, efeitos gravados
Nick Mason - percussão, bateria, efeitos gravados
Richard Wright - teclas, vocal, sintetizador VCS 3
David Gilmour - guitarra, teclas, vocal, sintetizador VCS 3
Dick Parry - saxofone
Lesley Duncan - vocal de apoio
Doris Troy - vocal de apoio
Barry St. John - vocal de apoio
Liza Strike - vocal de apoio
Clare Torry - vocal em "The Great Gig in the Sky"

quinta-feira, 17 de abril de 2008

Quatermass (1970) - Quatermass


Formado em 1969, na Inglaterra, o Quatermass era constituído por músicos de grande experiência e que se juntos não alcançaram o sucesso esperado, porém estiveram sempre rodeados de nomes famosos e deixarem um grande legado para o rock and roll. Contando com Mick Underwood na bateria, Peter Robinson nos teclados e Johnny Gustafson nos baixos e vocais, o Quartermass gravou um excepcional álbum homônimo em 1970.O disco conta com a canção “Black Sheep of the Family", um clássico absoluto, que foi regravado com grande sucesso pelo Rainbow, em 1975, na estréia com o álbum Ritchie Blackmore's Rainbow, que contava com o vocal sensacional de Ronnie James Dio. O incrível é que a versão original do Quartermass, mesmo sem guitarra, consegue preencher todos os espaços com ótimas linhas de baixo e teclados. A idéia do Quatermass era fazer um hard progressivo, usando influências de outros grandes power trios da época como Nice, Cream e Jimi Hendrix Experience, entre outros.Após o lançamento de seu álbum de estréia, o Quartermass recebeu diversas críticas positivas que, inclusive, levaram o trio a fazer uma turnê pelos Estados Unidos. Apesar da expectativa, a falta de investimento em publicidade e de uma boa assessoria fizeram com que a banda não conseguisse o êxito esperado, levando o grupo ao seu final em abril de 1971.
FAIXAS DO DISCO:
1. Entropy
2. Black Sheep of the Family
3. Post War Saturday Echo
4. Good Lord Knows
5. Up on the Ground
6. Gemini
7. Make up your Mind
8. Laughin’ Tackle
9. Entropy
10. One Blind Mice
11. Punting
FICHA TÉCNICA:
Mick Underwood – bateria
Peter Robinson – teclados
Johnny Gustafson – baixo e vocal
Ofericido pela grande colaboradora do blog Giulianella, thanks again girl!

A Night At The Opera (75) Queen


A Rainha foi uma máquina de lançar álbum bom atrás de álbum bom, clássicos como A Kind Of Magic, A Day At The Races, News Of The World, The Game entre diversso outro vão ficar marcados na história, MAS nenhum se compara a obr aprima que sempre será A Nigh At The Opera de 75. Esse disco por muitos é o disco da carreira do Queen pois além de conter grandes clássicos do Queen o disco apresenta a mistura de 2 estilos que antes eram muito distanceados, o Rock e a Opera. O álbum abre com a Death On Two Legs que é uma verdadeira obra prima o vocal de Mercury mostra presença junto com as guitarras de May, mas não é so Mercury que mostra sue poder nos vocais no disco Roger Taylor também na faixa I'm In Love With My Car, ela vem seguida da clássica do Queen, You're My Best Friend seguida de '39 que é uma das faixas do disco que mais mostra a mistura da Ópera com o Rock junto com a música que é a cara do grupo Bohemian Rhapsody, o disco também contem outras músicas exclente como a acústica Love Of My Life. Um disco que é um deleito do começo ao fim, obrigatório. Destaque pra ugitarra de May e a hamornia das vozes dos 4 integrantes.
Faixas do Disco:
"Death on Two Legs" (Freddie Mercury) – 3:43
"Lazing on a Sunday Afternoon" (Mercury) – 1:07
"I'm in Love with My Car" (Roger Taylor) – 3:04
"You're My Best Friend" (John Deacon) – 2:52
"'39" (Brian May) – 3:30
"Sweet Lady" (May) – 4:03
"Seaside Rendezvous" (Mercury) – 2:14
"The Prophet's Song" (May) – 8:20
"Love of My Life" (Mercury) – 3:38
"Good Company" (May) – 3:23
"Bohemian Rhapsody" (Mercury) – 5:54
"God Save the Queen" (trad.; Arr. May) – 1:13
Ficha Tecnica:
Fredie Mercury - Vocais principais e teclados
Brian May - Guitarra
John Deacon - Baixo
Roger Taylor - Bateria e Vocais (I'm in Love with My Car)

Wipe The Windows, Check The Oil, Dollar Gas (76) Allman Brothers Band

The Allman Brothers Band é uma banda de Macon, Geórgia, nos Estados Unidos da América, chamada pelo Hall da Fama do Rock and Roll como os principais arquitetos do rock sulista estadunidense.
A banda foi formada em 26 de março de 1969 na Jacksonville, Florida com Duane Allman, Gregg Allman, Dickey Betts, Berry Oakley. Butch Trucks e Jai Johanny "Jaimoe" Johanson.
Formado originalmente em 1969, foram descritas dois anos depois por George Kimball, jornalista da revista Rolling Stone, como o "a melhor banda de rock and roll que este país produziu nos últimos cinco anos". Reconhecida por sua capacidade de improvisação impressionante, cujo melhor exemplo se encontra no álbum At Fillmore East, a banda foi premiada com onze discos de ouro e cinco de prata entre 1971-2005. A revista Rolling Stone listou o The Allman Brothers como um dos 100 Maiores Artistas de Todos os Tempos em 2004. A banda continua a gravar e realizar turnês até hoje.

Track listing
Introduction by Bill Graham– 1:05
"Wasted Words" (Allman) – 5:10
"Southbound" (Betts) – 6:03
"Ramblin' Man" (Betts) – 7:09
"In Memory of Elizabeth Reed" (Betts) – 17:19
"Ain't Wastin' Time No More" (Allman) – 5:41
"Come and Go Blues" (Allman) – 5:05
"Can't Lose What You Never Had" (Waters) – 6:43
"Don't Want You No More" (Davis, Hardin) – 2:48
"It's Not My Cross to Bear" (Allman) – 5:23
"Jessica" (Betts) – 9:05

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Senha: lagrimapsicodelica

quarta-feira, 16 de abril de 2008

Paris (80) Supertramp


Supertramp é uma banda britânica de rock progressivo que lançou uma série de álbuns de sucesso nos anos 70. No princípio gravavam mais álbuns conceituais, mas tornaram-se mais conhecidos por suas posteriores canções ao estilo dos Beatles, como "Dreamer", "Give a Little Bit", "The Logical Song", "Breakfast in América", "It's Raining Again" e uma série de outros sucessos.Apesar do enorme sucesso o grupo, por opção, nunca alcançou o estrelato; era afirmado durante o auge de sua popularidade que os Supertramp eram a banda que mais vendia no mundo cujos integrantes poderiam andar na rua sem serem reconhecidos. E realmente, a banda era um sucesso tão estrondoso quanto os Rolling Stones, a diferença era que os cinco integrantes optavam por uma espécie de anonimato, sem grandes explorações comerciais. Segundo especialistas, esse fator comprova a qualidade natural da banda e a ratifica entre as melhores e maiores bandas da história do rock e registrou no álbum Paris um de seus melhores shows,e certamente um dos melhores live da história do rock,o que não é fácil em se tratando de uma banda com a complexidade sonora do Supertramp.
FAIXAS DO DISCO:
1:School
2: Ain't Nobody But Me
3: The Logical Song
4: Bloody Well Right
5:Breakfast In America
6:You Started Laughing
7:Hide In Your Shell
8: From Now OnDreamer
9: Rudy
10: A Soapbox Opera
11: Asylum
12:Take The Long Way Home
13:Fool's Overture
14Two Of Us
15 Crime Of The Century
FICHA TÉCNICA:

Rick Davies - keyboards, vocals, harmonica
John Helliwell - saxophones, woodwinds, keyboards, vocals
Roger Hodgson - guitars, keyboards, vocals
Bob Siebenberg (as Bob C. Benberg) - drums, percussion
Dougie Thomson - bass, additional backing vocals

segunda-feira, 14 de abril de 2008

Rising (76) Rainbow


Pra comemorar o aniversário de Ritchie Blackmore,que foi ontem,14/04,quando o gênio completou 63 anos de idade,posto aqui este clássico que dispensa grandes comentários,pra gente ir matando a saudade de quando o cara arrebentava com sua indefectível Fender branca,criando riffs e mais riffs,e lançando uma sequência invejável de álbuns foda,como este que segue,que foi o Segundo álbum da dupla Blackmore / Dio. O rainbow era então uma banda oficial e contava com Cozy Powell nas baquetas, Tony Carey nos teclados e Jimmy Bain no baixo. Com esta formação estava marcada de uma vez por todas o nome Rainbow no hall das lendas do Rock 'n Roll, e há quem diga que este álbum transformou o rock n roll em Heavy Metal. É com certeza o álbum preferido dos grandes fãs desta maravilhosa banda...
FICHA TÉCNICA:
Ritchie Blackmore - guitars
Ronnie James Dio - vocals
Cozy Powell - drums
Jimmy Bain - bass
Tony Carey - keyboards
FAIXAS DO DISCO:
1: Tarot woman
2:Run with the wolf
3:Starstruck
4:Do you close your eyes
5: Stargazer
6:A light in black
LINK:

The Allman Brothers Band (69)- The Allman Brothers Band


Quando se trata de grande bandas do Southern Rock sempre é citado Lynyrd Skynyrd e essa aí Allman Brothers Band. Allman Brothers Band é uma banda dos EUA e gravaram seu nome do mundo da música com álbuns clássicos como Live At Fillmore East, Eat A Peach e Brothers And Sisters. E sem esqueçer seu álbum homonimo de 69 ,o álbum já começa com o poderoso intrumental Don't Want You No More, que vem seguida , formando uma única faixa, It's Not My Cross To Bear onde Greg Allman mostra sua potencia nos vocais numa música calma, agora vem seguido 3 verdadeiras porradas: Black Hearted Woman, Trouble No More (cover do Muddy Waters), Every Hungry Woman, seguida da linda Dreams com seus 7 minutos e por último Whipping Post. um álbum emocionante do começo ao fim, obrigatorio pra quem gosta do estilo Southern, destaque pra guitarra de Duane Allman.
Faixas do Disco:
Todas as músicas escritas por Greg Allman menos onde existe referência.
"Don't Want You No More" (Spencer Davis/Eddie Hardin) – 2:29
"It's Not My Cross to Bear" – 4:48
"Black Hearted Woman" – 5:20
"Trouble No More" (Muddy Waters) – 3:47
"Every Hungry Woman" – 4:16
"Dreams" – 7:19
"Whipping Post" – 5:19

sábado, 12 de abril de 2008

Skynyrd's First... And Last - The Complete Muscle Shoals Album (98) - Lynyrd Skynyrd




Álbum simplesmente maravilhoso de uma das melhores bandas da história. É um álbum com outtakes entre os anos de 71-72, ele logo de cara já abre com o maior clássico do grupo, Free Bird, em sua versão original, com um piano mais presente, sem o habitual slide solo, algumas partes do solo são executadas simultâneamente, deixando-o um pouco mais curto. Mas em compensação com um final MARAVILHOSO. Ainda destaco as versões originais de Simple Man, Gimme Three Steps, One More Time e I Ain't The One. Além das inéditas, Wino, Was I Right Or Wrong? e Preacher's Daughter.
Faixas do disco:
01 Free Bird [Original Version]
02 One More Time [Original Version]
03 Gimme Three Steps [Original Version]
04 Was I Right or Wrong
05 Preacher's Daughter
06 White Dove.
07 Down South Jukin'
08 Wino [Original Version]
09 Simple Man [Original Version]
10 Trust [Original Version]
11 Comin' Home [Original Version]
12 The Seasons
13 Lend a Helpin' Hand
14 Things Goin' On [Original Version]
15 I Ain't the One [Original Version]
16 You Run Around
17 Ain't Too Proud to Pray

In-A-Gadda-Da-Vida(68) - Iron Butterfly



O nome "Iron Butterfly" não foi escolhido a toa. É a definição perfeita do som da banda, a mistura do rock pesado com a beleza das canções.Este LP traz o grande hit da banda. Tratasse da faixa que da nome ao disco "In A Gadda Da Vida", um hino da psicodelia com 17 minutos de duração, e que ocupa todo o Lado B do LP. Esta faixa foi a responsável pelo sucesso deste álbum, que chegou a vender 4 milhões de cópias só naquele ano.Esta canção possui algumas curiosidades como o fato de ter sido regravada pelo Slayer e tocar em um clássico episódio dos Simpsons em que Bart vende a alma para o Milhouse.Outra curiosidade é a origem do nome da faixa. Na verdade a canção, e consequentemente o álbum se chamariam "In The Garden Of Eden". Dougle Ingle, ao tentar contar o nome da canção que havia composto aos demais integrantes da banda estava num estado tal que o que se conseguiu entender foi "In A Gadda Da Vida", que acabou agradando a todos. Talvez este estado em que se encontrava Ingle, explique o clima da música.Apesar de a maior razão do álbum ser tão bom seja mesmo a faixa-título, as outras 5 canções também são muito boas. Rock psicodélico de ótima qualidade.Um clássico! Disco fundamental!
Faixas do Disco:
1 - "Most Anything You Want" – 3:44
2 - "Flowers And Beads" – 3:09
3 -"My Mirage" – 4:55
4 - "Termination"– 2:53
5 - "Are You Happy?" – 4:29
6 - "In-A-Gadda-Da-Vida" – 17:10

Rocks (76) - Aerosmith


Esqueça os clipes milionários, as arenas cintilantes e as roupas caríssimas do guarda-roupa deles. Em 1976 o Aerosmith era um grupo da pesada. Este disco, Rocks, mudou a vida de Slash e de milhares de outros jovens cansados da pomposidade do progressivo, amendrontados com a onda disco e duvidosos em relação ao punk. Pode crer pessoal, para aquela geração, o grupo de Boston - com Steven Tyler nos vocais, Joe Perry na guitarra solo, Brad Whitford na guitarra base, Tom Hamilton no baixo e Joey Kramer na bateria - era uma espécie de novo Led Zeppelin e novos Rolling Stones que tinha a dura missão de superar um grande álbum como Toys in the Attic (do ano anterior). Mas para quem é malandro fica fácil, e essa malandragem é latente em cada segundo, cada acorde de Rocks. Joe Perry faz a guitarra cavalgar em Back In The Saddle, e eis também que surge Last Child e canções rápidas como Rats In The Cellar (qualquer semelhança dessa música com You're Crazy do Guns n' Roses não é mera coincidência, Slash declarou que Rocks é um dos seus discos preferidos) e pesadas como Nobody's Fault (talvez seja a mais pesada do Aerosmith)e experimentais como Sick As a Dog, em que os membros chegam a trocar de instrumentos um com os outros, mas não podia faltar a bela balada Home Tonight. A festança inconsequente que o grupo vinha fazendo chegou ao apogeu num caldeirão de faixas pesadas, urgentes e sacanas! Tudo isso sairia caro para eles anos depois, mas em qualquer lista de hard rock e heavy metal não pode faltar o Rocks, um dos clássicos absolutos do rock, e que está anos-luz à frente dos trabalhos comerciais que os caras lançam atualmente. Retorno às origens, Aero!
FAIXAS DO DISCO:
1. Back In The Saddle
2. Last Child
3. Rats In The Cellar
4. Combination
5. Sick As A Dog
6. Nobody's Fault
7. Get The Lead Out
8. Lick And A Promise
9. Home Tonight
FICHA TÉCNICA:
Joe Perry - guitar
Steve Tyller - vocals
Tom Hamilton - bass
Joe Kramer - drums
Brad Withford - guitars
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Barcelona (88) - Freddie Mercury & Montserrat Cabbalé


Queen foi uma banda que teve a ousadia de misturar Rock com umas pitadas de óperas que pode ser visto em vários álbuns deles principalmente em Night of Opera. Um dia Mercury foi a um show de ópera de Montserrat Caballé e ficou boquiaberto com o poder da voz de Caballé e ficou louco para conhecela, a conheceu em um hotel e ficaram horas e horas conversando foi amisade a primeira vista por assim dizer, eles ficaram até altas horas tocando piano e conversando sendo que Cabellé havia um concerto no dia seguinte e com Mercury ela não via o tempo passar, viraram grandes amigos mas além do interesse pela amizade os 2 quiseram fazer um trabalho em conjunto Caballé chegou pra Mercury e disse: "Quantas faixas tem um disco de Rock?" Freddie disse "Mais ou menos umas 10" Caballé retrucou "Então faremos um CD em conjunto com 10 faixas". Esse encontro é sempre citado como um dos maiores encontros da música principalmente pelo encontro de 2 grandes e poderosas vozes, um vocal do Rock com uma vocalista de ópera o trabalho ficou espetacular, lindo lindo lindo. Destaque para a faixa que abre o disco a clássica Barcelona e How Can I Go On, sem menosprezar as outras faixas que são lindas.
Faixas do disco:
"Barcelona" – 5:37
"La Japonaise" – 4:49
"The Fallen Priest" (Mercury/Moran/Rice) – 5:46
"Ensueño" (Mercury/Moran/Caballé) – 4:27
Side 2
"The Golden Boy" (Mercury/Moran/Rice) – 6:04
"Guide Me Home" (Mercury/Moran) – 4:10
"How Can I Go On" – 3:51
"Overture Piccante" – 6:40

Live And Dangerous (78) Thin Lizzy




Não há muita coisa a se dizer deste disco,certamente um dos melhores ao vivo da história do rock,e que captura a banda em seu ápice de entrosamento,com uma energia altíssima e decibéis idem,o disco tem o mérito de contagiar não só a platéia presente ao show,como faz arrepiar os pêlos de que o escuta,mesmo hoje,passados mais de 20 anos de seu lançamento.Mesmo não contando com sua formação mais clássica este disco a banda consegue soar coesa e extremamente entrosada.O baterista Brian Downey esteve perfeito,com uma energia que é facilmente repassada pras músicas,sem contar a presença sempre contagiante do carismático neto de brasileiros e lider da banda,o baixista e vocalista Phill Lynott.Uma curiosidade é que Lynott chegou a formar uma banda chamada Baby Face com Ritchie Blackmore em 1971,mas o projeto foi abortado devido ao enorme sucesso do disco Machine Head,do Deep Purple.Dizem que Blackmore até hoje tem os tapes do que foi gravado por eles,tomara que um dia venham à tona,por que deve ter sido coisa de primeira,como tudo o que esses dois sempre fizeram.
FAIXAS DO DISCO:
1. Jailbreak - 4:310
2. Emerald - 4:180
3. Southbound - 3:440
4. Rosalie/Cowgirl's Song - 4:000
5. Dancing in the Moonlight (It's Caught Me in Its Spotlight) - 3:500
6. Massacre - 2:460
7. Still in Love With You - 7:400
8. Johnny the Fox Meets Jimmy the Weed - 3:320
9. Cowboy Song - 4:40
10. The Boys Are Back in Town - 4:30
11. Don't Believe a Word - 2:05
12. Warrior - 3:52
13. Are You Ready - 2:40
14. Suicide - 5:00
15. Sha La La - 4:18
16. Baby Drives Me Crazy - 6:36
17. The Rocker - 3:58
FICHA TÉCNICA:
Brian Downey - drums, percussion
Scott Gorham - lead guitar, backing vocals
Phil Lynott - bass guitar, lead vocals*
Brian Robertson - lead guitar, backing vocalswith
SPECIAL GUESTS:
John Earle - saxophone on "Dancing in the Moonlight"
Huey Lewis - harmonica on "Baby Drives Me Crazy"
LINK:
Senha -> sakallimusic.blogspot.com

Who's Next (71) - The Who



Who's Next ao mesmo tempo é um sucesso, pois foi o primeiro álbum do Who a alcançar o topo das paradas, e um fracasso, pois era pra ser uma ópera rock mas não deu. Mas isso não tira toda a genialidade do disco, disco bem rock and roll muitas vezes citado como melhor álbum do The Who o disco começa com o clássico Baba O Riley que com sua longa introdução de teclado virou um dos maiores clássicos do Who, ela vem seguida de Bargain que é uma verdadeira porrada, mais tarde se tem a linda Behind Blue Eyes que foic overizada pelo Limpz Biskit que estragou a música e ainda ganharam a fama de escritores da música vê se pode, mas o que eu diria que é a cara do álbum é a clássica Wont Get Fooled Again, nessa música o Who mostra que não são brincadeira, um disco que é um verdadeiro deleito do começo ao fim, obrigatorio pra quem gosta de Rock.
Faixas do Disco:
01. Baba O'Riley
02. Bargain
03. Love Ain't for Keepin'
04. My Wife
05. The Song Is Over
06. Gettin' in Tune
07. Going Mobile
08. Behind Blue Eyes
09. Won't Get Fooled Again
Ficha Tecnica:
Roger Daltrey - Vocais
Pete Townshend - Guitarra
John Entwistle - Baixo
Keith Moon - Bateria
http://www.4shared.com/file/29677308/7374f104/TW71_-_WhsNxt.html
Senha: musicsharing4all

Live At Leeds (70) - The Who


Existe algumas bandas que são somente de estúdio, mas existe outras que muita das vezes são melhores ao vivo do que em estúdio, The Who é uma dessas bandas. Eles só precisavam de um baixo, uma guitarra, um microfone, uns amplificadores e um kit de bateria que o show tava feito, com toda sua energia em palco não tme quem competisse, muita gente cita The Who como a melhor banda ao vivo de todos os tempos. Roger Daltrey com sua girada de micofone no ar ficaram marcados na história além de sua voz poderosa e marcante, Pete Townshend com seus pulos e loucuras com a guitarra tem mania de contar a história das músicas antes de executalas, John Entwistle não tem muito o que dizer paradão na dele faz um show e tanto com o baixo, Moon é um louco ao vivo faz o show parecer um solo de bateria gigante de modo tão insano que toca. E existe diversos outros motivos pro Who ser uma banda excepcional ao vivo mas quer um resumo do que é o Who ao vivo? Então conheçam Live At Leeds obra prima ao vivo do The Who lançado após do lançamente do clássico Tommy, já postado no blog, eles no álbum tocam músicas que são clássicos do Who como I Cant Explain, Tatto, I'm Boy, Quick One a´te músicas não gravadas em estpudio como Heaven And Hell que abre o álbum, uma verdadeira viagem, mas o destaque do álbum é a ver~soa de 15 minutos de My Generation, uma viagem do começo ao fim imperdivel, mas o ponto alto do show foi onde eles executaram o disco Tommy excelente. Que na verdade não foi lançado no LP original da banda mas somente em um bootleg e mais tarde na versão de Luxo que é a que postarei agora.
Faixas do disco:
The Who (2001) Live at Leeds Deluxe Edition
Track list Deluxe Edition:
Disc One
01. Heaven and Hell 5:06
02. I Can't Explain 2:26
03. Fortune Teller 2:34
04. Tattoo 3:00
05. Young Man Blues 5:14
06. Substitute 2:07
07. Happy Jack 2:13
08. I'm a Boy 2:45
09. A Quick One, While He's Away 8:39
10. Summertime Blues 3:22
11. Shakin' All Over 4:34
12. My Generation 15:49
13. Magic Bus 7:54
Disc Two
01. Overture 6:51
02. It's a Boy 0:31
03. 1921 2:25
04. Amazing Journey 3:17
05. Sparks 4:21
06. Eyesight to the Blind (The Hawker) 1:58
07. Christmas 3:18
08. The Acid Queen 3:34
09. Pinball Wizard 2:52
10. Do You Think It's Alright? 0:21
11. Fiddle About 1:13
12. Tommy Can You Hear Me? 0:55
13. There's a Doctor 0:22
14. Go to the Mirror 3:24
15. Smash the Mirror 1:18
16. Miracle Cure 0:12
17. Sally Simpson 4:00
18. I'm Free 2:38
19. Tommy's Holiday Camp 1:00
20. We're Not Gonna Take It 8:47
Ficha Tecnica:
Roger Daltrey - Vocais
Pete Townshend - Guitarra
John Entwistle - Baixo
Keith Moon - Bateria

British Steel (80) - Judas Priest


Os anos 80 não poderiam começar melhor para o Judas Priest e os fãs de heavy metal,com este verdadeiro clássico do estilo.Depois do lançamento do excelente ao vivo'' Unleashed in the East'',gravado no Japão,que pretendo postar aqui,o Judas finalmente atingiu o status de mega -banda,sobretudo após ''British Steel'',que considero seu melhor disco na extensa discografia da banda.Foi neste disco que eles criaram o estilo Judas de fazer metal,com belas harmonias vocais,solos cristalinos de guitarra adicionado de muito peso e rocks de primeira qualidade. British Steel traz também o novo baterista, Dave Holland (ex-Trapeze), e prova a maturidade do Judas Priest, abrindo novos horizontes para o heavy metal.Rob Halford e Glen Tipton falam sobre o trabalho: '' Mais do que qualquer outra coisa, com este disco nós provamos que o heavy metal pode ter melodia e ser interessante. Como as canções "Breaking the Law" ou "Living After Midnight" - elas eram muito melódicas, mas não perderam nada do pique metaleiro.''O disco é clássico do inicio ao fim,com peso e melodia calibrados na medida exata.Não merece nota menor que um pesado e metálico 10.

FAIXAS DO DISCO:

1. Rapid Fire
2. Metal Gods
3. Breaking The Law
4. Grinder

5. United
6. You Don't Have To Be Old To Be Wise
7. Living After Midnight

8. The Rage
9. Steeler

FICHA TÉCNICA:

Rob Halford: Vocais
Glenn Tipton: Guitarras
KK Downing: Guitarras
Ian Hill: Baixo
Dave Holland: Bateria

LINK:

http://rapidshare.com/files/4551488/judpwq112.rar.html

S&M (99) - Metallica


A Fusão entre o rock e a música clássica é antiga, voltando no tempo a Concert For Group And Orchestra, de uma das bandas favoritas de Lars Ulrich, o Deep Purple. O Metallica ja tinha provado que conseguia fazer a fusão com elegância: no album de 1991, tanto "Nothing Else Matters" quanto "The Unforgiven" possuíam acompanhamento orquestral dirigido pelo maestro Michael Kamen, que havia trbalhado com Eric Clapton e Pink Floyd. Após anos de esforços , Kamen convenceu os metaleiros a fazerem uma parceria com ele. "Ele queria ser um pouco mais ousado" - declarou James Hetfield. "por isso nos escolheu. Podia ter sido uma banda mais radical - como os graveworm -, mas acho que fomof uma boa escolha. Respondemos:Por que não?". Essa abordagem positiva funcionou bem em Symphony & Metallica. POdemos encontrar clássiocs como a exuberante "The Call Of Ktulu" ou a popular "Enter Sandman", além de músicas de Load e Reload. A grandiosa parceria alcança o seu ponto alto em "Fuel",No Leaf Clover" e no épico "One" - a reação do público foi puro êxtase. Clássico, de fato!
S&M - 1999
Disc 1
1. The Ecstasy of Gold (Morricone) 2:30
2. The Call of Ktulu (Hetfield/Ulrich/Burton/Mustaine) 9:34
3. Master of Puppets (Hetfield/Ulrich/Hammett/Burton) 8:54
4. Of Wolf And Man (Hetfield/Ulrich/Hammett) 4:18
5. The Thing That Should Not Be (Hetfield/Ulrich/Hammett) 7:26
6. Fuel (Hetfield/Ulrich/Hammett) 4:35
7. The Memory Remains (Hetfield/Ulrich) 4:42
8. No Leaf Clover (Hetfield/Ulrich) 5:43
9. Hero of the Day (Hetfield/Ulrich/Hammett) 4:44
10. Devil's Dance (Hetfield/Ulrich) 5:26
11. Bleeding Me (Hetfield/Ulrich/Hammett) 9:01
Disc 2
1. Nothing Else Matters (Hetfield/Ulrich) 6:47
2. Until it Sleeps (Hetfield/Ulrich) 4:29
3. For Whom The Bell Tolls (Hetfield/Ulrich/Burton) 4:52
4. - Human (Minus Human) (Hetfield/Ulrich) 4:19
5. Wherever I May Roam (Hetfield/Ulrich) 7:01
6. The Outlaw Torn (Hetfield/Ulrich) 9:58
7. Sad But True (Hetfield/Ulrich) 5:46
8. One (Hetfield/Ulrich) 7:53
9. Enter Sandman (Hetfield/Ulrich/Hammett) 7:39
10. Battery (Hetfield/Ulrich) 7:24
Gentilmente oferico pelo nosso blog amigo Rock N' Fucking Roll(http://rockfuckingroll.blogspot.com/) do nosso grande amigo Alex, valeu cara.

Spectres (77) Blue Öyster Cult




Blue Öyster Cult é uma banda estadunidense de Rock Psicodélico/Hard Rock e Heavy Metal, formada no final da década de 1960 e em atividade até hoje. Se formou na mesma época que bandas clássicas como Black Sabbath, Deep Purple, Uriah Heep, Grand Funk e Budgie. Mais do que apenas mais uma banda de heavy metal americana igual a tantas outras da década de 70, o Blue Oyster Cult destaca-se da maioria destas bandas por suas letras e temáticas baseadas em literatura de horror e ficção científica, inspirada por escritores como H. P. Lovecraft, Edgar Allan Poe e Stephen King. As músicas giram em torno de monstros lendários, maldições, vampiros e ocultismo.

1 - "Godzilla" (Donald "Buck Dharma" Roeser) – 3:41
2 - "Golden Age of Leather" (Bruce Abbott, Don Roeser) – 5:53
3 - "Death Valley Nights" (Richard Meltzer, Albert Bouchard) – 4:07
4 - "Searchin’ for Celine" (Allen Lanier) – 3:35
5 - "Fireworks" (A. Bouchard) – 3:14
6 - "R.U. Ready 2 Rock" (Sandy Pearlman, A. Bouchard) – 3:45
7 - "Celestial the Queen" (Helen Wheels, Joe Bouchard) – 3:24
8 - "Goin’ Through the Motions" (Eric Bloom, Ian Hunter) – 3:12
9 - "I Love the Night" (Roeser) – 4:23
10 - "Nosferatu" (Wheels, J. Bouchard) – 5:23

Physical Graffiti (75) Led Zeppelin


Physical Graffiti, sexto álbum do Led
Zeppelin foi feito à perfeição, sucesso de público e de crítica, uma obra-prima gravada pelo grupo. Lançado em 1975, o álbum é o registro de uma das maiores bandas do planeta vivendo seu apogeu criativo,prova disso é que +/- metade do album é de material que ja estava pronto,e a outra foi criada na época.Somente uma banda com extrema auto-confiança e muita credibilidade se lançaria num projeto tão arriscado de lançar um álbum duplo de estúdio,mas o Led nunca teve medo de experimentar,prova disso é que lançaram um disco quase totalmente acústico após o retumbante sucesso do Led Zeppelin II. Physical Graffiti é um álbum completo, bem acabado, que pede para ser ouvido da primeira à última música,excelente. Este álbum não é apenas para os fãs do Led Zeppelin: é para os fãs de música! In My Time Of Dying é uma musica intrigante. Kashmir é uma das canções mais conhecidas da banda, e um dos maiores clássicos da história do rock and roll. Com o seu andamento cadenciado, mostra o enorme talento de Page e Plant como compositores, buscando no oriente novas sonoridades para o Zeppelin. In The Light, é a mais viajandona das três. Com o seu início também remetendo ao oriente, traz uma interpretação magistral de Robert Plant, uma das melhores de toda a sua carreira. Toda a banda executa a música como se estivesse em outro nível, em outro plano. Mas como este disco é foda, tem muitas outras pérolas nele. É o último grande disco do grupo, a prova definitiva e escancarada de como a reunião de quatro gênios no auge de sua juventude pode gerar obras-primas de cair o queixo.Boa viagem...
FAIXAS DO DISCO:

1. Custard Pie
2. The Rover
3. In My Time Of Dying
4. Houses Of The Holy
5. Trampled Under Foot
6. Kashmir
7. In The Light
8. Bron-Yr-Aur
9. Down By The Seaside

10. Ten Years Gone
11. Night Flight
12. The Wanton Song
13. Boogie With Stu
14. Black Country Woman
15. Sick Again
FICHA TÉCNICA:
Jimmy Page: guitars
Robert Plant: vocals
John Paul Jones : bass and keyboards
John Bonham: drums
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sexta-feira, 11 de abril de 2008

Argus (72) - Wishbone Ash


Posto agora esse puta disco,um dos meus favoritos, de uma das mais injustiçadas bandas dos anos 70,pois,apesar da alta qualidade de seus discos e de estarem na ativa até hoje,o Wishbone Ash nunca alcançou o sucesso merecido.Inclusive eles estão de visita marcada ao Brasil,provavelmente em junho de 2008.

A banda, uma das melhores do circuito Hard Rock setentista britanico, era composta pelos musicos Andy Powell (guitarra), Ted Turner (guitarra), Martin Turner (baixo) e Steve Upton (bateria), que gravaram em 1972 seu terceiro disco, representando o mais memoravel da carreira do Wishbone Ash. "Argus" definiu o estilo twin guitars, onde ambos os guitarristas são solistas, revezando e entrelaçando seus solos em todas as faixas. Por mais interessante que seja a cozinha Turner/Upton, é nas guitarras e na qualidade excepcional das canções escritas para esse disco que repousam a força e contemporaneidade do álbum. Ainda hoje, para qualquer guitarrista, “Argus” tem um frescor surpreendente,tendo com certeza influenciado muita gente boa com seus belos e cristalinos solos,que vãodo mais puro hard a uma sonoridade progressiva com extrema facilidade. A primeira faixa é “Time Was”, onde o solista principal é Andy Powell, seguido de “Sometime World”, que começa suavemente e ganha um peso descomunal em seu desdobramento e “Blowin’ Free”, provavelmente a música mais conhecida do disco. O albume se completa com a apocalíptica “The King Will Come”, a fluidez melodiosa de “Leaf and Stream”, o peso de “Warrior” e terminava com outra pérola, “Throw Down The Sword”, com participação especial de John Tout (Renaissance) no órgão.

FAIXAS DO DISCO:
1 Time Was 9:42
2 Sometime World 6:55
3 Blowin' Free 5:18
4 The King Will Come 7:06
5 Leaf and Stream 3:55
6 Warrior 5:53
7 Throw Down the Sword 5:55
8 No Easy Road 3:36
FICHA TÉCNICA:
Martin Turner – bass, vocals
Andy Powell – guitar, vocals
Ted Turner – guitar, vocals
Steve Upton – drums

Special guest: John Tout - organ on "Throw Down The Sword"
LINK:

Sabotage (74) - Black Sabbath


Aproveitando a passagem de Ozzy osbourne pelo Brasil esse mês,posto aqui o disco do Black Sabbath com a formação clássica que mais me agrada - apesar da capa horrível-,pois reúne ao mesmo tempo o peso dos 4 primeiros discos,a boa produção do disco anterior,o clássico Sabbath Bloody Sabbath,além de uma visível evolução técnica de toda a banda,sobretudo de Iommi e Ozzy,que cantou como nunca neste clássico,que tem,entre tantas outras ,a fodástica Sympton of the Universe,pra mim ao lado de Burn, do Deep Purple,a música mãe do que seria nos anos 80 conhecido como new wave of british heavy metal,a famosa nwobhm.Como se não bastasse ,tem ainda a pesadíssima e viajante Megalomania,com quase 10 min. de duração,num flerte sabbathiano com o progressivo e a psicodelia,que permeia todo o disco.Essa música denuncia a clara influência que o Sabbath exerce sobre o Metallica.E pra aumentar ainda mais o interesse pelo disco,ainda tem a participação especial de Rick Wakeman, (cujo filho esteve com Ozzy no Brasil,tocando,claro,teclados) o mago dos teclados do Yes,só que por razões contratuais ele aparece aqui com o pseudônimo ''Spock Wall.''
Curiosidade: é dessa época que rolam boatos de que o Sabbath teria feito uma jam com o Led Zeppelin,e foi na turnê do Sabotage que eles se apresentaram no festival California Jam,onde Ritchie Blackmore tinha colocado fogo no palco,saindo de lá de helicóptero para não ser preso,e dizem que rolou a maior pancadaria entre os roadies de Purple e do Sabbath,pois ozzy declarou à imprensa que eles não queriam destruir nada,apenas queriam tocar,o que aumentou a rivalidade entre as duas bandas,que disputavam com o Led o posto de maior banda da época,embora os músicos das três sempre tenham se dado bem,compartilhando groupies e drogas naqueles loucos anos 70.
FAIXAS DO DISCO:
1. Hole In The Sky
2. Don't Start (Too Late)
3. Symptom Of The Universe
4. Megalomania
5. The Thrill Of It All
6. Supertzar
7. Am I Going Insane (Radio)
8. The Writ


FICHA TÉCNICA:
Tony Iommi - Guitarra
Geezer Butler - Baixo
Ozzy Osbourne - Vocais
Bill Ward - Bateria
LINK:

http://www.4shared.com/file/23626361/88de597d/Black_Sabbath_-_1975_Sabotage.html?s=1

Animals (77) - Pink Floyd


"Animals", de janeiro de 77, é o disco que inaugura uma nova fase no Floyd. O disco diferente de tudo que o Floyd já havia feito, um pouco mais pesado, mais sarcástico e seguindo uma linha crítica ao invés de reflexiva. Mas em termos de performance, a banda não deixa a desejar em relação ao disco anterior,''Wish You Where Here''. O baterista Nick Mason tem um trabalho mais aparente neste disco, o próprio Waters está tocando e cantando muito bem, enquanto Wright assume mais os sintetizadores em detrimento das lindas harmonias em piano que os fãs do Floyd estavam acostumados. O que temos em "Animals"é uma grande performance de Gilmour, principalmente em "Dogs", carro chefe do disco, onde ele leva a música nas costas, ou melhor, nas mãos e na voz, com solos excelentes e vocalização perfeita,repetindo a performance dos trabalhos anteriores da banda e se firmando como um dos maiores criadores de solos foda. Lançado dois anos depois de "Wish You Were Here", este disco é um prenúncio do que seria o som do Floyd dali pra frente,cada vez mais ácido,critico e menos progressivo,como vimos em ''The Wall''.
FAIXAS DO DISCO:

1.Pigs on the Wing (part 1)

2.Dogs

3.Pigs (Three Different Ones)
4.Sheep

5.Pigs on the Wing (part 2)
FICHA TÉCNICA:
Roger Waters - bass,vocals
David Gilmour - guitar,vocals
Richard Wright - keyboards
Nick Mason - drums
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Caress of Steel (75) - Rush




Com quase 40 anos de carreira, esses canadenses mostram que tocar bem é uma arte - para poucos - que eles exercem com extremo bom gosto, inteligência e maestria.Retomando o hábito de postar albuns menos óbvios,posto aqui o disco que inseriu o Rush no munfo progressivo e precedeu o sucesso do aclamado 2112,um ano mais tarde. A banda chegaria ainda mais próxima do progressivo a partir deste álbum, conceitual. Com músicas divididas em partes, sendo que a faixa The Fountain of Lamneth subdividida em partes ocupa todo um lado da "bolachona" além de petardos como Bastile Day. Caress Of Steel está situado entre dois álbuns de extrema importância para o Rush, que são "Fly By Night" e "2112". O primeiro por ter sido o disco que permitiu ao Rush se estabelecer como banda e também por trazer as primeiras idéias do grupo voltadas para uma tendência mais prog. Já "2112" guarda sua importância simplesmente no fato de ser um dos maiores clássicos da carreira da banda, um disco que alcançou um enorme sucesso e que transformou o Rush num nome grande dentro do cenário. No entanto, essa terceira obra do power trio não é importante simplesmente por ter sido o molde do que eles vieram a fazer nos anos seguintes. É importante também porque é um álbum excepcional, que figuraria dentre as grandes obras de qualquer músico do universo do hard/prog. A sonoridade da banda nesse disco vai desde riffs praticamente sabbathianos até algo próximo ao som do Genesis, passando pelo hard do Zeppelin.Este disco,injustiçado à época de seu lançamento vendeu no Canadá 100 mil cópias.
FAIXAS DO DISCO:
01. Bastille Day (4:36)
02. I think I'm Going Bald (3:35)
03. Lakeside Park (4:07)
04. The Necromancer: 12:30I) Into The Darkness (4:20)II) Under The Shadow (4:25)III) Return Of The Prince (3:51)
05. The Fountain Of Lamneth: 19:50I) In The Valley (4:17)II) Didacts And Narpets (1:00)III) No One At The Bridge (4:15)IV) Panacea (3:12)V) Bacchus Plateau (3:12)VI) The Fountain (3:48)
FICHA TÉCNICA:
- Geddy Lee -bass, vocals
- Alex Lifeson-guitars
- Neil Peart - drums, percussion
LINK:
SENHA:
sakalli

Layla & Other Assorted Love Songs (70) - Derek and the Dominos


Pra quem não sabe o Derek do grupo refere-se ao grande Eric Clapton que na época acabara de sair do Cream e do Blind Faith e já ouvia muita gente dizendo que ele deveria ter um trabalho só dele, em que ele comandasse pois ele havia um potencial imenso, sem dúvida nesse álbum ele mostra toda sua genialidade, Layla & Other Assorted Love Songs não foi um álbum que vendeu bastante mas ficou com a fama do primeiro trabalho solo de Clapton. Nesse disco Clapton chamou vários isntrumentistas de peso para o acompanhar os caras faziam longas jams e já faiscava alguma de ideias de como seria a banda, o empresário de Clapton disse que iria haver um show do Allman Brothers Band na cidade e queria que Eric assistise, ele foi e ficou impressionado com o potencial do grupo mas principalmente com o magro alto na guitarra chamado Duane Allman, os 2 se conheceram e Clapton disse que queria que ele participasse de seu projeto Duane não recusou a oferta e fez um exclente trabalho nesse disco, nisso o time havia sido formado e eles começaram a suar. O disco abre com a clássica i Looked Away, seguida de Bell Botom Blues dois blues bem tranquilos, ai vem seguida Keep On Growing um blues arrebatador ai vem clássico atrás de clássico outros destaques: Key To The Highway, Tell The Truth, o cover de Little Wing de Hendrix e a música do disco Layla onde Duane mostra todo seu potencial em seu solo na Slide Guitar uma verdadeira viagem. Um disco indispensavel do começo ao fim.
Faixas do disco:
"I Looked Away" (Eric Clapton, Bobby Whitlock) – 3:05
"Bell Bottom Blues" (Clapton) – 5:02
"Keep on Growing" (Clapton, Whitlock) – 6:21
"Nobody Knows You When You're Down and Out" (Jimmie Cox) – 4:57
"I Am Yours" (Clapton, Nezami) – 3:34
"Anyday" (Clapton, Whitlock) – 6:35
"Key to the Highway" (Charles Segar, Willie Broonzy) – 9:40
"Tell the Truth" (Clapton, Whitlock) – 6:39
"Why Does Love Got to Be So Sad?" (Clapton, Whitlock) – 4:41
"Have You Ever Loved a Woman" (Billy Myles) – 6:52
"Little Wing" (Jimi Hendrix) – 5:33
"It's Too Late" (Chuck Willis) – 3:47
"Layla" (Clapton, Jim Gordon) – 7:04
"Thorn Tree in the Garden" (Whitlock) – 2:53

Fire and Water (70) - Free


O ano de 1970 não poderia começar mais generoso com o Free e com os amantes do bom rock ,com o lançamento deste que foi o seu 3º album e que os alçou ao estrelato,puxado pelo maior sucesso do grupo,All Right Now.Esta porém difere um pouco do clima do disco, bem mais tranqüilo que o primeiro, que era puro hard blues, e o segundo que era fortemente influenciado pelo Cream, até no timbre dos instrumentos.
Este álbum tem vida própria, vai além da curta história desta fantástica banda. Tudo aqui tem a medida certa. A produção é cuidadosa, desde a capa com a foto desafiadora de olhar arrogante até a contra capa, o jardim, a janela, o tempo meio nublado, esse é o clima do disco, as canções são lentas, meio “chapadas”, tem arranjos suaves de piano de Andy fazendo contrapeso ao puro som da Gibson e o inconfundível vibrato de Kossoff que cansou de receber elogios de Clapton. Rodgers traz em sua voz rouca os lamentos do blues aliados a memórias de amores (Remember, Oh I Wept, Fire and Water) e desafios a valentões (Mr Big). Nesse disco passaria a fluir, no som do Free, uma maior influência da The Band, por parte de Andy Fraser, o que seria um dos motivos da prematura separação, já que Rodgers e Kossoff queriam algo mais blues.
Enfim antes das drogas e dos egos porem tudo a perder, o Free pôs este disco no mundo, e eu os agradeço por isso.
FAIXAS DO DISCO:
01. Fire And Wate
02. Oh I Wept
03. Remember
04. Heavy Load
05. Mr Big
06. Don't Say You Love Me
07. All Right Now
FICHA TÉCNICA
- Paul Rodgers - lead vocals, piano
- Paul Kossoff - guitar
- Andy Fraser - bass
- Simon Kirke - drums
LINK:
http://rapidshare.com/files/80340645/free_fireandwater_1970.zip
SENHA:
sakalli

quinta-feira, 10 de abril de 2008

Wired (76) - Jeff Beck


Jeff Beck sem dúvida é um dos melhores guitarristas desse mundo, toca com uma técnica e um feeling absurdo. Jeff começou a carreira como o guitarrista do Yardbird depois da saída de Clapton que saiu após a banda querer tomar rumos mais comerciais o pessoal chamou Jimmy Page mais ele estava com outros projetos e indicou o vizinho dele o Beck, lançou o álbum Roger the Engineer e pouco tempo depois também vazou do barco, formou o Jeff Beck Gruoup onde já contou com muita gente famosa e lançou vários clássicos, e um deles sempre lembrado foi o primeiro Truth que será postado em breve auqi no blog. Bom mais eu to aqui pra falar de sua carreira solo, depois de diversos discos com o Jeff Beck Group ele resolveu se lançar em carreira solo e o seu primeiro disco que fez sucesso foi o clássio Blow By Blow que muita gente cita ser o melhor disco de Jeff mais eu não conrcordo o melhor disco de Beck é esse ai Wired. Nesse álbum Jeff arregaça na guitarra uma prova disso é a primeira música Led Boots onde ele não mostra piedade com sua guitarra, ai como sempre Beck mescla com diversos ritmos e estilos uma prova disso é a calma Goodbye Pork Pie Hat que vem seguida da animada e arrebatadora Head For Backstage Pass com sua introdução de baixo muito boa. Pra quem gosta de guitarra esse é o disco pois ele é um disco instrumental da mais alta qualidade, obrigatorio pra quem ama o instrumento guitarra.
Faixas do disco:
"Led Boots" (Max Middleton) – 4:03
"Come Dancing" (Narada Michael Walden) – 5:55
"Goodbye Pork Pie Hat" (Charles Mingus) – 5:31
"Head For Backstage Pass" (Wilbur Bascomb, Andi Clark) – 2:43
"Blue Wind" (Jan Hammer) – 5:54
"Sophie" (Walden) – 6:31
"Play With Me" (Walden) – 4:10
"Love Is Green" (Walden) – 2:30
Ficha Tecnica :
Jeff Beck - Guitar, Guitar (Acoustic), Bass
Wilbur Bascomb, Jr. - Bass
Max Middleton - Clavinet, Rhodes piano, Keyboards
Jan Hammer - Drums, Engineer, Synthesizer, Remixing, Producer
Richard Bailey - Drums
Ed Greene - Drums
Narada Michael Walden - Drums, Piano

You and Me (06) – Joe Bonamassa



Joe Bonamassa é um cantor/guitarrista norte-americano que tem um estilo semelhante ao de Steve Ray Vaughan, Kenny Wayne Sheppard e Johnny Lang.Sua primeira apresentação foi abrindo um show de B.B. King quando ele tinha 12 anos.“You and Me” é o sexto álbum do guitarrista Não é um álbum de blues para puristas, uma vez que Joe investe numa pegada mais pesada,mais ao estilo blues-rock mesmo (e talvez por isso, a escolha de Jason Bonham na batera) e o faz muito bem.O álbum conta com as participações especiais de Pat Thrall (guitarra adicional, na faixa 2), Dough Henthorn (vocais, na faixa 8) e L. D. Miller (um garoto de 12 anos tocando harmônica).
Faixas do disco:
1. High Water Everywhere
2. Bridge To Better Days
3. Asking Around For You
4. So Many Roads
5. I Don't Believe
6. Tamp Em Up Solid
7. Django
8. Tea For One
9. Palm Trees Helicopters And Gasoline
10. Your Funeral And My Trial
11. Torn Down
Ficha Técnica:
Joe Bonamassa - vocals, guitars
Carmine Rojas - bass instrument
Rick Melick - piano, organ, tambourine
Jason Bonham - drums
Participação de:
Jeff Bova – orquestração e programação
Pat Thrall - guitarra adicional na segunda faixa
Dough Henthorn – vocal na faixa 8
L.D. Miller – solo de harmônica na faixa 10
Oferecido por Giulianella com muito carinho, obrigado menina!

quarta-feira, 9 de abril de 2008

How The West Was Won (03) - Led Zeppelin


Originalmente a banda foi formada pelo guitarrista Jimmy Page e pelo baixista Chris Dreja em Julho de 1968 com o nome de "The New Yardbirds" de modo a conseguirem cumprir um contrato feito para a realização de concertos na Escandinávia, assinado antes do último concerto dos Yardbirds. Terry Reid recusou a oferta de Page para ser o vocalista, mas sugeriu Robert Plant, conhecido pelo seu trabalho no grupo "The Band of Joy". Junto com ele veio o baterista John Bonham. Quando Dreja saiu para se tornar fotógrafo, John Paul Jones, estimulado pela esposa, procurou Jimmy Page, a quem conhecia por terem atuado juntos como músicos de estúdio, e se ofereceu para tocar baixo na nova banda. Oferta aceita, estava formado o quarteto que viria a se transformar na maior banda de Rock and Roll dos anos 70.
Após alguns concertos como "The New Yardbirds", a banda mudou o nome para Led Zeppelin. Esse nome surgiu depois que Keith Moon e John Entwistle comentaram que um "supergrupo" contendo eles dois, Jimmy Page e Jeff Beck (que era a idéia original de Page) cairia como um "balão de chumbo" (do inglês "lead zeppelin"). A palavra "lead" é propositadamente mal escrita para que a pronúncia correta seja usada (também poderia ser lida como "lid", que lhe daria outro significado). Mesmo o disco sendo somente lançado em 2003 ele consta com a formação original pois foi gravado bem antes e lançado só agora, em relação ao ano do show isso continua um mistério. Aqui eles contrariam aqueles que dizem que Led é uma banda de estúdio.
Disco 01:
1. LA Drone
2. Immigrant Song (Page/Plant)
3. Heartbreaker (Page/Plant/Jones/Bonham)
4. Black Dog (Page/Plant/Jones)
5. Over The Hills and Far Away (Page/Plant)
6. Since I've Been Loving You
7. Stairway to Heaven
8. Going to California
9. That's the Way
10. Bron-Y-Aur Stomp
Disco 02:
1. Dazed and Confused/Walter's Walk/The Crunge
2. What Is and What Should Never Be
3. Dancing Days
4. Moby Dick
Disco 03:
1. Whole Lotta Love/Boogie Chillun/Let's Have a Party/Hello Marylou/Going to California
2. Rock and Roll
3. The Ocean
4. Bring It on Home/Bring It on Back
Fodônico! Baixem!

terça-feira, 8 de abril de 2008

Santana (69) - Santana


Carlos Santana sem dúvida é um dos maiores guitarristas e melhores guitarristas do mundo, mostrou toda seu potêncial em álbuns como Abraxas entre outros, hoje em dia ele faz sucesso mais por ter feito participações especiais com outros musicos o que não tira sua genialidade. O álbum que irei postar é Santana de 69, além de ser o primeiro álbum de Santana foi um álbum muito famoso mais que as vezes é muito esquecido, esse álbumt em swing pra dar e vender que sempre foi a marca registrada de Santana a primeira faixa do álbum prova isso Waiting, ai vme seguidas de outras faixas excelente as vezes intrumentais outras não mas as 2 faixas que eu diria ser a cara do álbum é Jingo e Soul Sacrifice, que fizeram bastante sucesso, Soul Sacrifice foi imortalizada com a apresentação de Santana e Cia no Woodstock de 69, impecavel a apresentação de Santana principalmente do baterista que o acompanha.
Faixas do disco:
"Waiting" (Santana Band)
"Evil Ways" (J. Zack)
"Shades Of Time" (Santana Band)
"Savor" (Santana Band)
"Jingo" (A. Copland)
Side 2
"Persuasion" (Santana Band)
"Treat" (Santana Band)
"You Just Don't Care" (Santana Band)
"Soul Sacrifice" (Santana Band)
Altamente Recomendado.
Usem e Abusem.
By : Caetano

segunda-feira, 7 de abril de 2008

Second Helping (74) - Lynyrd Skynyrd

Lynyrd pode se encontrar entre os maiores nomes do rock de todos os tempos, com uma misura de ritmos marcaram presença no cenário musical, banda vinda dos Estados Unidos é considerado por muitos o melhor de seu estilo, o Southern Rock. Lançaram clássicos como(pronounced 'lĕh-'nérd 'skin-'nérd), Nuthin' Fancy, Gimme Back My Bullets, Street Survivors entre diversos outros. Mas o que postarei hoje aqui será o 2° disco deles o Second Helpening, veio depois do maior clássico do grupo ,(pronounced 'lĕh-'nérd 'skin-'nérd), mas não deixou a desejar não senhor.Já abre com o clássico Sweet Home Alabama que fez a cara do álbum e levou o álbum a ganhar um disco de ouro, vem seguida da linda I Need You e vem seguido de clássico atrás de clássico outro destaque é a última faixa do disco Call Me The Breeze.
Faixas do Disco:
"Sweet Home Alabama" – 4:43
"I Need You" – 6:55
"Don't Ask Me No Questions" – 3:26
"Workin' For MCA" – 4:49
"The Ballad of Curtis Loew" – 4:51
"Swamp Music" – 3:31
"The Needle And The Spoon" – 3:53
"Call Me The Breeze" – 5:09

Ficha Tecnica :
Ronnie Van Zant - vocal principal & backing vocals
Gary Rossington - guitarra
Allen Collins - guitarra
Ed King - guitarra, slide guitar, rhythm & baixo on "I Need You"
Billy Powell - keyboards
Leon Wilkeson - baixo
Bob Burns - bateria except '"I Need You"

http://rapidshare.com/files/75682076/Lynyrd_Skynyrd__1974__Second_Helping__by_Brasilmidia.rar

quinta-feira, 3 de abril de 2008

Discografia Solo (70 a 05) - Eric Clapton



Eric Patrick Clapton CBE (Ripley, Surrey, 30 de março de 1945) é um guitarrista, cantor e compositor inglês. Apelidado de Slow Hand, é considerado um dos melhores guitarristas do mundo.
Embora seu estilo musical tenha variado ao longo de sua carreira, Clapton sempre teve suas raízes ligadas ao blues. Clapton foi considerado inovador pelos críticos em várias fases distintas de sua carreira, atingindo sucesso tanto de crítica quanto de público e tendo várias canções listadas entre as mais populares de todos os tempos, tais como "Layla", "Wonderful Tonight" e a regravação de "I Shot the Sheriff", de Bob Marley.
Em 2004 foi condecorado com o título de Comandante da Ordem do Império Britânico (CBE)

Infância e início da carreira
Clapton nasceu em Ripley, na Inglaterra, quando sua mãe, que era solteira, tinha apenas 16 anos de idade. Foi criado pela sua avó e pelo seu segundo marido, acreditando que eles eram seus pais e que sua mãe era sua irmã mais velha. Descobriu a verdade aos 9 anos de idade, e essa revelação foi um momento muito marcante na sua vida. Depois disso, ele deixou de se aplicar na escola e se tornou um garoto calado, tímido, solitário e distante de sua família.
Seu primeiro emprego foi como carteiro e, aos 13 anos de idade, ganhou sua primeira guitarra acústica. Apesar da dificuldade inicial de aprender a tocar o instrumento, quase desistindo, acabou se esforçando para tocar os primeiros acordes influenciado por canções antigas de blues, que tentava reproduzir. Em pouco tempo, já dedicava horas diárias ao aprendizado, e foi conseguindo dominar o instrumento.
Depois de completar o ensino básico, em 1962 Clapton fez um ano introdutório na Kingston College of Art, mas não continuou o curso. Em janeiro de 1963, ingressou na banda The Roosters, onde permaneceu até agosto do mesmo ano.

O surgimento de Clapton
Ainda em 63, passou a integrar a banda Yardbirds, que começava a fazer sucesso na Grã-Bretanha. Entretanto, fiel à suas raízes blues, recusou-se a seguir a direção pop escolhida pelo grupo, e acabou saindo em março de 1965. Depois de um tempo em empregos temporários, entrou para a John Mayall & the Bluesbreakers, estabelecendo seu nome como músico de blues e inspirando o fanatismo de jovens que pichavam Londres com a inscrição "Clapton is God" ("Clapton é Deus").
Ele largou os Bluesbreakers em 1966 e então formou o Cream, um dos primeiros "power trios" do rock, com Jack Bruce e Ginger Baker. Foi nessa época que Eric começou a desenvolver-se como cantor, embora Bruce, um dos melhores vocalistas do rock, fizesse a maioria dos vocais.
No final de 1966 o status de Clapton como melhor guitarrista da Grã-Bretanha foi abalado com a chegada de Jimi Hendrix. Hendrix compareceu a uma das primeiras apresentações do Cream, no London Polytechnic em 1 de outubro de 1966, e tocou uma jam com a banda durante "Killing Floor". Eric imediatamente percebeu que havia ganho um novo e quase imbatível adversário, cujo carisma era igualado somente por sua incrível técnica na guitarra. Os primeiros shows de Hendrix no Reino Unido foram assistidos pela maioria dos astros da música britânica, incluindo Clapton, Pete Townshend e os Beatles. A chegada do americano teria um impacto profundo e imediato na próxima etapa da carreira de Clapton.

Fim do Cream
Embora o Cream seja apresentado como um dos melhores grupos de sua geração, a banda teve vida curta. As lendárias brigas internas - especialmente entre Bruce e Baker - aumentaram a tensão entre os três integrantes, levando ao fim do trio. Outro fator significante foi uma crítica pesada da revista Rolling Stone de um dos shows do Cream, o que afetou Clapton profundamente.
Goodbye, álbum de despedida da banda, apresentava faixas ao vivo gravadas no Royal Albert Hall, assim como a versão de estúdio de "Badge", composta por Eric e George Harrison.
A amizade próxima dos dois resultou na performance de Clapton em "While My Guitar Gently Weeps", lançada no White Album dos Beatles. Ao acompanhar de perto o sofrimento da esposa de Harrison, Pattie Boyd, que vivia abandonada em razão do interesse do marido pela cultura hindu, Eric acabou se apaixonando. E o sofrimento por amar a mulher de seu melhor amigo o inspiraria a compor uma das suas canções mais conhecidas: "Layla".
Uma segunda participação em outro super grupo, o menos-sucedido Blind Faith (1969), com Baker, Steve Winwood e Rick Grech, resultou em um álbum fraco e uma turnê norte-americana cancelada. Já aí Clapton estava cansado de sua fama e do burburinho que cercava o Cream e o Blind Faith, além de ter ficado profundamente afetado pela música do The Band – com o qual de fato ele já havia pedido para se juntar depois do fim do Cream. Clapton então decidiu ficar um pouco nas sombras, e passou a viajar em turnê como convidado do grupo americano Delaney and Bonnie and Friends. Ele tornou-se amigo íntimo de Delaney Bramlett, que o encorajou a voltar a compor e a cantar.

Solo
Usando a banda de apoio de Bramletts e um elenco estelar de músicos de estúdio, Clapton lançou seu primeiro disco solo em 1970, que trazia uma de suas melhores composições: “Let It Rain”.
Se apropriando da seção rítmica do Delaney & Bonnie – Bobby Whitlock (teclado, vocais), Carl Radle (baixo) e Jim Gordon (bateria) – ele formou uma nova banda com a intenção de contrastar com o culto de “estrelismo” que crescera a sua volta e mostrar Clapton como um integrante no mesmo patamar dos demais. Isto tornou-se ainda mais evidente com a escolha do nome – Derek and the Dominos – que veio de uma piada nos bastidores do primeiro show da banda.
Trabalhando no Criterion Studios em Miami com o produtor Tom Dowd, a banda gravou um brilhante álbum duplo, hoje em dia considerado como a obra-prima de Clapton: Layla and Other Assorted Love Songs. A maioria do material, incluindo a faixa título, foram inspirados pelo conto árabe Majnun e Layla e mostravam o grande amor não declarado de Clapton por Patti Harrison. “Layla” foi gravada em duas sessões distintas; a seção de abertura na guitarra foi gravada primeiro, e para a segunda seção, o baterista Jim Gordon compôs e tocou o elegante trecho ao piano.
Mas a tragédia marcou o grupo durante sua breve carreira. Durante as sessões, Clapton ficou devastado com a notícia da morte de Jimi Hendrix; a banda gravou uma versão tocante de “Little Wing” como um tributo a ele, adicionando-a ao álbum. Um ano depois, Duane Allman
morreu em um acidente de motocicleta. Contribuindo mais para o sofrimento de Clapton, o álbum Layla receberia somente algumas poucas críticas neutras quando de seu lançamento.

Drogas e álcool
O esfacelado grupo resolveu iniciar uma turnê norte-americana. Apesar da admissão posterior de Clapton de que a turnê ocorreu em meio a uma verdadeira orgia de drogas e álcool, aquilo acabou resultando em um poderoso álbum ao vivo, In Concert. Mas o grupo se desintegraria pouco tempo depois em Londres, na véspera da gravação de seu segundo LP de estúdio. Embora Radle tenha continuado a trabalhar com Clapton por vários anos, a briga entre Eric e Bobby Whitlock foi aparentemente feia, e eles nunca mais voltariam a tocar juntos. Outra trágica nota de rodapé para a história do Dominos foi o destino de seu baterista Jim Gordon, que sofria de esquizofrenia não-diagnosticada – anos depois, durante um surto psicótico, ele mataria a própria mãe a marretadas, sendo confinado em um hospício, onde permanece até hoje.
Apesar de seu sucesso, a vida pessoal de Clapton encontrava-se em estado deplorável. Além de sua paixão por Pattie Boyd-Harrison, ele parou de tocar e se apresentar e tornou-se viciado em heroína, o que resultou em um hiato em sua carreira. A única interrupção notável desse hiato foi sua participação no Concerto para Bangladesh - organizado por George Harrison - e, depois, pelo “Rainbow Concert”, organizado por Pete Townshend do The Who para ajudar Clapton a largar as drogas.
Clapton devolveu a gentileza ao interpretar o “Pregador” na versão cinematográfica de Tommy em 1975; sua aparição no filme (tocando “Eyesight To The Blind”) é notável pelo fato de ele estar claramente usando uma barba falsa em algumas sequências – o resultado de ele impensadamente raspar sua barba entre as gravações!
Relativamente limpo novamente, Clapton começou a organizar uma nova e forte banda, que incluía Radle, o guitarrista George Terry, o baterista Jamie Oldaker e as backing vocals Yvonne Elliman e Marcy Levy. Eles viajaram em turnê ao redor do mundo, posteriormente lançando o soberbo E.C. Was Here (1975).
Clapton lançou 461 Ocean Boulevard em 1974, álbum mais enfatizado nas canções ao invés de sua técnica na guitarra. Sua versão de “I Shot The Sheriff” foi um grande sucesso, sendo importante ao apresentar o reggae e a música de Bob Marley para um público mais extenso. Ele também promoveu o trabalho do cantor-compositor-guitarrista J.J.Cale.
Eric continuou a gravar e a fazer turnês regulares, mas a maioria de seu trabalho desta época foi deliberadamente mais calmo, fracassando em obter a mesma repercussão do início de sua carreira.

Maré de azar
Em 1976 Clapton foi o centro de polêmicas acusações de racismo, ao protestar contra a imigração crescente durante um show em Birmingham. Clapton disse que a Inglaterra estava “se tornando superpopulada” e implorou para que a platéia votasse em Enoch Powell para impedir que a Grã-Bretanha virasse uma “colônia negra”. Seus comentários motivariam diretamente a criação do evento Rock Against Racism. Apesar do impacto negativo em sua carreira e reputação, Clapton sempre se recusou a diminuir o episódio e negou que havia alguma contradição entre seu ponto de vista político e sua carreira baseada essencialmente num formato musical criado pelos negros. Nesta mesma época, seu nome começou a aparecer em álbuns lançados no Japão como “Eric Crapton” (“Crap” = “Fezes”), embora isso seja provavelmente mais um caso de “engrish” do que de malevolência.
O final dos anos 70 viu um Clapton com dificuldades de se acertar com a música popular, causando uma recaída no alcoolismo que o levou a ser hospitalizado e depois internado para um período de convalescência em Antígua, onde ele mais tarde apoiaria a criação de um centro de reabilitação.
Em 1985 Clapton conheceu Yvone Khan Kelly, com quem ele começaria um relacionamento. Eles tiveram uma filha, Ruth, que nasceu no mesmo ano. Clapton se divorciaria de Pattie Boyd em 1988.
No começo dos anos 90 a tragédia voltaria a atormentar a vida de Clapton em duas ocasiões. No dia 27 de agosto de 1990 o guitarrista Stevie Ray Vaughan (que estava em turnê com Eric) e dois membros de sua equipe de apoio morreram em um acidente de helicóptero. No ano seguinte, em 20 de março de 1991, Conor, filho de quatro anos de Clapton com a modelo italiana Lori Del Santo, morreu depois de cair da janela de um apartamento. Um instantâneo da dor de Clapton pôde ser visto com a canção “Tears In Heaven”, My Father's Eyes (Pilgrim, 1998) e Circus Left Town (Pilgrim, 1998).

Slow Hand ressurgindo
Assim como MTV Unplugged (vencedor do Grammy em 1994), seu álbum From The Cradle trazia várias versões de antigos sucessos do blues, dando destaque a seu estilo econômico no violão. Em 1997 ele gravou um álbum de música eletrônica sob o pseudônimo de TDF, Retail Therapy, terminando o século 20 com aclamadas parcerias com Carlos Santana e B. B. King.
Em 1999 Clapton, então com 56 anos, conheceu a artista gráfica Melia McEnery, 25, em Los Angeles enquanto trabalhava em um álbum com B. B. King. Eles se casaram em 2002 e tiveram três filhas, Julia Rose (2001), Ella May (2003) e Sophie, nascida em 2005.
Tão conhecido quanto Clapton é o seu costume de usar uma variedade de guitarras. No começo de sua carreira, ele usava uma Gibson Les Paul do final dos anos 50, sendo parcialmente responsável pela reintrodução do estilo original da Les Paul pela Gibson.
Mais tarde, Clapton começou a usar Stratocasters da Fender. A mais famosa de todas as suas guitarras foi Blackie, montada com pedaços de várias Strats e que ele usou até os anos 90, Depois, por medo de danificá-la, guardou em casa, e não a levou mais aos palcos. Por fim, Clapton se desfez da "Blackie" por U$959,500 no leilão organizado pela Christie's de Nova York, em benefício do centro de reabilitação Crossroads.
Em 1988 Clapton foi honrado pela fábrica de guitarras Fender com a introdução de uma Stratocaster feita sob medida para ele, juntamente com Yngwie Malmsteen. Aquelas foram as primeiras guitarras modeladas para artistas na famosa série “Signature” da Stratocaster, que desde então incluiu modelos para Jeff Beck, Buddy Guy e Stevie Ray Vaughan, entre outros.
Em 1999 Clapton levou a leilão parte de sua coleção de guitarras para levantar fundos para o Crossroads, centro de reabilitação para viciados que ele fundou na Antígua em 1997. O montante total conseguido no leilão pela Christie’s foi de U$7,438,624.
Em 03 de novembro de 2004 é condecorado com o título de Comandante da Ordem do Império Britânico (CBE).
Eric Clapton (Deluxe Edition)(1970)
461 Ocean Boulevard (Deluxe Edition) (1974)
There's One In Every Crowd (1975)
No Reason To Cry (1976)
Slowhand (1977)
Backless (1978)
Another Ticket (1981)

Money And Cigarettes (1983)
Behind The Sun (1985)
August (1986)
Journeyman(1989)
From The Cradle (1994)
Pilgrim (1998)
Reptile (2001)
Back Home (2005)

quarta-feira, 2 de abril de 2008

Depois do Fim (83) - Bacamarte


Um dos maiores nomes do rock progressivo brasileiro , o Bacamarte surgiu no Rio de Janeiro, em 1974 como muitas bandas de colegas de colégio. Depois de várias mudanças de formação ao longo dos três primeiros anos , o grupo apresenta-se no programa "Rock Concert" da TV Globo, o que provoca um aumento do interesse por sua música. O resultado seria uma fita gravada em 1977 que circularia inclusive pela CBS sem, contudo, conseguir aprovação. Com o surgimento, em 1982, da rádio Fluminense FM e sua política de abrir espaço para bandas iniciantes, o Bacamarte despontaria como grande revelação. No ano seguinte, "Depois do fim", álbum independente, está disponível ao público. O disco vendeu milhares de cópias no Brasil e países da Europa e (principalmente) Japão. O sucesso da estréia, porém, não impede o fim da banda um ano depois. Posteriormente, o guitarrista Mário Neto lança o CD "As Sete Cidades" sob o codinome Bacamarte,sem grande repercussão.
FAIXAS DO DISCO:
1. U.F.O.
2. Smog Alado
3. Miragem
4. Passaro De Luz
5. Cano
6. Ultimo Entardecer
7. Controversia
8. Depois Do Fim
FICHA TÉCNICA:
Jane Duboc - voz
Marcus Moura - flauta, acordeon
Mario Neto - violão e guitarra
Mr. Paul - percussão
Delto Simas - baixo
Marco Verissimo - bateria
Sergio Villarim - teclados
link:
parte I:
parte II:

Captain Beyond (72) Captain Beyond



Dando sequência à minha proposta de postar aqui albuns menos conhecidos,mas nem por isso menos clássicos,posto hoje aqui este discaço da banda,que começou com o pé direito,lançando logo de cara uma obra-prima do rock dos anos 70.
O cantor Rod Evans passou pelo Deep Purple, o baterista Bobby Caldwell tocou com Johnny Winter e o guitarrista Larry Reinhardt “Rhino” e o baixista Lee Dorman eram do Iron Butterfly.Essa formação gravou seu auto-intitulado debut-álbum "Captain Beyond" (verdadeira obra-prima) em 1972 pelo selo de Rock Sulista Capricorn.Depois disso, no segundo disco "Sufficiently Breathless" (1973), a banda altera a sua formação, adicionando novos elementos como teclados (Reese Wynans) e percussão (Guille Garcia), lembrando que Bobby Caldwell (que volta a trabalhar com Johnny Winter) foi substituído por Marty Rodriguez.Mas isso é assunto para a próxima postagem da banda.
FAIXAS DO DISCO:
1. Dancing madly backwards (on a sea of air) (4:02)
2. Armworth (1:48)
3. Myopic void (3:30)
4. Mesmerization eclipse (3:48)
5. Raging river of fear (3:51)
6. Thousand days of yesterday (intro) (1:19)
7. Frozen over (3:46)
8. Thousand days of yesterday (time since come and gone) (3:56)
9. I can't feel nothing (part 1) (3:06)
10. As the moon sparks (to the waves of the sea) (2:25)
11. Astral lady (0:16)
12. As the moon sparks (return) (2:13)
13. I can't feel nothing (part 2) (1:13)
FICHA TÉCNICA:
Bobby Caldwell - drums, percussion, vibes, bells, piano, backing vocals-
Lee Dorman - bass, piano, backing vocals-
Rod Evans - lead vocals-
Larry Reinhardt - acoustic, electric & slide guitars
link:

Year Long Disaster (07) – Year Long Disaster


O Year Long Disaster é uma banda americana de Los Angeles, Califórnia, formada pelo vocalista e guitarrista Daniel Davies, filho de Dave Davies, dos Kinks; o baixista Rich Mullins, fundador dos Karma To Burn, e o baterista Brad Hargreaves, ex-Third Eye Blind.Lançaram seu primeiro álbum homônimo em 2007.Nesse álbum o que se ouve são influências do blues, de Sabbath, dos Kinks (é claro!), de Cream e Soundgarden já que o vocal de Daniel é bem rasgado, e até mesmo de southern rock.Esse é um disco vigoroso e surpreendente que vale a pena conhecer. Imagino que esse trio tenha um futuro promissor.
FAIXAS DO DISCO:
1. Per Qualche Dollaro In Piu
2. Leda Atomica
3. Cold Killer
4. Destination
5. The Fool And You
6. Sapphire
7. It Ain't Luck
8. Let Me Down
9. Galea Aponeurotica
10. Swan On Black Lake
FICHA TÉCNICA:
Daniel Davies: guitarra e vocal
Rich Mullins: baixo
Brad Hargreaves: bateria
Agradecimentos especiais para Giulianella por nos oferecer esse disco.